Mickey preparou uma surpresa pra você!

Você consegue avaliar a sensação do seu filho, ao chegar ao quarto do hotel na Disney, e se deparar com uma festa surpresa, preparada especialmente para ele, pelo Mickey “em pessoa”?

Eu vivi esta experiência e garanto que ficará em minha memória para sempre.

A Disneyworld oferece uma enorme gama de surpresas que podem ser entregues no seu quarto, desde que você esteja hospedado dentro do complexo do Walt Disney World Resort. As possibilidades vão desde balões, brinquedos e cestas de guloseimas, até as chamadas “In-room celebrations”. Você pode escolher uma festa de boas vindas ou de aniversário, com tema de piratas ou princesas, tem até opões para lua de mel e pedido de casamento!

Nós comemoramos o quinto aniversário do Dudu em Orlando, e encomendamos para ele uma dessas festas. No dia marcado, ao chegarmos no hotel, nos deparamos com uma linda faixa pendurada na porta do quarto!

 

Antes de entrar no quarto, o encanto já começou!
Antes de entrar no quarto, o encanto já começou!

 

Lá dentro, Dudu descobriu, maravilhado, as outras surpresas que o Mickey tinha preparado para ele: presentes, guloseimas, orelhas personalizadas, um porta-retrato assinado, um caderno de autógrafos com uma mensagem especial. Também um enorme balão musical e um banner. Um bolo de chocolate feito pela Minnie. E alguma coisa piscando atrás da cama… A Sininho passou para deixar um pouco de pó mágico!

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Foi puro encantamento! Ele ficou tão emocionado que resolveu encontrar um jeito de agradecer ao Mickey. Pegou um guardanapo e um canudo, desenhou o querido ratinho e fez uma bandeira. No dia seguinte, em que fomos novamente assistir ao show Fantasmic no Hollywood Studios, a cada vez em que o Mickey surgia em cena, Dudu agitava a bandeirinha e gritava: Thank you, Mickey!!!

 

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A festa que eu encomendei (Mickey’s Birthday Wish), custa hoje US$ 215,00. A Mickey and Pals Big Birthday Wish é mais “completa”, mas custa US$ 395,00. Há pequenas surpresas que começam em US$ 4,95, como o balão da Ariel escrito Happy Birthday. Enfim, possibilidades para todos os bolsos.

Para reservar sua celebração ou seu presente, entre no site da Disney Floral and Gifts e escolha a opção desejada. Depois, prepare o coração para presenciar a emoção do seu filho ao viver esse momento mágico!

 

 

Levar ou não levar o carrinho, eis a questão!

Muita gente me pergunta se deve levar o carrinho para a Disney, ou se é melhor alugar ou comprar lá. Peço que você tente visualizar as seguintes cenas de terror (melhor tirar as crianças da sala!):

 

Take 1: Você chega ao aeroporto de Orlando, após uma noite de viagem e uma possível conexão, e precisa ficar na fila da imigração. Seu filho estava dormindo no avião e continua exausto. Você tem bagagem de mão, casacos e um provável brinquedo pra carregar, além dos passaportes e demais papéis que precisam estar à mão. E seu filho quer colo.

 

Take 2: Acaba o pesadelo da imigração, você respira aliviado. E descobre que tem de andar léguas até o balcão de aluguel de carros, ou a recepção do Disney’s Magical Express (o ônibus da Disney, em outro post eu conto). E, mais uma vez, seu filho quer colo.

 

Take 3: Você alugou um daqueles lindos carrinhos dentro do parque da Disney. São 9 ou 10 horas da noite, seu filho está desmaiado no dito cujo, é hora de partir… E você tem que devolver o carrinho na saída do parque! Com mochila, casacos e o balão do Mickey, você vai levar uma criança adormecida no colo até o ponto do transporte que te leva até o estacionamento, depois andar até o carro, depois saltar no estacionamento do hotel e andar até o quarto.

 

Take 4: Você está no shopping, querendo comprar um enxoval completo para uma criança “ingrata”, que acha aquele programa uma chatice. Não consegue escolher nada, porque está apavorado com a possibilidade de perdê-la, já que ela não para de correr entre as araras de roupas.

 

Preciso continuar?

Minha resposta à fatídica pergunta é SEMPRE  a mesma: leve seu bom e velho carrinho tipo guarda-chuva.

Além de ser um ponto permanente de descanso para a criança (e para os pais), o carrinho serve de cabide para bolsas, casacos e compras, e até mesmo carrega as sacolas do carro até o quarto do hotel.

 

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Com a tralha pendurada no carrinho, as mãos ficam livres para brincar!

 

Optar por comprar lá vai te deixar descoberto no aeroporto, um dos lugares em que você mais precisará dele. No carrinho, a criança descansa, dorme, e ainda está segura pelo cinto.

Nas esperas mais longas (no shopping ou na imigração, por exemplo), você ainda pode lançar mão da arma secreta. E aqui eu peço um minuto silêncio pelo saudoso Steve Jobs, inventor do iPad, do iPhone, do iPod…

Ainda por cima, o casal pode aproveitar uma soneca do filhote para um brinde ou dois!

 

Uma taça de vinho em Epcot, na hora da soneca
Uma taça de vinho em Epcot, na hora da soneca

 

O carrinho não conta como bagagem e você despacha na entrada da aeronave. É um amigo para todas as horas, não o deixe para trás!

 


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Embarque autorizado na plataforma 9 3/4

Fãs de Harry Potter, preparem suas varinhas: é hora de tocar os tijolos corretos!

A Universal Orlando finalmente divulgou a data de abertura de sua nova atração, que faz parte do Mundo Mágico de Harry Potter. No Universal Studios, ficará situado o Beco Diagonal, interligado à pré-existente Hogsmeade (no Universal Islands of Adventure) pelo autêntico Hogwarts Express.

Além das lojas e restaurantes que compõem esta insólita rua de Londres, a expansão conta com um simulador de altíssima tecnologia, o Fuga de Gringotes, que recria as cenas de ação vividas por Harry, Rony e Hermione no último filme da série.

O público poderá conferir esta aventura a partir de 8 de julho. Para transitar entre os parques utilizando o famoso trem, será necessário um ingresso do tipo Two-park.

Se você ainda não passou nos testes de aparatação, nem possui uma Firebolt, é melhor comprar as passagens de avião…

 

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Imagem publicada hoje nas páginas Universal Orlando Resort e Harry Potter, no Facebook

Um dia (feliz) no museu

 

Crianças adoram museus. Você pode acreditar nisso.

Museus são lugares cheios de cor, objetos inusitados, uma imensa variedade de experiências.

Só que uma criança pequena, talvez, não esteja tão interessada em saber os detalhes históricos minuciosos que cercam uma peça específica, nem que um quadro tenha sido pintado por determinado artista em tal período, ou possivelmente se cansará após uma caminhada excessivamente longa… Aliás, o carrinho é sempre um bom aliado!

Há muitas alternativas para incrementar a visita, tanto a galerias de arte menores quanto a grandes museus, como o Louvre ou o Metropolitan. Dudu passou 5 horas felizes no British Museum de Londres, sem se entediar. Seguem algumas de minhas dicas:

  • Antes de viajar, apresente à criança as principais atrações do museu que será visitado. Para isso, há livros, revistas e o próprio site do museu. Vai ser muito legal mostrar ao seu filho determinada peça, ao vivo, e dizer: Lembra? A gente viu isso no site!
  • Explique previamente as regras: não correr, não tocar em nada, respeitar os outros visitantes.
  • Faça intervalos regulares para lanche ou almoço.
  • Em uma pinacoteca, por exemplo, costumo perguntar ao Dudu: qual o seu quadro preferido nesta sala? Ele se entretém por um bom tempo, examinando cada obra, até dar seu veredicto. Não importa se ele “esnobou” o da Vinci ou o Rembrandt em prol de um pintor menos valorizado. O que vale é o fato de que ele observou diferentes quadros e percebeu que um deles lhe despertou mais a sensibilidade. Às vezes, inclusive, ele escolhe, sem saber, o mesmo artista em salas diferentes, o que já vai denotando um pouco suas preferências… Missão cumprida, né?

 

Dudu e sua amiga Carol curtindo a Pinacoteca de São Paulo
Dudu e sua amiga Carol curtindo a Pinacoteca de São Paulo

 

  • Coloque uma máquina fotográfica nas mãos da criança e permita que ela registre suas próprias impressões. Você certamente se surpreenderá com o resultado. Dudu viu e fotografou coisas que nos tinham passado inteiramente despercebidas.

 

No British Museum, Dudu ficou um tempão contemplando esta reprodução de um pagode japonês...
No  Victoria and Albert Museum de Londres, Dudu ficou um tempão contemplando esta reprodução de um pagode chinês…

 

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Só ele percebeu que havia bonequinhos lá dentro!

 

  • Aproveite as atividades propostas pelo museu, especialmente para os pequenos. No British Museum, por exemplo, há um projeto chamado Hands On, em que monitores permitem que os visitantes peguem algumas peças nas mãos. O Centre Pompidou sempre tem atividades de artes para as crianças, geralmente baseadas nas exposições em cartaz.

 

Projeto Hands On, no British Museum. Pode tocar à vontade!
Projeto Hands On, no British Museum. Pode tocar à vontade!

 

  • Na lojinha do museu, peça à criança para escolher alguns postais de sua preferência, e faça uma “caça ao tesouro”, em busca das peças que os ilustram. A partir de uns 6 ou 7 anos, é diversão garantida!
  • Nas sessões destinadas a antigas civilizações, permita-se soltar a imaginação e inventar histórias. A visita se transformará numa incrível aventura, se seu filho imaginar o faraó passando por aquele portal, ou que ali vivia um samurai, ou que aquelas jóias pertenciam a uma princesa encantada… Creio, realmente, que podemos deixar a acurácia histórica para quando ele estiver um pouco mais velho, não é? O importante agora é criar o hábito dos programas culturais e, principalmente, despertar o interesse em conhecer a arte e o passado que nos trouxe até aqui.

 

Os mistérios do Egito realmente captaram a atenção do Dudu
Os mistérios do Egito definitivamente captaram a atenção do Dudu

 

Ele fez questão de fotografar o faraó Ramsés II
Ele fez questão de fotografar o faraó Ramsés II

Formulando encantamentos

Aqui no Rio de Janeiro, as férias escolares já chegaram. É tempo de escrever sobre viagens com crianças (talvez meu tema preferido…).

Em primeiro lugar, gostaria de dizer que não é preciso levar seu filho à Disney para que ele se sinta no reino da fantasia. Até mesmo logo ali, em Petrópolis, o Museu Imperial pode estar cercado de toda uma atmosfera mágica. Qualquer lugar do mundo pode ser encantado, basta um pouquinho de pó de fada. Para mim, o pó de fada se chama “preparação para a viagem”.

Dudu viaja conosco desde os 7 meses, mas foi aos 2 anos que começaram as “preparações”. Existem filmes e histórias infantis relacionados a quase qualquer roteiro que você puder escolher. Quando a criança toma contato com um local através de imagens e personagens que povoam seu imaginário, aquele lugar automaticamente se enche de magia. Por exemplo: aos 4 anos, quando Dudu visitou o Regent’s Park (Londres), ele estava passeando onde os dálmatas Pongo e Prenda (e seus donos) se conheceram. E o Big Ben é o relógio sobre cujos ponteiros Peter Pan pousou com Wendy e seus irmãos… Da mesma forma, o Zoo do Central Park (Nova York) é vivo na imaginação dos pequenos como cenário de Madagascar, e uma visita ao Museu de História Natural de Nova York pode ficar mais divertida após a exibição de Uma Noite no Museu. Paris é cenário de Aristogatas, Ratatouille, O Corcunda de Notre Dame, Os Três Mosqueteiros e tantos outros, e uma viagem ao interior da Itália merece ser precedida de uma sessão de Pinocchio (aliás, o boneco é presença garantida em lojas de brinquedos artesanais por aquelas bandas…). Mesmo a Disney ganha muito em aproveitamento, se a criança estiver mais familiarizada com o que ela verá.

 

O lago do Regent's Park, em Londres: cenário de 101 Dálmatas
O lago do Regent’s Park, em Londres: cenário de 101 Dálmatas

 

Harry Potter quebrou esta vitrine do Zoo de Londres, para libertar uma cobra e despertar a ira de seu tio Dursley!
Harry Potter fez desaparecer esta vitrine do Zoo de Londres, para libertar uma cobra e despertar a ira de seu tio Dursley!

 

Do alto da torre, Quasímodo e suas amigas gárgulas observavam Esmeralda lá embaixo, na praça de Notre Dame
Do alto da torre, Quasímodo e suas amigas gárgulas observavam Esmeralda lá embaixo, na praça de Notre Dame

 

A lista é quase infinita, passando pelos cinco continentes, entre desenhos animados, filmes “de pessoa” (como diz o Dudu) e livros que não viraram filmes, mas que nem por isso são menos estimulantes. Além disso, estratégias especiais também podem transformar museus e monumentos em grandes aventuras. Mas isso será assunto para próximos posts… Pouco a pouco, pretendo ir escrevendo sobre a preparação para meus destinos favoritos, e estou aberta a sugestões! Qual será o cenário das peripécias da sua família nestas férias?

 

Vista do segundo andar

Muitas vezes, a gente precisa organizar a visita a uma cidade levando em conta que há muito para ver em poucos dias, sem perder de vista que uma viagem de férias não deveria ser extenuante… Uma boa opção para economizar tempo e pernas é usufruir do serviço daqueles ônibus de dois andares, tipo “hop on hop off”.

Em Barcelona, ele se chama Bus Turistic, e foi uma tremenda mão na roda. Barcelona é uma cidade relativamente grande, com suas principais atrações espalhadas por diferentes regiões. Utilizamos o Bus Turistic efetivamente como um meio de transporte, com a vantagem de nos levar diretamente aonde queríamos ir, saltando na porta, sem desvios, sem labirintos pelo metrô, e ainda por cima vendo a cidade de cima. Compramos o passe de dois dias e valeu muito à pena.

 

Bus Turistic em Barcelona
Bus Turistic em Barcelona
Barcelona vista de cima
Barcelona vista de cima

 

Londres é uma cidade de locomoção fácil, mas o The Original Tour proporcionou descanso e diversão para o Dudu, na época com 4 anos. Pegamos o ônibus em frente ao Sherlock Holmes Museum e paramos na Torre de Londres. Ele adorou o passeio! E ainda ganhamos uma visita guiada para a troca da guarda, o que foi uma boa pedida (o guia ia levando a gente por uns atalhos para que pudéssemos acompanhar as diversas etapas do ritual, que acontecem em lugares diferentes quase simultaneamente).

 

Em Londres, no The Original Tour sightseeing bus
Em Londres, no The Original Tour sightseeing bus

 

Em ambas as cidades, o passe pode ser comprado diretamente no ônibus, em qualquer uma das paradas, e o preço varia de acordo com o número de dias em que será utilizado. Depois é só sentar e apreciar a paisagem!

Primeira parada: banca de jornal!

Se um amigo estivesse indo para Paris e eu tivesse a oportunidade de lhe dar uma única dica, eu certamente diria: Pariscope!

O Pariscope é uma revistinha semanal, que sai toda quarta-feira e é vendida em qualquer banca de jornal (inclusive no aeroporto, onde eu costumo comprar). Custa 50 centavos e cabe na bolsa. Ela contém toda a programação cultural daquela semana específica: shows, exposições, concertos, eventos, etc., além de listar os endereços e horários de funcionamento de todos os museus e galerias da Île de France.

Mesmo que você tenha um excelente guia da cidade, o Pariscope vai te informar se determinado museu está fechado naquela semana para reformas, evitando que você chegue lá e dê com a cara na porta. Ou talvez te mostre que, devido a um evento extraordinário, o mesmo museu estará aberto até mais tarde nos dias x, y e z, possibilitando um melhor planejamento do seu roteiro. Ou seja: ele é imprescindível.

Dependendo do seu dia de chegada e partida, não esqueça de que a programação de cada edição só cobre até a terça-feira, toda quarta-feira você deverá comprar uma nova.

Atualmente, existe o aplicativo do Pariscope, disponível para iPhone e Android. É grátis e vale muito à pena baixar. Entretanto, embora eu seja bastante adepta de tecnologias começadas pela letra i, ainda me mantenho apegada à boa e velha revistinha, que eu já vou marcando e sublinhando no trajeto do aeroporto até o hotel…