Lucerna e Salzburg: o coração da música

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No ano retrasado, escrevi este post sobre minha wish list, comentando que, até o meu aniversário de 2015, já teria realizado o primeiro sonho da lista. Terminei o texto dizendo que adoraria que este hábito se tornasse constante…. De fato, passei o último verão na Escócia e já contei um pouquinho aqui (neste post e também neste). Pois não é que este ano, bem no dia em que farei 44 primaveras, Daniel Barenboim vai reger a West Eastern Divan Orchestra (projeto que lhe rendeu uma indicação ao Nobel da Paz) “só pra mim”, em pleno Festival de Lucerna? Bem… Na verdade, só pra mim, pro Alexandre, pro Dudu, pra minha mãe, pro meu pai e  para todos os outros afortunados que garantiram ingressos para um dos maiores eventos de música clássica do mundo. Como se não bastasse, vamos emendar no Festival de Salzburg, com uns passeios de carro na Suíça, Alemanha e Áustria pelo meio. Afinal, temos concerto toda noite, mas o dia é longo e as distâncias são curtas!

cópia de barenboim

Para quem quer fugir da loucura do Rio nas Olimpíadas, é uma boa pedida. Para mim, foi perfeito, pois ambos os festivais acontecem sempre em agosto e, este ano, excepcionalmente, as férias escolares vão permitir esta escapada “fora de época”.

Alguns concertos já estão esgotados (eu mesma, apesar de madrugar no computador, não consegui lugares para o Gustavo Dudamel). Mas muita coisa boa ainda está disponível. Nosso programa inclui ainda a Ópera de Marionetes, super tradicional em Salzburg, em que assistiremos “A Noviça Rebelde”.

Claro que o Dudu só vai a alguns espetáculos. Embora seja fã de música, ele ainda é pequeno para esta maratona restrita aos viciados. Algumas noites, ele vai dar um passeio com o papai, enquanto mamãe, vovó e vovô estarão no teatro. Mas já fiz um super planejamento pra eles, que inclui, por exemplo, aluguel de bicicleta para circular em volta do Lago Lucerna, ou visitar o incrível Museu de História Natural de Salzburg. Ainda tenho muito pra contar, vamos aos poucos…

Se você se animou, pode checar o programa e comprar os ingressos nestes sites:

Festival de Salzburg: http://www.salzburgerfestspiele.at/summer

Festival de Lucerna: https://www.lucernefestival.ch/en/program/summer-festival-2016

Ópera de Marionetes em Salzburg: http://www.marionetten.at/index.php

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O roteiro inclui muitas outras delícias culturais, aventureiras, esportivas e gastronômicas, que vou desfiando aos pouquinhos… Espero continuar realizando um sonho a cada aniversário, sempre com a família em volta. Da próxima vez, quero irmão, cunhada e sobrinhos no bonde!

E aí, se animou? Quem sabe te encontro por lá? Como diriam os suíços… Bis dann!

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Museu do Futebol: um programa incrível em São Paulo!

Hoje passamos uma manhã deliciosa no Estádio do Pacaembu. Nunca imaginei que fosse curtir tanto um museu inteiramente dedicado ao futebol. Dá pra avaliar o quanto meu filho – fanático pelo esporte – aproveitou a visita?

Dudu se esbaldou no Museu do Futebol
Dudu se esbaldou no Museu do Futebol

Logo na entrada, os visitantes são recebidos por funcionários que explicam coisas como, por exemplo, de que maneira as bolas eram feitas antigamente, ou qual o significado da taça Jules Rimet.

As orientações são dadas de forma simpática e atenciosa
As orientações são dadas de forma simpática e atenciosa
A taça do mundo é nossa!
A taça do mundo é nossa!
Todo mundo participa!
Todo mundo participa e aproveita

O museu ocupa um espaço gigantesco, oferecendo o que há de melhor em tecnologia, interatividade e conteúdo.

Logo na primeira sala, monitores permitem ao visitante rever grandes jogadas de ídolos como Pelé, Garrincha e outros, narradas pelos maiores nomes do jornalismo esportivo brasileiro. Dudu teve a oportunidade de ver Armando Nogueira comentando um gol fantástico, fruto da genialidade de Jairzinho, Pelé e Carlos Alberto Torres. Depois, reviveu momentos memoráveis do ídolo de todo torcedor botafoguense, o incomparável Garrincha.

Futebol-arte nas pernas tortas de Garrincha
Futebol-arte nas pernas tortas de Garrincha

Uma galeria de quadros, fotografias, reportagens e material artístico e publicitário conta um pouco da história desta paixão nacional.

Dudu posou com orgulho ao lado do Fogão de áureos tempos...
Dudu posou com orgulho ao lado do Fogão de áureos tempos…
O acervo é realmente extenso!
O acervo é realmente extenso!

Ao entrar no vão para subir ao piso superior, a barulheira te assusta: você está no meio da torcida! Diversos telões, alternando imagens e sons das principais torcidas brasileiras, provocam essa sensação de estar em plena arquibancada!

Em seguida, chega-se à sala das copas do mundo, em que um terminal multimídia representa cada um dos campeonatos, mesclando textos informativos, citações, imagens e vídeos de jogos e referências históricas relacionadas.

As melhores jogadas de todas as copas estão à disposição dos visitantes
As melhores jogadas de todas as copas estão à disposição dos visitantes
A história das copas despertou a curiosidade das crianças
A história das copas despertou a curiosidade das crianças

Após um filme que contextualiza o futebol na história do Brasil, passando pela política, as artes plásticas, a música, o cinema e a literatura, você entra na sala do “Rito de Passagem”: o espectador acompanha, ao som de batidas do coração, a derrota por 2×1 para o Uruguai na década de 50, que inaugurou uma fase de grandes triunfos do nosso futebol.

O museu continua em direção a uma sequência super interessante de salas, que mostram os elementos “indispensáveis” ao jogo, e também as regras, os recordes e as curiosidades.

As primeiras chuteiras tinham travas de madeira!
As primeiras chuteiras tinham travas de madeira!
Pra não restar nenhuma dúvida, esta é a tal regra do Impedimento...
Pra não restar nenhuma dúvida, esta é a tal regra do Impedimento…
Essa frase é do tempo em que ele não estava na política!
Essa frase é do tempo em que ele não estava na política
O carioca Dudu curtiu o totó. Nossa anfitriã paulista Carol prefere o pebolim. Melhores amigos, com sotaques diferentes.
O carioca Dudu curtiu o totó. Nossa anfitriã paulista Carol prefere o pebolim. Melhores amigos, com sotaques diferentes.
Dudu e nossa anfitriã paulista Carol, no campo do Pacaembu
Dudu e Carol, no campo do Pacaembu

Em mais uma série de atrações interativas, as crianças jogaram sobre uma tela no chão e cobraram pênaltis contra um goleiro virtual. A garotada fazia fila para chutar de novo, de novo e de novo…

Gooooool do Dudu!!!!
Gooooool do Dudu!!!!

Já de saída, no estacionamento do estádio, nos deparamos com uma placa super convidativa… E terminamos o passeio de uma forma bem paulista! 🙂

E tudo terminou em pastel!
E tudo terminou em pastel!

O Museu do Futebol fica na Praça Charles Muller, S/N, Estádio do Pacaembu. Abre de terça a domingo, das 9 às 17h. Quando tem jogo no estádio, há alteração de horários. Os ingressos custam R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia). Crianças até 7 anos, professores da rede pública e portadores de deficiência (com um acompanhante) não pagam. Aos sábados, a entrada é gratuita para todos.

A visita termina em uma loja bem bacana, que vende camisas de times nacionais e estrangeiros, chuteiras, bolas e diversas lembranças com o tema do futebol. Há um bar na saída, mas nenhum alimento ou bebida é vendido dentro do museu.

Em sua próxima visita a Sampa, não tenha dúvidas: o Museu do Futebol é um programa certeiro!

O Estádio do Pacaembu abriga esta atração imperdível em São Paulo
O Estádio do Pacaembu abriga este museu imperdível em São Paulo

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Ainda pelo Norte da França…

Bem, na verdade eu já estou de volta… Mas gostaria de compartilhar mais um pouquinho dos momentos bacanas desta semana que passei no Pas de Calais. A região da França que faz fronteira com a Bélgica tem como capital a linda cidade de Arras. Toda aquela área foi palco, por vários séculos, de disputas territoriais entre a “França” (mesmo antes de existir, de fato, o Estado francês) e Flandres, que hoje constitui, basicamente, a Bélgica. Por isso, a arquitetura de Arras é muito semelhante à que encontramos em Bruxelas ou Brugges, por exemplo, com as praças rodeadas por típicas construções em estilo flamengo.

Arquitetura flamenga e delícias culinárias em Arras
Arquitetura flamenga e delícias culinárias em Arras

O centro da cidade é pequeno e pode ser percorrido facilmente a pé. Tanto a Grande Place como a Place des Héros são cheias de restaurantes, bares e lojinhas.

Grande Place
Grande Place
No fim da rua, a Catedral de Arras
No fim da rua, a Catedral de Arras
Grande Place, com o Beffroi (o salão comunal da cidade)
Grande Place, com o Beffroi (o salão comunal da cidade)

O belo edifício do Beffroi (salão comunal de Arras) é o ponto de partida para uma curiosa visita aos subterrâneos. O Norte da França atrai muitos turistas  interessados nos locais marcados pela Segunda Guerra Mundial, particularmente na Normandia. Arras faz parte deste circuito e tem uma considerável importância histórica neste sentido. Todas as caves (adegas) da cidade são interligadas no subsolo. Durante a guerra, uma famosa batalha terminou em derrota para a Alemanha, pois os aliados conseguiram passar todo um exército por baixo da terra, surpreendendo os inimigos. Para percorrer estes caminhos, é necessário fazer uma visita guiada.

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Beffroi d’Arras

Desta vez, só tenho fotos noturnas. Estava em Camblain l’Abbé a trabalho e só fui ao centro de Arras para jantar. Aliás, o restaurante marroquino La Mamounia, ao lado da Grande Place, é uma completa perdição. Atendimento excelente, ambiente agradável e a comida… Nem tenho palavras! Eu escolhi o tajine de boulettes (uma espécie de almôndega de carne de vaca e cordeiro), com ameixas, damascos e amêndoas. O carro chefe da casa é o Cuscuz Royal.

Jantar delicioso no La Mamounia
Jantar delicioso no La Mamounia

Para chegar em Arras, é só pegar o TGV (trem de alta velocidade) na Gare du Nord (Paris) ou no próprio Aeroporto Charles de Gaulle. A viagem dura entre 45 e 50 minutos. E o povo do norte é conhecido como o mais acolhedor do país!

Até breve, Arras!
Até breve, Arras!

 

 

 

Diretamente do norte da França!

Hoje eu escrevo daqui de Camblain l’Abbé, na região do Pas de Calais, norte da França. Neste bucólico vilarejo vive o biomecanicista Philippe Campignion, diretor mundial da Formação em Cadeias Musculares e Articulares GDS, de quem tenho o privilégio de ser assistente. Enquanto trabalho no curso, aproveito para organizar os detalhes da “peregrinação” que os fisioterapeutas cadeístas brasileiros farão em 2015, para finalmente conhecerem o Centre Philippe Campignion. Toda essa produção é feita em parceria com Lori Campignion, esposa do Philippe, que responde por toda a administração do centro de formação. Bem pertinho da residência deles, onde fica a sala de cursos, está situado o albergue Le Refuge, também de propriedade do casal Campignion. Eles transformaram esta casa charmosa em um “gîte” (hospedagem rural), exclusivamente para abrigar os alunos.

Um dia lindo na casa de  Lori e Philippe Campignion
Um dia lindo no “gîte” Le Refuge
Lori e eu estamos preparando tudo para a chegada dos brasileiros no ano que vem!
Lori e eu estamos preparando tudo para a chegada dos brasileiros no ano que vem!

 

Desta vez, eu estava muito bem acompanhada por três amigas queridas e competentes: Sylvia Azevedo, Patrícia Gebara e Maíra Maneschy. Já testamos e aprovamos o restaurante onde todo o grupo vai almoçar nos dias de curso.

Brasileiras invadem o norte da França!
Brasileiras invadem o norte da França!
Recém inaugurada, esta pequena taberna tem um ambiente super acolhedor, e a comida estava uma delícia
Recém inaugurada, esta pequena taberna tem um ambiente super acolhedor, e a comida estava uma delícia
Com Philippe, curtindo um restaurante tipicamente francês
Com Philippe, curtindo um restaurante tipicamente francês

Nos intervalos do curso, é possível relaxar no jardim com uma xícara de chá. Demos a sorte de ter até um solzinho, todos os dias! Trabalhar assim é realmente um prazer!

Um jardim agradável e convidativo para o bate-papo dos intervalos
Um jardim agradável e convidativo para o bate-papo dos intervalos
Em frente ao jardim, a sala de curso
Em frente ao jardim, a sala de curso

 

E então? Passagens compradas? Camblain l’Abbé está te esperando! Será uma experiência inesquecível…

 

5 dicas de uma chef brasileira em Paris

Joana Carvalho vive em Paris há 5 anos. Natural de Barra do Piraí, interior do estado do Rio de Janeiro, vem preparando delícias em lugares como Le méridien, Traiteur Lenôtre e Restaurant Pré-Catelan. Já ministrou uma série de oficinas de cozinha para crianças no Jardin d’Acclimatation e exercitou seus talentos de chefe patissière em boulangeries como Le Coquelicot e La Pompadour. Há dois anos, fundou sua Cuisine Rouge, onde dá cursos de culinária e Food Design, além de organizar jantares gourmet personalizados, em seu próprio apartamento em Montmartre.

Então, seremos brindados hoje com as 5 recomendações gastronômicas preciosas desta talentosa chef. Com a palavra, Joana Carvalho!

 

Joana Carvalho, chef brasileira em Paris
Joana Carvalho, chef brasileira em Paris. Fonte: Cuisinez au naturel
No Jardin d'Acclimatation, as crianças aprendem os segredos da patisserie
No Jardin d’Acclimatation, as crianças aprendem os segredos da patisserie

 

1- Todas as tortas de fruta da Tarterie les Petits Mitrons, que fica em Montmartre, na Rue Lepic.
Elas são simples e despretensiosas, ácidas na medida certa e o melhor, caramelizadas por baixo. Ainda não consegui descobrir o segredo deles, mas me aguardem. Provar frutas que não existem no Brasil como mirabelles ou ruibarbo, uma boa experiência gastronômica.
2-Comida vietnamita no Tintin, 17, rue Louis Bonnet no 11eme, principalmente se você é fã dos sabores agri-doces e texturas leves e frituras crocantes da cozinha asiática.
3- Le Caillebotte, neobistrot, ou seja, a cozinha de bistrot tipicamente francesa em versões mais leves e modernas, decoração de cores claras e materiais simples. O chef Franck Baranger, depois do sucesso do seu bistrot mais tradicional, o Pantruche, que ganhou vários prêmios nos guias da cidade resolveu apostar nesse novo projeto igualmente bem-sucedido, apesar do pouco tempo. Preços bacanas e excelente carta de vinhos.
4- Qualquer restaurante judeu da Rue de Rosiers, no Marais, você vai comer os falafels mais crocantes e saladas fresquinhas em forma de sandwiches ou em pratos cheios de variedade para as papilas. Hummmm
5- E a minha feijoada. Se bater saudade do Brasil em Paris é só ligar que eu recebo em casa ou levo até você uma feijoada especial, com linguiças francesas e carne seca, farofa, couve refogadinha, mandioca frita, laranja. Com direito a caipirinhas e já descrita como “a alta costura da feijoada”, por uma fã que não é a minha mãe 🙂
Clique aqui para acessar a página do Cuisine Rouge, laboratório onde Joana serve jantares em casa, dá cursos e testa as receitas dos projetos mais variados, que falam da sua maior paixão: comida!!!
Que tal um almoço gourmet a dois, num típico apartamento parisiense?
Que tal um almoço gourmet a dois, num típico apartamento parisiense?
Em sua Cuisine Rouge, Joana organiza jantares personalizados
Em sua Cuisine Rouge, Joana organiza jantares personalizados
A receita destas Aiguilletes de frango em tempura de cerveja estão no site Cuisinez au naturel
A receita destas Aiguilletes de frango em tempura de cerveja estão no site Cuisinez au naturel
Hoje estou embarcando para Paris. Espero experimentar alguma destas delícias! E você, ficou com água na boca?

Restaurante Mira, na casa Daros: um programa diferente no Rio de Janeiro

A Casa Daros – Rio de Janeiro é um museu suíço que abriga uma extensa e abrangente coleção de arte contemporânea latinoamericana. Situa-se em um casarão neoclássico preservado pelo patrimônio histórico, no bairro de Botafogo. Aos fins de semana, oferece oficinas gratuitas para crianças.

Dentro deste verdadeiro oásis, fica o Restaurante Mira. Frequento o Mira desde a abertura, pois o espaço onde ministro os cursos de formação no método GDS fica a poucos passos dali. Nossa equipe é completamente fã do lugar, com sua deliciosa cozinha de inspiração espanhola e seu atendimento simpático e prestativo. A hostess Juliana se desdobra para acomodar nossos “grupinhos”, às vezes de 10 ou 15 pessoas, na hora do almoço de sábado, quando o restaurante está lotado. E sem perder o sorriso!

Hoje mesmo, no Mira
Hoje mesmo, no Mira
Nossa mesa favorita estava ocupada!
Nossa mesa favorita estava ocupada!
A Juliana sempre dá um jeitinho de acomodar a gente
A Juliana sempre dá um jeitinho de acomodar a gente
A simpatia de funcionários como o René é a marca do Restaurante Mira
A simpatia de funcionários como o René é a marca do Restaurante Mira

Além de sanduíches e pratos incríveis, como o gnocchi com tapenade de azeitonas e queijo de cabra e os camarões e lulas à provençal, a casa serve sobremesas de sonho. Difícil escolher…

Se a ideia for um lanche mais rápido, a cafeteria também oferece boas opções de sanduíches, saladas, bolos e doces.

Se você optar pela cafeteria, pode relaxar no pátio interno. Ao fundo, a famosa torre do Shopping Rio Sul.
Se você optar pela cafeteria, pode relaxar no pátio interno. Ao fundo, a famosa torre do Shopping Rio Sul.

 

Definitivamente, o programa ideal para uma tarde perfeita!

Equipe unida e feliz, curtindo o almoço no Mira
Equipe unida e feliz, curtindo o almoço no Mira

Embarque autorizado para fisioterapeutas

Os preparativos começam a esquentar para os 40 brasileiros que vão para o norte da França em julho e agosto de 2015. O primeiro grupo fará sua reciclagem com o grande biomecanicista Philippe Campignion de 13 a 16 de julho, o segundo de 3 a 6 de agosto. Ontem, eu comprei minhas passagens. Vou com Alexandre e Dudu, de Air France, dia 11 de julho às 19:05 e só volto dia 8 de agosto às 23:25. Quem quiser pegar os mesmos vôos, pra ir com a gente no mesmo avião e trem, seja bem vindo! Estaremos presentes em ambos os cursos, não só porque estamos organizando, mas também porque serei responsável pela tradução para o português. Entre estas duas atividades, me restarão 17 lindos dias de verão para merecidas férias, que depois eu conto como serão… Se você quer mais informações sobre o curso, clique aqui!

No primeiro post que publiquei sobre o assunto das passagens, mostrei uma pesquisa de preços de bilhetes aéreos, com os links para as companhias. É preciso saber que pode haver alguma variação ao longo do tempo. Além disso, o euro andou subindo. Hoje, por exemplo, a Lufthansa já não está tão barata quanto antes. Por outro lado, o preço da Tap está excelente, apesar do vôo de volta ser diurno. É altamente recomendável refazer a pesquisa na hora de comprar. Sempre lembrando que a única que faz vôo direto Rio-Paris-Rio é a Air France.

A escolha da companhia aérea é uma questão de prioridades. Você encontra preços mais baixos nos sites de passagens, porém vai ter que encarar longas esperas em conexões. Talvez você possa se permitir pagar R$ 200,00 a mais por um vôo direto num horário conveniente. Ou talvez esse valor realmente faça diferença no seu orçamento. Ou ainda pode ser que você não dê a mínima para baldeações ou vôos diurnos e prefira, de fato, pagar mais barato. A questão é justamente essa: quão mais caro estou disposta a pagar pelo conforto de um vôo direto?

Como no outro post eu fiz a pesquisa baseada nas datas da primeira turma, desta vez vou privilegiar o pessoal da segunda. Não sei se a maioria vai querer passear antes ou depois do curso, então busquei de 1 a 8 de agosto, somente uma semana. Lembre-se de que a data limite de volta para aproveitar o desconto do evento na Air France é 11 de agosto. Ou seja, se você quer ficar um tempão curtindo a Europa e aproveitar a tarifa reduzida, é melhor programar o lazer antes do dever!  Atenção: mesmo tendo comprado o bilhete no site com a id do evento, é obrigatório apresentar o comprovante de inscrição no curso no balcão do check in.

Ontem, nosso bilhete da Air France com desconto para participantes do evento custou R$ 3.711,29 (11 de julho a 8 de agosto). A tarifa normal, para as mesmas datas, estava R$ 3893,82.

 

Vamos ver como fica a comparação com as demais em agosto?

 

Air France com desconto do evento, vôo direto: R$ 3372,52

Air France com desconto do evento, escala em Amsterdam na volta: R$ 3197,90

Air France sem desconto, vôo direto: R$ 3535,98

Lufthansa, conexão em Frankfurt: R$ 3284,17

Tam, conexão em Guarulhos: R$ 4677,33

Tap, conexão em Lisboa: R$ 2838,73

 

Pois é, a Tap está com um belo preço! Mas no site eles avisam que são poucos lugares por este valor. Pessoalmente, prefiro o vôo direto, ainda mais porque vou com criança. Aliás, um detalhe para quem está levando os filhos: a tarifa reduzida da Air France para o evento não faz o preço diferenciado para crianças. Isto significa que talvez não valha a pena… No meu caso, fizemos assim: o Alexandre comprou com o desconto, eu e Dudu fomos pela tarifa normal. Se você tentar comprar os adultos com o desconto e só as crianças na tarifa normal vai sair uma loucura, pois incidirá a taxa de menor desacompanhado, que é alta. Eu chequei a opção de comprar a passagem do Dudu por telefone, fornecendo o código de reserva dos pais no mesmo vôo, para não constar como desacompanhado. Isso até é possível, só que, neste caso, você paga taxa de emissão do bilhete, o que não ocorre na compra pela internet. Resumo da ópera, se você optar pela Air France: compre um adulto e as crianças na tarifa normal e o outro com o desconto. É a melhor opção, se a sua prioridade for um vôo direto e noturno, na ida e na volta, e se você estiver disposto a pagar esta diferença.

 

A Gare d'Arras, onde o Expresso GDS vai chegar! ;-)
A Gare d’Arras, onde o Expresso GDS vai chegar! 😉

 

Quanto às passagens de TGV (trem de alta velocidade) entre Paris e Arras, só é possível comprar com dois meses de antecedência. Quanto antes, maiores as chances de encontrar promoções. Você provavelmente pagará entre 17 e 25 euros cada “perna”.  É possível pegar o TGV tanto no próprio aeroporto quanto na Gare du Nord, em Paris. Mais perto eu dou notícias precisas sobre horários de trem e o esquema para ir da Gare d’Arras (gare = estação de trens) até os alojamentos e o Centre de Formation Philippe Campignion.

A única dificuldade será manter a turma concentrada no curso depois do almoço, onde normalmente a refeição é regada a certas especialidades da Bélgica e do norte da França…

 

Os alunos europeus bebem cerveja no intervalo do curso e aguentam o tranco. E os brasileiros, vão encarar?
Os alunos europeus bebem cerveja no intervalo do curso e aguentam o tranco. E os brasileiros?

 

Eu estou super animada, e você? 🙂