O divertido troca-troca do Pin Trading na Disney

Eles estão por toda parte. Nas lojinhas, em quiosques, pendurados no pescoço de varredores e executivos, vendedores e recepcionistas, crianças e adultos. Nos mapas dos parques, estão marcadas as estações de “pin trading”, onde os pequenos broches podem ser “negociados”.

Funciona assim: você compra um kit de iniciante (starter set), que vem com alguns pins. Dependendo do modelo, custa em torno de 15 dólares. Em qualquer lugar do Walt Disney Resort (parques, hotéis, Downtown Disney, etc.), quando um membro do staff estiver usando o colar com broches, você pode propor uma troca. Eles são sempre simpáticos e solícitos. A criança escolhe um pin do colar do funcionário e troca por um dela mesma, à sua própria escolha (não é o funcionário que escolhe, é claro!).

Dudu com seu Starter Set, começando a brincadeira
Dudu com seu Starter Set, começando a brincadeira
Colecionar e trocar pins foi uma grande diversão!
Colecionar e trocar pins foi uma grande diversão!

À primeira vista, aquilo me pareceu uma grande bobagem, mas o Dudu se divertiu taaaanto com esse troca-troca! Foi bacana vê-lo interagindo e “se virando”, apesar de não falar inglês.

É claro que você acaba comprando vários pins, porque a idéia é que se torne uma coleção. E tem pins para todos os gostos, temas, brinquedos. Chegou um momento em que foi preciso comprar um estojo para acomodar o acervo. Escolhemos o pequeno, mas tem gente que que realmente se empolga! Dudu adora colecionar coisas e o pin trading foi, de fato, uma das marcas desta ida a Orlando.

No final da viagem, acabamos comprando um estojo para organizar a coleção
No final da viagem, acabamos comprando um estojo para organizar a coleção

 

No estojo, Dudu organizou e expôs todos os seus pins
No estojo, Dudu organizou e expôs todos os seus pins

 

Ele acabou comprando pins também em passeios  fora da Disney, como o Kennedy Space Center e o jogo da NBA
Ele acabou comprando pins também em passeios fora da Disney, como o Kennedy Space Center e o jogo da NBA

 

A gente até trouxe um starter set de presente para nosso amiguinho Bernardo, que iria pra Disney logo depois de nós. Segundo minha amiga Fernanda, a mãe, foi sucesso absoluto!

Uma vantagem adicional? As únicas lembranças que Dudu queria comprar nos parques eram os pins. O bom é  que, por mais que você traga, não ocupa nenhum espaço na mala! 😉

 

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Direto do cinema para o aeroporto

Na coluna “Meus 5 favoritos” de hoje, o assunto é cinema. Quando parei pra pensar nos filmes que me deram uma irresistível vontade de viajar imediatamente, a lista cresceu rapidinho. Mas a proposta é escolher cinco, então fiz uma opção eclética e afetiva… Vamos lá:

 

1- Todos dizem eu te amo, de Woody Allen (EUA, 1997)

Não dá nem pra enumerar quantos filmes lindos foram rodados em Paris, mas Woody Allen, dançando com Goldie Hawn, às margens do Sena, dá vontade de sair correndo para o primeiro balcão da Air France!!!

2- Mediterrâneo, de Gabriele Salvatore (Itália, 1991)

Uma comédia deliciosa, em que um grupo de soldados italianos é deixado para trás numa pacata ilha grega, durante a Segunda Guerra. Os rapazes logo descobrem que não poderia ter lhes acontecido nada melhor! Paisagens mediterrâneas de tirar o fôlego e cinema da melhor qualidade.

3- Sob o sol da Toscana, de Audrey Wells (EUA e Itália, 2003)

Comédia romântica sessão da tarde, que te dá ímpetos incontroláveis de imitar a protagonista, partindo de mala e cuia para o interior da Itália.

4- Gabbeh, de Mohsen Makhmalbaf (Irã, França, Inglaterra e Alemanha, 1996)

Foi o primeiro de muitos filmes iranianos a que tive o prazer de assistir. Uma obra de arte cheia de sensibilidade, suavidade e beleza. A cultura persa desfiada nos detalhes de um tapete. Poucas vezes a fotografia e as paisagens em um filme me deixaram tão extasiada. Bateu um desejo de passear pelos desertos e oásis do Irã…

5- A noviça rebelde, de Robert Wise (EUA, 1965)

Por essa você não esperava, não é? Mas eu preciso confessar que, quando estive em Salzburg, em cada esquina me lembrava deste filme, um dos meus favoritos de toda a vida. A doida aqui chegou ao ponto de caminhar pela Mirabellplatz cantando Do Re Mi (na cabeça, em silêncio…), seguindo o trajeto (sem dançar…) e visualizando mentalmente a coreografia das crianças. Esse musical me lembra de como Salzburg é mágica e me faz querer voltar lá milhares de vezes.

 

As crianças von Trapp cantaram Do, Re, Mi na charmosa Mirabellplatz
As crianças von Trapp cantaram Do, Re, Mi na charmosa Mirabellplatz
Salzburg 2
Salzburg vista do convento em que viveu Maria von Trapp. Só no filme, pois na verdade a construção era uma fortaleza!

 

Esta é uma das minhas possíveis listas de 5 favoritos. E você? Que filmes te ejetam do sofá direto pro avião? Conta pra mim, aqui nos comentários! Já vou fazer a pipoca…

 

Ingressos na mão!

Como contei pra vocês no post Outono musical em Nova York, em breve embarco a trabalho para a França.

Faço visitas regulares ao norte deste país incrível, como parte das minhas atividades docentes na área da fisioterapia. Sou responsável, aqui no Rio de Janeiro, pela formação no método de Cadeias Musculares e Articulares GDS, então preciso fazer constantes reciclagens junto ao diretor mundial da formação, meu querido mestre Philippe Campignion.

O Centre de Formation Philippe Campignion fica em Camblain l’Abbé, quase na fronteira com a Bélgica, perto de Arras, uma cidade bastante interessante, a 50 minutos de trem de Paris. Ainda vou dedicar um post especialmente aos seus encantos…

 

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O Centre de Formation Philippe Campignion, na região francesa do Pas de Calais

 

Meu propósito agora, no entanto, é reafirmar o que já mencionei em Poupando suspiros: passarei apenas dois rápidos dias em Paris, mas por que não tentar aproveitá-los para conferir a agenda cultural?

Pois é, o ballet da Ópera de Paris vai se apresentar justo na minha noite livre. Anotei na agenda que hoje os ingressos começariam a ser vendidos, e à tarde já estavam quase esgotados!

Mas não é preciso entrar em pânico, eu e minhas três amigas – que me acompanharão nesta jornada – já temos nossos lugares garantidos!

 

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Lugares garantidos para quatro fisioterapeutas “perdidas” em Paris!

 

Só resta agora esperar setembro, para uma noite de ballet finalizada no Point bulles, a deliciosa champanheria que fica bem em frente ao meu hotel de sempre…

Afinal, como disse Pasteur, uma refeição sem champagne é como um dia sem sol!

 

O dia em que Renata virou Renatours

Nos últimos anos, tenho sido uma grande fornecedora de dicas de viagem. Perdi a conta de quantos cafés compartilhei, para ajudar pacientes, alunos e amigos a programar a viagem à Disney com os filhos, reservar um concerto em Paris, escolher a melhor opção para levar os netos. Até uma professora do meu filho recorreu a mim para o planejamento da lua de mel! Tenho e-mails semiprontos sobre várias cidades e informações na ponta da língua.

Durante uma sessão de fisioterapia, conversava sobre isso com meu queridíssimo paciente Gustavo Monteiro. Comentei, brincando, que um dia ainda abriria uma agência de turismo, ao que ele retrucou:

  • E vai se chamar Renatours!

Pronto, eu estava rebatizada. Todo mundo incorporou rapidamente o apelido, e passei a receber regularmente e-mails pedindo “consultoria Renatours”. Foi um outro paciente, o Bruno Marques, a primeira pessoa a me dizer:

  • Você TEM que fazer um blog!!!

Isso porque, também durante a sessão, eu esclareci mil dúvidas que ele tinha sobre duas viagens que estava planejando (Turks and Caicos com a esposa e Disney com toda a família).

Depois de ouvir esta frase repetidas vezes, das mais diferentes pessoas, resolvi me render. Toda viagem tem surpresas escondidas, mas é mais fácil encontrar os tesouros se soubermos quando e onde cavar. O objetivo deste blog é dividir com você minha forma de traçar mapas para estes tesouros, e eu te convido a cavar comigo.