Turks & Caicos: os sabores do paraíso

O restaurante do parque aquático é um navio pirata
O restaurante do parque aquático Pirate’s Island tem a forma de um navio

No post do dia 16 de agosto, contei como foram nossas férias inesquecíveis, com nosso amigos Anna e Sérgio, no Beaches Resort Turks and Caicos. Conforme prometido, hoje vou dedicar um texto inteirinho só para a experiência gastronômica proporcionada por este resort all-inclusive, que conta com 19 restaurantes e 12 bares (clique aqui para a lista completa). Não fui a todos, pois há dois exclusivos para adultos, bem como bares noturnos, com música, etc., que não cabiam no nosso programa. Além disso, alguns eram tão maravilhosos, que a gente sempre ficava na dúvida entre repeti-los ou conhecer novidades. Na nova vila Key West há também um restaurante. Segundo Anna e Sérgio, que foram de novo este ano, é muito bom. Entretanto, eles continuam achando que a Italian Village é a melhor.

Um destaque importante é a boa vontade de todo o staff. Um dia, estávamos dando o jantar às crianças e perguntamos se tinha arroz branco, pois no buffet só estávamos vendo arroz à grega, com amêndoas, etc. O maître pediu que aguardássemos só um pouquinho. Quando nos demos conta, ele tinha ido em outro restaurante buscar uma travessa de arroz branco só pros nossos pimpolhos. O mesmo aconteceu quando eu comentei, à mesa do Mario’s, que iria pegar uma pizza pro Dudu no Dino’s, e o garçom disse que não precisava, ele mesmo iria lá buscar pra nós. Logo no início da viagem, percebi a ausência de água de coco nos cardápios. Perguntei na recepção se algum dos restaurantes servia essa bebida, que é a favorita do Dudu. Eles responderam que, infelizmente, não. No dia seguinte, entretanto, quando eu abri o frigobar, havia um galão de uns 2 litros de água de coco natural e fresquinha, especialmente para o meu filhote. Quando eu digo que o atendimento deles é um show…

Os vinhos são um caso à parte. Acho que nós quatro nunca bebemos tanto vinho em nossas vidas! A vinícola californiana Beringer desenvolveu uma linha exclusiva para a rede Sandals (da qual o Beaches faz parte), que consiste em 5 variedades: os tintos Merlot e Cabernet Sauvignon, os brancos Chardonnay e Pinot Grigio, e um espumante. Tudo incluído, é claro! O hotel dispõe de uma carta de vinhos e champagnes nobres, então se você quiser gastar dinheiro e não abre mão da Don Perignon, não tem problema. Pessoalmente, nós ficamos perfeitamente felizes com o Pinot Grigio que degustávamos no almoço, o Cabernet do jantar e um ou outro espumante na piscina… Que vida dura…

Eu não bebo cerveja, mas o Alexandre, a Anna e o Sérgio curtiram muito o pub irlandês Cricketer’s. Para a piscina, eles não viam nada melhor do que uma Guinness ou alguma outra opção da extensa carta de cervejas britânicas. Todas as piscinas têm bar dentro e fora, com grande variedade de drinks. Inclusive a piscina infantil, só que lá os drinks são de suco e sorvete!

Vou falar um pouco sobre os restaurantes que experimentamos. Depois que você também passar uns dias por lá, me conta o que achou! 😉

 

Mario’s

No almoço, eu acho que nunca cheguei a experimentar os pratos quentes. A mesa de saladas era tão espetacular, que eu acabava ficando só nisso. As sobremesas também eram um sonho. Ficávamos na varanda, de frente para as piscinas do Italian Village. À noite, o restaurante ganha ares medievais e uma cozinha mais “substanciosa”. Sempre uma delícia!

Uma noite medieval no Mario's
Uma noite medieval no Mario’s

 

Almoços inesquecíveis no Mario's
Almoços inesquecíveis

Barefoot by the sea

Nosso favorito para o café da manhã. Panquecas de blueberry, salada de melões variados com iogurte e granola, croissants perfeitos… Tudo isso na areia da praia, com o mar logo ali.

No Barefoot by the Sea tem mesa de adulto e de criança
No Barefoot by the Sea tem mesa de adulto e de criança

 

Começando bem o dia
Começando bem o dia

Schooners

Estávamos na dúvida entre o risotto de king crab com manteiga de lagosta, sugerido pelo chef, e o marlin azul aromatizado no capim limão. A atendente sorriu e resolveu o problema: trago uma travessa de risotto para vocês degustarem, depois o marlin azul! Não sei como não voltei rolando desta viagem…

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Um brinde às férias perfeitas!

 

O cardápio tentador do Schooners
O cardápio tentador do Schooners
Frutos do mar à luz da Lua
Frutos do mar à luz da Lua

 

Café de Paris

Café expresso, chá inglês, capuccino, mais uma linda vitrine de tentações preparadas por um chef patissier francês. Parada obrigatória depois do almoço no Mario’s. Nem acredito que não tenho fotos, acho que eu estava muito ocupada tomando chá!

 

Kimono’s

É um restaurante oriental, do tipo que a comida é feita na chapa em frente aos clientes. As crianças ficaram muito impressionadas! É recomendável reservar.

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A arte do chef

 

À mesa do Kimono's
À mesa do Kimono’s

Soy

Um sushi bar maravilhoso, onde parece que o salmão pulou do mar diretamente para o nosso prato. Um de nossos melhores jantares!

 

Enquanto os adultos se esbaldavam no sushi, as crianças dormiam nos carrinhos
Enquanto os adultos se esbaldavam no sushi, as crianças dormiam nos carrinhos

Bobby Dee’s

É o barco pirata do Pirate’s Island, onde há uma máquina de sorvete e uma carrocinha de pipoca self service, liberada para as crianças. Serve sanduíches deliciosos. O ponto alto, para nós, eram os pratos de frutas frescas selecionadas (morangos, amoras, uvas,  blueberries…), que ficavam embalados e disponíveis sobre uma mesa coberta de gelo, elevando a um outro nível a experiência de relaxar na espreguiçadeira à beira da piscina…

Ao lado do Bobby Dee's, o Dudu fez amizade com um menino irlandês
Ao lado do Bobby Dee’s, o Dudu fez amizade com um menino irlandês

 

Esta criatura nunca tomou tanto sorvete na vida!
Esta criatura nunca tomou tanto sorvete na vida!

Dino’s Pizzeria

Pizzas no forno a lenha, ambiente super agradável.

 

Isso é o que eu chamo de uma refeição leve... rsrsrs
Isso é o que eu chamo de uma refeição leve… rsrsrs

Arizona’s

Esse é apenas ok. Normalzinho, sabe? Mas todo mundo tem que ir no primeiro dia, por causa do horário de chegada do vôo, pois é o único que serve almoço até o fim da tarde. Não compromete, mas fica aquém dos demais.

 

Primeira refeição, animação total!
Primeira refeição, animação total!

Giuseppe’s

Um italiano gostoso, porém não chega aos pés do Mario’s. Mas foi bom pra variar.

Almoço no Giuseppe. Ao fundo, o Café de Paris
Almoço no Giuseppe’s. Ao fundo, o Café de Paris.

 

Não me lembro o nome do restaurante ao lado da recepção do Caribbean Village. Tem serviço de buffet, com um parte só para as crianças, onde o balcão é baixinho, para elas poderem escolher. Algumas vezes, demos jantar a elas ali, antes de irmos ao japonês, por exemplo, que elas não curtiam. Foi neste lugar que o maître “descolou” o arroz branco pra nós.

 

O mais pertinho do nosso quarto, perfeito para o jantar do Dudu, da Juju e da Mari
O mais pertinho do nosso quarto, perfeito para o jantar do Dudu, da Juju e da Mari

Até hoje, quando eu e Alexandre encontramos com a Anna e o Sérgio, sempre acabamos fazendo algum comentário sobre a salada de queijo feta do Mario’s, a cheesecake de cappucino do Café de Paris, o café da manhã do Barefoot, o pinot grigio de Caicos… O que mais marcou as crianças foram os tobogans, mas, para os crescidinhos, as lembranças gastronômicas é que ficaram para sempre! Aliás, acho que estou até hoje tentando removê-las da minha cintura… 😉

 

 

 

 

 

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Turks & Caicos: um paraíso caribenho que os brasileiros começam a descobrir

Há vários anos, o Beaches Turks & Caicos Resort Villages and Spa vem recebendo prêmios, inclusive o Travel +Leisure World’s Best Awards, de melhor hotel do mundo para famílias. Eu tive o privilégio de passar uma semana neste paraíso, em janeiro de 2012, com meus dois rapazes, mais um casal de amigos queridíssimos e suas duas filhotas. Aliás, foi deles a dica deste destino imperdível, um brinde a Sérgio, Anna, Juju e Mari! Eles gostaram tanto que já voltaram duas vezes desde então, uma no Beaches Negril (Jamaica) e outra novamente em Turks & Caicos.

As ilhas Turks and Caicos são um território britânico ultramarino, situado a sudeste da Flórida, próximo à República Dominicana e Haiti. O idioma local é o inglês, mas muitos funcionários do hotel, de acordo com a proveniência, falam espanhol ou francês. O aeroporto de Providenciales, na ilha de Caicos, fica a 1h20min de Miami, onde ficamos por duas noites no final da viagem. O Beaches se responsabiliza pelo translado entre o hotel e o aeroporto.

Os hotéis Beaches fazem parte da famosa rede Sandals, com a diferença de serem mais voltados para famílias, e não para casais em lua-de-mel. O mais legal é que TODOS se divertem e aproveitam da mesma forma. Não somente há atrativos para todas as idades, como as coisas são pensadas de forma a permitir que cada um desfrute de tudo plenamente e sem atropelo.

O hotel é dividido em quatro “villages”, onde estão distribuídas as suítes, desde as mais “normais” – como as nossas – até as mais luxuosas. Cada “village” conta com um sistema de piscinas e restaurantes, mas todos os hóspedes do complexo têm acesso livre a qualquer um deles. Nós, por exemplo, nos hospedamos no Caribbean Village, mas adorávamos frequentar a piscina do Italian Village e almoçar no restaurante Mario’s, também nesta área.

 

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Farra na piscina do Caribbean Village

 

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Conforto, mordomia, sossego à beira da piscina…

 

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Basquete na piscina do Caribbean Village
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Vista do nosso quarto no Caribbean Village

 

Piscinas do Italian Village
Piscinas do Italian Village
Motorizados no Italian Village
Motorizados no Italian Village
Jardins do French Village
Jardins do French Village

 

Mario's, nosso restaurante favorito para o almoço
Mario’s, nosso restaurante favorito para o almoço

 

Por falar em restaurante, o resort é all-inclusive, na plena acepção da palavra. Nos 16 restaurantes, a maioria à la carte, mais 12 bares, você vive uma verdadeira experiência gastronômica (vou escrever um post exclusivamente sobre isso), que inclui vinhos, espumantes, cervejas irlandesas, drinks no bar dentro da piscina, capuccino, chá e café expresso com patisserie francesa e um atendimento super personalizado. Além disso, rigorosamente todas as atividades de lazer estão incluídas, até mesmo o equipamento de mergulho. Vale dizer que este arquipélago de cerca de 40 ilhas abriga dezenas de pontos de scuba diving. É possível também pegar o barco do hotel para ver a natureza marinha de snorkel, junto à barreira de corais que circunda a área.

 

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Toda a estrutura para snorkelling e scuba diving é oferecida pelo resort

 

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Há toda uma variedade de esportes aquáticos

 

Na interseção entre as “villages”, há um centro de compras duty free e aquilo que foi o ponto alto da nossa estadia: a Pirate’s Island. Trata-se de um parque aquático com tobogans, lazy river (um “rio” que você desse deitado numa boia), piscina para aula de surf, brinquedos para os miudinhos, tudo cercado de confortáveis espreguiçadeiras para os pais relaxarem comendo as diversas e deliciosas frutas frescas disponíveis, à vontade, no restaurante anexo. Acompanhadas de uma taça de espumante, por que não? Ou, melhor ainda, sentados dentro da piscina quente, em torno da qual as crianças obrigatoriamente têm de passar para dar a volta e escorregar pela milésima vez no tobogan. Isto é, de dentro deste spa, você tem acesso visual a todo o percurso da brincadeira, então pode ficar lá na água quente, igual a um saquinho de chá, enquanto seu filho se esbalda em segurança.

 

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O tema do parque aquático é uma ilha de piratas
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Os tobogans fizeram a cabeça das nossas crianças
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Dudu e Juju se acabaram na Pirate’s Island
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Fontes de água no navio pirata
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A piscina dos tobogans era segura e divertida
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No restaurante dos piratas, além de sanduíches, sucos, frutas frescas e mil lanches que as crianças amam, uma máquina de sorvete e uma carrocinha de pipoca, self-service e totalmente liberadas
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O relaxante lazy river

 

O resort é povoado pelos personagens da Vila Sésamo, que circulam, tiram fotos com as crianças, fazem shows. Achei que não iam dar muito ibope com nossas crianças brasileiras não muito acostumadas, mas foi sucesso absoluto!

Existe uma área separada para os menores de 2 anos, com piscininha, parquinho e um salão fechado com brinquedos, que conta com babás treinadas. Por um custo adicional, é possível deixar o bebê aos cuidados de uma destas babás, para que os pais conheçam um dos dois restaurantes exclusivos para adultos. Não foi o nosso caso, então nada posso dizer sobre os restaurantes ou as babás…

Evidentemente, há o clubinho, mas nossas crianças ainda não falavam inglês, então não quiseram participar. Sinceramente? Embora parecesse ser bem bacana, havia tanta coisa para fazer que o clubinho não fez a menor falta! Mesmo o inevitável salão de jogos eletrônicos atraiu a atenção do Dudu somente no primeiro dia, durante os únicos 20 minutos de chuva que tivemos na semana toda (alguns dias nublados, mas fomos à praia e a piscina diariamente).

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Eles amaram o Garibaldo!

Se você está levando filhos adolescentes, há atividades planejadas também para eles. Por exemplo, uma danceteria exclusiva para jovens de 11 a 17 anos, onde eles podem fazer curso de DJ. Há também shows, festas, churrascos noturnos na praia. A boa notícia é que, se tudo o que você busca é sossego, estas atividades são planejadas para não interferirem no hotel como um todo, ou seja, você pode desfrutar calmamente de um sushi no restaurante japonês, sem tomar conhecimento do show de talentos que está acontecendo no palco central. Minha única recomendação: se você não é “do agito”, não se hospede na French Village, a mais próxima do palco e da danceteria.

Por toda parte, há barraquinhas com toalhas frescas, e um local para depositar as molhadas. Embora o hotel estivesse com ocupação completa, em nenhum momento foi necessário esperar por uma mesa de restaurante, ou disputar uma espreguiçadeira. Pelo contrário, o tempo todo a sensação era de que havia espaço de sobra. A praia é linda, mas a gente nem ficava lá muito tempo, porque as crianças queriam aproveitar os tobogans. Em geral, o programa era praia depois do café da manhã e ao por do sol, o resto do dia na Ilha dos Piratas. E nos restaurantes, é claro, que até hoje nos fazem suspirar…

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Anna, Mari e Dudu curtindo o mar do Caribe
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Turks and Caicos, lindo demais!

 

A vida em Caicos é tão exaustiva...
A vida em Caicos é tão exaustiva…
Toda a faixa de praia ao longo do resort é privativa
Toda a faixa de praia ao longo do resort é privativa

Poderíamos ter passado a semana inteira sem mexer na carteira, pois o hotel é realmente all-inclusive. Mas vou contar três pequenas extravagâncias que valeram os dólares extras que investimos.

O resort possui uma estrutura muito bacana de esportes. Nas excelentes quadras de tênis, acontecem clínicas para crianças e adultos, em grupo, gratuitamente. Como o Dudu nunca tinha jogado tênis na vida, e é louco por esportes, resolvemos proporcionar a ele essa experiência. Só que, é evidente, a aula particular era paga e custava US$ 40,00. Valeu super à pena, o professor era um dominicano simpático, qualificado e competente, foi muito proveitoso.

 

 

Dudu e Juju estavam com 6 anos, Marianinha com 4. Ou seja, snorkel na barreira de corais talvez fosse meio puxado… Contratamos, então, um passeio de semi-submarino de uma agência local (não era um serviço do hotel), para ver as belezas marinhas de forma mais acessível aos pequenos. Isso vale também para as vovós e vovôs que eventualmente não sejam afeitos a maiores radicalismos…

Nossa turma reunida para o passeio de semi-submarino
Nossa turma reunida para o passeio de semi-submarino
Dudu ficou encantado em ver a arraia livre, no fundo do mar, de pertinho
Dudu ficou encantado em ver a arraia livre, no fundo do mar, de pertinho
Até a tartaruga marinha passou para dar um alô!
Até a tartaruga marinha passou para dar um alô!

 

Finalmente, um presentinho que ofereci a mim mesma: uma sessão de massagem no Red Lane Spa. Como fisioterapeuta, passo o ano inteiro cuidando do corpo dos outros, então resolvi me fazer este mimo e me entregar, por uma hora e meia, ao que eles chamam de Red Lane Signature West Indian Massage, um dos diversos tipos de tratamentos relaxantes e/ou estéticos disponíveis. Foi perfeito!

Se você estiver realmente a fim de gastar dinheiro, há serviços como um mordomo pessoal, com luvas brancas e certificado em Londres, bem como jantares exclusivos a dois, na praia e à luz de velas. Não foi o nosso caso… O resort oferece várias opções para casamento e lua-de-mel, tivemos a oportunidade de presenciar uma linda festa na piscina do Caribbean Village.

No próximo post, vou falar especificamente sobre os comes e bebes, a maior surpresa da viagem. Nunca pensei que pudesse encontrar tanta qualidade em um esquema “mega resort all-inclusive”. E aí? Já está com água na boca para conhecer este lugar de sonho?

 

Fim de tarde em Turks & Caicos
Fim de tarde em Turks & Caicos

 

Disney Photopass: o que é, como funciona e por que eu o acho indispensável

Fotógrafos profissionais, uniformizados, com suas câmeras e tripés estrategicamente posicionados, para tirar fotos à vontade da sua família, em frente ao Castelo da Cinderela, recebendo o autógrafo do Mickey, duelando com Darth Vader, despencando aos gritos na montanha russa… A Disney oferece este serviço, que eu considero uma tremenda bola dentro: o Disney Photopass.

Você pega o cartão photopass gratuitamente (você só paga pelo produto final, se quiser adquiri-lo, e à sua escolha) com qualquer um dos fotógrafos espalhados pelos parques. Depois, a cada vez que você avistar um deles, pode pedir para ser fotografado, de todas as maneiras que quiser: sozinho, o casal, a família inteira, só as crianças, etc. Concluída a sessão, o profissional rapidamente carrega as fotos para o seu cartão. Você os encontra em toda a parte, posicionados para captarem os melhores ângulos. E o que é melhor: seu grupo pode sair completo na foto.

 

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Os fotógrafos caracterizados estão por toda parte!
A câmera da Expedition Everest deu um flagra na mãe super-protetora...
A câmera da Expedition Everest deu um flagra na mãe super-protetora…
O pacote completo inclui as fotos tiradas dentro dos brinquedos, como o Buzz Lightyear Space Ranger Spin
O pacote completo inclui as fotos tiradas dentro dos brinquedos, como o Buzz Lightyear Space Ranger Spin

 

Às vezes, ele solicita que você faça uma pose específica. Quando você vai ver a foto depois, foi adicionada uma “surpresinha”! Como eles são muito rápidos, mesmo que haja duas ou três famílias na sua frente, a espera é sempre curtinha. Em geral, não há nenhuma espera.

 

O fotógrafo mostrou para onde deveríamos apontar e fazer cara de surpresa. Depois, apareceu o Stitch na foto!
O fotógrafo mostrou para onde deveríamos apontar e fazer cara de surpresa. Depois, apareceu o Stitch na foto!
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Uma pitada de “pixie dust” em Epcot

 

Fotógrafos estão presentes em todas as locações de encontro com personagens. Eles captam cada instante, desde a expectativa do seu filho antes de se aproximar até o abraço com o ídolo. Isso é fantástico, pois deixa você livre para filmar o momento, ficando as fotos a cargo do profissional. Vejam esta sequência feita no pavilhão da Inglaterra em Epcot:

 

Expectativa antes de se aproximar...
Expectativa antes de se aproximar…

 

O tão esperado abraço!
O tão esperado abraço!

 

Um autógrafo, por favor?
Um autógrafo, por favor?

 

Depois de fotos individuais com cada um, abraços e autógrafos registrados, a turma toda reunida!
Depois de fotos individuais com cada um, abraços e autógrafos registrados, a turma toda reunida!
Uma carinhosa despedida do amigo Tigrão
Uma carinhosa despedida do amigo Tigrão

No Treinamento Jedi, eles isolam uma área em torno do palco, onde o fotógrafo circula com uma cadeira de rodinhas, para não perder nenhum ângulo. Mais uma vez, sua câmera fica liberada para se ocupar somente da filmagem.

Profissional Photopass em ação, no Treinamento Jedi
Profissional Photopass em ação, no Treinamento Jedi

 

A qualquer momento, você pode visualizar suas fotos na loja da Kodak que existe na entrada de cada parque. É lá também que você poderá comprar impressões de fotos à sua escolha ou, o que é mais provável, o CD com todas as suas fotos, sem limite de quantidade. A opção mais vantajosa, na minha opinião, é o Memory Maker, que pode ser adquirido no site e dá um bom desconto para compra antecipada. Inclui o CD com as fotos tiradas nos parques, mais aquelas captadas dentro das montanhas russas e de algumas refeições com personagens, não incluídas no Photopass normal. Custa US$ 149,00, o que não é barato, mas eu considero o item de compras mais importante quando vou à Disney… Deve-se levar em conta que ele significa um registro de alta qualidade das férias da sua família, podendo chegar a centenas de fotografias. Minha prima Fernanda passou a lua-de-mel em Orlando e, graças a este serviço, tem montanhas de fotos da celebração do casal!

Você cadastra seu cartão no site e cria uma conta. Assim, no período de 1 mês após o fim da sua viagem, você poderá mesclar todas as suas fotos, inclusive as tiradas com sua própria câmera (fazendo o upload), para compor os mais diversos produtos. O Photo Book custa US$ 80,00 e é lindo de morrer! Capa de couro, super bem acabado e com um grau de customização difícil de acreditar. O site permite que você escolha cada mínimo detalhe e te oferece uma quantidade enorme de opções. Os calendários são lindos, as canecas de cerâmica são super fofas, os tags para mala também, e tudo de uma qualidade surpreendente.

Quando você compra o Memory Maker pelo site, recebe um código que te permite pegar seu CD em uma loja Kodak em qualquer parque, no final da viagem. Se não der tempo de passar na loja, não perca o vôo por causa disso: ele pode ser enviado pelo correio.

Uma dica: quando receber seu cartão photopass, anote o número. Se você o perder, poderá resgatar suas fotos facilmente, fornecendo o número na loja Kodak ou no site. Vários cartões podem ser mesclados na mesma conta. Ou seja, se você esquecê-lo no hotel, peça outro ao primeiro fotógrafo que encontrar e continue usando normalmente. Quando abrir a conta no site, é só cadastrar ambos, ou mesmo pedir ao funcionário da loja Kodak que os mescle em um único cartão.

As lembranças mais importantes que trazemos de uma viagem, fora as que estão dentro da cabeça e do coração, são as fotografias. Por isso, o CD do Photopass figura sempre como despesa básica no orçamento das minhas visitas à Disney. De qualquer modo, mesmo que você não queira adquirir todo o pacote, pegue o cartão. Nem que seja para comprar só aquela foto do seu filho abraçando o Buzz Lightyear, que você não tirou porque estava enxugando uma lágrima…

Momento mágico devidamente registrado!
Momento mágico devidamente registrado!
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Juntos em nosso parque favorito!

De carro pelo Velho Oeste – Parte 3: Monte Rushmore

Estamos chegando ao fim das aventuras de Gustavo e Edith pelo Velho Oeste americano. No post anterior, acompanhamos o intrépido casal desde Cody, a cidade de Buffalo Bill, até a misteriosa Devils Tower. Hoje eles chegarão ao destino final, Dakota do Sul, para visitar o célebre Mount Rushmore. Passo o bastão, mais uma vez, para Gustavo Monteiro:

 

“A apenas 30 minutos de Rapid City, Dakota do Sul, encontra-se o Monte Rushmore, com a efígie de quatro dos mais famosos presidentes americanos esculpidos na rocha viva.

Há uma ótima infraestrutura ao redor, com lanchonetes, bancos para descanso e toaletes em excelentes condições de higiene e limpeza.

Lanche com os presidentes, no Mount Rushmore
Lanche com os presidentes, no Mount Rushmore

Estivemos lá em setembro de 2013, a temperatura estava amena, agradabilíssima.

A entrada é paga e pode-se assistir a uma exibição de índios executando danças nativas. Os que se apresentaram diante de nós eram da tribo sioux, habitantes da região até a chegada dos europeus.

Índios Sioux exibem danças nativas
Índios Sioux exibem danças nativas

 

Paralisada há anos, há uma escultura não acabada, também em rocha viva, do grande chefe Cavalo Doido, que nasceu naquela região, da mesma tribo dos dançarinos, também denominada lakota ou dakota.

A efígie inacabada do Chefe Cavalo Doido, cenário para a dança dos índios Sioux
A efígie inacabada do Chefe Cavalo Doido, cenário para a dança dos índios Sioux

 

Pertinho de Rapid City, em Dakota do Sul, há a réplica de uma pequena capela norueguesa remontada naquela cidade americana pelos seus próprios projetistas. O madeirame foi transportado da Noruega para lá. É uma visita rapidíssima, que nos serviu para fazer uma prece agradecendo poder estar podendo viajar desfrutando de boa saúde e segurança.

A entrada é franca.”

Chapel in the Hills, South Dakota
Chapel in the Hills, South Dakota

 

Com tantas andanças na bagagem, acho que o Gustavo vai se tornar um colaborador regular do Roteiro Renatours. Só tenho a agradecer e esperar novas contribuições.

Um abraço e boas viagens!

De carro pelo Velho Oeste – Parte 2: Buffalo Bill e ficção científica

No post anterior, seguimos Gustavo e Edith em sua “road trip” que começou em Las Vegas e fez sua primeira parada no Parque Yellowstone. Hoje, vamos acompanhar as andanças do intrépido casal pelo Wyoming. Com a palavra, mais uma vez, Gustavo Monteiro!

 

” Deixamos o Parque Yellowstone pela saída Leste e em menos de 3 horas estávamos na pequenina cidade de Cody,  batizada em homenagem a William Frederick Cody, o Buffalo Bill. Pouco depois da saída do Parque encontra-se a Pahaska Tepee, segundo dizem é no local onde Buffalo Bill tinha a cabana de caça dele.

Pahaska Tepee, onde ficava a cabana de caça de Buffalo Bill
Pahaska Tepee, onde ficava a cabana de caça de Buffalo Bill

 

Lá, em Cody, há um surpreendentemente amplo, belo e ilustrativo museu acerca dos hábitos, costumes, armas, equipamentos, utensílios, tendas indígenas e tudo que se relacione com a vida nas planícies no tempo do chamado Velho Oeste. É o Buffalo Bill Historical Center.

Uma imensa coleção de armas, um precursor do canivete suíço, zorras e peças do vestuário utilizados naquela época.

Organizadíssimo e bem cuidado, cobra entrada de US16,00 por pessoa, bilhete válido por dois dias. Dispõe de lanchonete, restaurante e banheiros. De maio a setembro abre às 8:00 e fecha às 18:00h.

Pensamos em visitá-lo em menos de uma hora, ficamos por 4 horas e saímos com a sensação de não termos visto tudo.

 

Estátua de Buffalo Bill
Estátua de Buffalo Bill
Acampamento indígena, da tribo Arapaho
Acampamento indígena, da tribo Arapaho
 Índia, bebê e zorra
Índia, bebê e zorra
Winchester 73, original em cima, embaixo a réplica usada no filme de mesmo nome
Winchester 73, original em cima, embaixo a réplica usada no filme de mesmo nome

 

Precursor do canivete suíço, fabricação alemã, com 100 lâminas e um revólver 22 com 5 tiros
Precursor do canivete suíço, fabricação alemã, com 100 lâminas e um revólver 22 com 5 tiros

 

Edith e a tenda indígena
Edith e a tenda indígena

 

Cody dispõe de um um aeroporto para vôos domésticos.

Na primeira vez que estivemos lá optamos por devolver o carro em Cody pois seguiríamos de avião para Nova York. Nosso vôo era às 7 da manhã do dia seguinte e achei pouco provável que houvesse alguém da locadora para receber o carro antes das 6 da manhã, optando por devolvê-lo na véspera. Papai do Céu nos protegeu, pois o quiosque da locadora estava fechado no dia seguinte. Assim, descobrimos que a cidade de menos de 10 mil habitantes não dispõe de sistema de táxis. Arranjamos uma carona para o hotel e lá há um esquema de transporte até o aeroporto feito pelos próprios moradores.

Nosso roteiro, que se iniciara em Las Vegas passando pelo Parque Yellowstone, incluía Gillete, Wyoming, a caminho de Rapid City, Dakota do Sul, onde veríamos o Monte Rushmore, de nosso interesse.

Acontece que, com um pequeno desvio da rota, para o norte, chegamos a um impressionante Monumento Nacional chamado Devils Tower. Trata-se de uma montanha muito particular em sua formação geológica e que surge do nada na planície, imponente e misteriosa.

Serviu de locação para o filme “Contatos imediatos do terceiro grau”, de Steven Spielberg, e valeu à pena termos nos desviado por apenas uma hora do nosso rumo. O local é mágico e cercado de interessantes lendas indígenas das várias tribos que habitaram a área.

Vimos pessoas, digamos, inusitadas, a tocar instrumentos de sopro e percussão indígenas, o que envolveu nossa passagem em um ambiente bem singular. No local havia uma família de índios da tribo  arapaho em uma tenda típica.

Uma sugestiva placa na entrada da lanchonete, dá o tom western do local.

 

Para manter a limpeza do local...
Para manter a limpeza do local…

 

Gustavo e a Devils Tower
Gustavo e a Devils Tower
Aqui os extraterrestres fizeram contatos imediatos, no filme de Spielberg
Aqui os extraterrestres fizeram contatos imediatos, no filme de Spielberg

 

No arredores, em torno da Torre, são encontrados, sem qualquer dificuldade, cães-da-pradaria, um roedor de cerca de 40cm de comprimento e que cava buracos e túneis nos campos. São muito graciosos e curiosos, aproximam-se da gente sem muito receio. É proibido alimentá-los mas é difícil resistir a essa tentação pois é um recurso que os faz aproximarem-se a poucos centímetros das câmaras fotográficas. Cuidado, no entanto, pois apesar da simpatia, eles podem morder.

De Rapid City a Devils Tower são apenas duas horas de carro; estradas excelentes.

A entrada custa US$10,00 por veículo e há lanchonete, banheiros e loja de souvenirs.”

 

Cães-da-pradaria
Cães-da-pradaria

 

Como resistir a esta meiguice?
Como resistir a esta meiguice?

 

Agora eu vou contar uma peculiaridade das viagens de Gustavo e Edith. Eles tem um hábito super simpático: antes de partir daqui do Brasil, passam em uma loja de souvenirs para turistas e compram uma porção de bonés. Então, eles os guardam na mala e, sempre que recebem um atendimento excepcionalmente bom, ou fazem amizade com alguém do local, que se mostre especialmente cordial, eles dão um boné de presente. Segundo o Gustavo, não tem satisfação maior do que os sorrisos que recebem em troca. Sempre que narra uma história de excelente atendimento ou relacionamento numa viagem, ele conclui perguntando: “Aí você já sabe, né Renata? E respondemos em uníssono: “Boné!” É uma nova categoria de avaliação de atendimento: o “padrão boné”. 😉

 

Domingo é dia de “Meus 5 favoritos, então só chegaremos ao fim desta jornada na semana que vem, com Dakota do Sul e o célebre Monte Rushmore. Enquanto isso, continue aproveitando todas as outras dicas do Roteiro Renatours!

 

 

 

De carro pelo Velho Oeste – Parte 1: Yellowstone

Hoje o blog abre oficialmente a sala de visitas! E o meu convidado para o primeiro post colaborativo não poderia ser outro além do Gustavo Monteiro, aquele que, de tanto trocarmos experiências de viagens, me deu o apelido de Renatours.

O Gustavo já rodou muita estrada nos Estados Unidos. Conhece a história e a geografia do oeste americano melhor do que muitos nativos. E vai compartilhar com a gente um pouco das suas aventuras e dicas preciosas.

Em setembro de 2013, Gustavo e Edith pegaram o carro em Las Vegas e foram até Dakota do Sul, passando pelo Parque Yellowstone (lar do Zé Colmeia), Gilette, Wyoming e muitas surpresas não programadas.

No post de hoje, o foco será Yellowstone, sobre o qual há muito a dizer. Com a palavra, Gustavo Monteiro!

 

“ O Parque Nacional de Yellowstone é completamente diferente de tudo o que se pode imaginar.

Apesar de um pouco “fora de mão”, fica no noroeste dos EEUU, na confluência dos estados de Idaho, Montana e Wyoming, vale a pena ! É inesquecível e único !

Fomos de Las Vegas até lá em duas etapas, de carro, com pernoite em Salt Lake City. A distância é de cerca de 1200km, a primeira etapa de 680km, sendo que o panorama é belíssimo nas duas “pernas”. Passa-se de terras áridas  às montanhas nevadas de Utah em poucas horas.

As estradas são excelentes e não há pedágio.

Há dois hotéis dentro do Parque. Muito mais econômico é hospedar-se em um dos vários hotéis tradicionais na pequenina cidade de West Yellowstone, Montana, que fica a não mais que 600 metros da entrada Oeste do Parque.

A entrada custa cerca de US$20,00 por veículo e vale por uma semana, não importa quantas pessoas estejam no carro; recebe-se um mapa detalhado do Parque.

Estivemos lá por duas vezes e recomendamos o mês de maio para quem vai pela primeira vez. Nesta época, os animais estão famintos devido ao inverno, que é muito rigoroso por lá, e se aproximam da rodovia do Parque, pastam livremente e sem qualquer receio com relação aos visitantes. São bisões, renas, alces, “uapitis”, ursos negros e marrons, águias e eventualmente lobos, circulando absolutamente livres na natureza.

Fomos pela segunda vez em setembro e avistamos muito poucos bisões, raríssimos alces e nada mais. Um guarda florestal esclareceu que, com o grande afluxo de turistas no verão, os animais ficam mais arredios e devido à escassez de alimentos, os animais se embrenham na florestas. Não deixa de ser belo, mas incomparável com a exuberância de maio.

Búfalos na estrada
Manada de búfalos

 

Búfalos na estrada
Búfalos na estrada

 

Águia Careca no ninho
Águia Careca no ninho

 

Alce = elk = wapiti
Alce = elk = wapiti

 

Grizzly
Grizzly, o urso cinzento

Até meados de abril muitas estradas do parque ainda se encontram fechadas devido ao acúmulo de neve. Não creio que ir até Yellowstone entre outubro e o fim de março seja uma boa idéia; recomendo chegar de 20 de abril para a frente. É comum nevar por lá até o final de maio e, não raro, em pleno verão. Agasalhos são indispensáveis.

Três dias completos são suficientes para percorrer-se o parque com excelente aproveitamento.

Devido às dimensões do mesmo, as distâncias entre algumas atrações são relativamente grandes, embora compensadas por pavimentação impecável nas vias de circulação e a constante renovação de paisagens maravilhosas.

Uma boa dica : ao perceber alguns carros parados nos inúmeros acostamentos, prepare-se para parar também. Certamente há animais na área. Sem dúvida que os ursos são monitorados pois sempre que se aproximam da estrada há um guarda por perto.

Búfalos na neve
Búfalos na neve

São tantas as atrações ditas “imperdíveis” que é difícil mencioná-las todas mas, com absoluta certeza, nossos dois tops são o Old Faithful Geyser e o Morning Glory Pool. O primeiro esguicha jatos de água fervente a cerca de 40 metros de altura a intervalos em torno de 90 minutos (há um quadro prevendo o horário das erupções no interior do casarão central) e o segundo é um dos incontáveis poços de água quente de cores simplesmente deslumbrantes, que só uma foto pode dar uma pálida idéia de sua beleza. Chega-se ao Old Faithful de carro (amplo estacionamento) e para o Morning Glory é necessário uma caminhada de cerca de dois quilômetros através de uma espaçosa e segura passarela que serpenteia por entre os gêiseres; o caminho é tão bonito que os dois quilômetros passam sem que a gente os perceba, posto que há várias atrações nele.

 

Gustavo no Old Faithful Geyser
Gustavo no Old Faithful Geyser

 

Edith e os gêiseres
Edith e os gêiseres

 

Old Faithful Geyser
Old Faithful Geyser

 

Morning Glory Pool: o poço é assim chamado por sua semelhança com a flor de mesmo nome
Morning Glory Pool: o poço é assim chamado por sua semelhança com a flor de mesmo nome

 

Não há o que comprar, sequer para beber, fora do Posto Central. Previna-se, pois a necessidade de água é grande. Banheiros só no mesmo Posto, então o negócio é “desabastecer” e pegar o caminho de qualquer passarela, todas levam a um lugar bonito.

Camisetas, bonés, chaveiros, souvenirs em geral, com motivos do Parque, somente são encontrados nas duas lojas existentes no Posto Central. Na cidade de West Yellowstone não existem itens interessantes. Do Zé Colméia, o Yogi Bear, nem pensar, não há uma única menção sequer ao personagem. ”

 

Brazucas e os gêiseres
Brazucas e os gêiseres

 

Na próxima sexta feira, vamos continuar seguindo este casal adorável pelas estradas americanas, rumo ao Monte Rushmore e aos Contatos Imediatos do Terceiro Grau (clique neste link)… Até lá!

O divertido troca-troca do Pin Trading na Disney

Eles estão por toda parte. Nas lojinhas, em quiosques, pendurados no pescoço de varredores e executivos, vendedores e recepcionistas, crianças e adultos. Nos mapas dos parques, estão marcadas as estações de “pin trading”, onde os pequenos broches podem ser “negociados”.

Funciona assim: você compra um kit de iniciante (starter set), que vem com alguns pins. Dependendo do modelo, custa em torno de 15 dólares. Em qualquer lugar do Walt Disney Resort (parques, hotéis, Downtown Disney, etc.), quando um membro do staff estiver usando o colar com broches, você pode propor uma troca. Eles são sempre simpáticos e solícitos. A criança escolhe um pin do colar do funcionário e troca por um dela mesma, à sua própria escolha (não é o funcionário que escolhe, é claro!).

Dudu com seu Starter Set, começando a brincadeira
Dudu com seu Starter Set, começando a brincadeira
Colecionar e trocar pins foi uma grande diversão!
Colecionar e trocar pins foi uma grande diversão!

À primeira vista, aquilo me pareceu uma grande bobagem, mas o Dudu se divertiu taaaanto com esse troca-troca! Foi bacana vê-lo interagindo e “se virando”, apesar de não falar inglês.

É claro que você acaba comprando vários pins, porque a idéia é que se torne uma coleção. E tem pins para todos os gostos, temas, brinquedos. Chegou um momento em que foi preciso comprar um estojo para acomodar o acervo. Escolhemos o pequeno, mas tem gente que que realmente se empolga! Dudu adora colecionar coisas e o pin trading foi, de fato, uma das marcas desta ida a Orlando.

No final da viagem, acabamos comprando um estojo para organizar a coleção
No final da viagem, acabamos comprando um estojo para organizar a coleção

 

No estojo, Dudu organizou e expôs todos os seus pins
No estojo, Dudu organizou e expôs todos os seus pins

 

Ele acabou comprando pins também em passeios  fora da Disney, como o Kennedy Space Center e o jogo da NBA
Ele acabou comprando pins também em passeios fora da Disney, como o Kennedy Space Center e o jogo da NBA

 

A gente até trouxe um starter set de presente para nosso amiguinho Bernardo, que iria pra Disney logo depois de nós. Segundo minha amiga Fernanda, a mãe, foi sucesso absoluto!

Uma vantagem adicional? As únicas lembranças que Dudu queria comprar nos parques eram os pins. O bom é  que, por mais que você traga, não ocupa nenhum espaço na mala! 😉