Dicas básicas para viajar com crianças

1- Flexibilidade

É a coisa mais importante que eu poderia te falar. Tenha flexibilidade para tudo: horários, alimentação, sono, roteiro. Se não der pra manter a rotina dos orgânicos, ou mudar um pouco o horário de comer, tudo bem. Talvez também haja alguma alteração nos horários de sono. Ou não, caso o seu filho tope numa boa dormir no carrinho. Você não vai estar na “night” com uma criança pequena às 3 da madrugada, mas pode uma noite ficar até as 22h num restaurante, sem que isso impacte para sempre o desenvolvimento emocional do pequeno. Pode ser que você não consiga cumprir todo o roteiro que planejou, pois um dia seu filho ficou exausto e você voltou cedo pro hotel. Sem problemas, qualquer hora vocês voltam e fazem o que ficou faltando. Ou não, fazem outras coisas e visitam outros lugares. Viajar com os filhos é, em si, uma experiência maravilhosa para toda a família. Quando a gente flexibiliza, anula o stress e pode usufruir muito mais plenamente desta experiência.

 

2- Flexibilizando a flexibilidade 😉

Se o seu filho não dorme sem um copo de Ninho 3+, ou só bebe água de coco, ou come biscoito Maizena diariamente no lanche, não tenha dúvidas: leve na mala. A bagagem é sempre mais vazia na ida do que na volta, estes itens serão inteiramente consumidos ao longo da viagem e ficará mais fácil flexibilizar com o resto da alimentação se a criança tiver alguma referência dos seus hábitos caseiros. Eu viajo com carregamento de água de coco, na maior tranquilidade. Todo dia, saio do hotel com uma caixinha na bolsa e ele pode, a qualquer momento, ter um gostinho de casa. Na volta, o espaço é ocupado pelas compras!

Na Torre de Londres, pausa para uma Água de Coco
Na Torre de Londres, pausa para uma Água de Coco

 

3- Remédio para enjôo

Se o seu filho precisa tomar remédio para enjôo (prescrito pelo pediatra, é claro), espere para dá-lo dentro do avião. Se a criança tomar o remédio na sala de embarque e, de repente, ocorrer um atraso, você corre o risco do efeito do medicamento “vencer” quando ainda é necessário, sem que você já possa ministrar outra dose. Isso aconteceu com o Dudu uma vez, e foi horrível. O Alexandre foi sozinho com ele me encontrar na Europa, deu o remédio dentro do aeroporto e, logo depois, foi anunciado o atraso. O vôo só saiu mais de duas horas depois. Resultado: o pobrezinho passou mal cinco vezes no avião. Para não ter problemas com a decolagem (que pode nausear a criança), dê o remédio assim que embarcar. A acomodação dos passageiros e liberação para decolar vai te dar tempo suficiente para a medicação fazer efeito e você ficar mais “garantida”.

 

4- Maletinha de brinquedos

É importante levar alguns brinquedos favoritos do seu filho para distrai-lo no avião, no hotel ou em situações de longas esperas. Mas esta seleção deve ser prática e racional. Você não quer sair do Brasil já com excesso de bagagem, né? A criança precisa entender que não dá pra carregar a Bat Caverna do Imaginex nem o Castelo de Diamantes da Barbie na bagagem de mão. Não esqueça, inclusive, de que você provavelmente comprará novos brinquedos ao longo da viagem. Eu costumo fazer assim: separo uma maletinha pequena e digo ao Dudu que temos de escolher brinquedos que caibam ali. Quantos ele quiser, contanto que caibam na maletinha. Sempre incluo um caderno e lápis de cor. Esta ideia apareceu no blog Tempo Junto, e funciona super bem. Existem muitas opções bacanas que não ocupam espaço, como dedoches, super trunfo, carrinhos e bonequinhos. Ainda por cima, você já ensina ao seu filho como ser razoável na hora de arrumar as malas…

A maletinha do Dudu está no blog Tempo Junto
A maletinha do Dudu está no blog Tempo Junto

5- Lista de compras

Antes de viajar, faça um inventário das roupas e sapatos que seu filho já tem, para ter uma noção do que ele realmente precisa. Não esqueça de anotar os tamanhos, de acordo com o lugar para onde você está indo. Se você não viaja todo ano, é legal ter o planejamento de tamanhos que durem até a próxima vez. Assim, você pode criar uma lista básica, do tipo: 1 calça jeans tam 3 e tam 5; 3 pijamas de frio tam 3; calça de moletom tam 5; shorts tam 3 e tam 5; tênis tam 13,5 e tam 1Y.  A partir daí, você fica “situado” e pode até se permitir mais liberdade para comprar o vestidinho apaixonante ou a camisa igual à do papai, sem correr o risco de deixar a criança com uma coleção de itens semelhantes e absolutamente sem meias ou bermudas.

 

6- Menos bolsas

Quanto mais bolsinhas e mochilinhas você carregar, maiores as chances de se enrolar e perder alguma coisa. De preferência, reúna tudo em uma só mochila, ou mesmo na bolsa de fraldas do bebê. Reserve um compartimento só pra você, com carteira, óculos, caneta, etc., mas concentre seus pertences e os da criança em um só volume. Se quiser realmente separar suas coisas mais importantes, use uma daquelas bolsinhas a tiracolo, que você não tira pra nada, pois vai deixar suas mãos livres. Os brinquedos que ele leva do hotel têm que caber na bolsa! Você não quer se ver às voltas com mil sacolas, mais um bicho enorme de pelúcia, enquanto seu filho pede colo! Alguma coisa acaba largada pra trás…

7- Preparação

O segredo para uma criança aproveitar ao máximo uma viagem é a preparação. Familiarizá-la com o destino, com os lugares que ela visitará, pintar um quadro na imaginação dela, contribuem significativamente para o entusiasmo que ela expressará ao se deparar concretamente com todas as novidades do passeio. Escrevi um post exclusivamente sobre isso, para ler clique aqui.

8- Carrinho

Indispensável, incontornável, imprescindível. Quanto mais simples e leve, melhor. A menos que você esteja partindo para uma viagem muito longa com um bebê muito pequeno, aí talvez você precise de um mais “potente”. Na grande maioria das vezes, o ideal é um daqueles do tipo guarda-chuva, bem básico, que você abre e fecha com uma só mão, e será seu companheiro fiel toda vez que seu filho ficar cansado, tiver que esperar na fila, na loja, no aeroporto. Não abro mão! Também escrevi um post só sobre este assunto, leia aqui.

Carrinho: item indispensável!
Carrinho: item indispensável!

9- Chuteiras e camisas

Se você é mãe de menino, provavelmente sairá do Brasil com uma lista de pedidos de chuteiras e camisas de times de futebol. As mães de meninas não fazem ideia da quantidade infinita de opções. Os garotos sabem, inclusive, que determinada camisa do Paris Saint Germain é a da temporada passada, para jogar fora de casa, e te fazem solicitações ultra precisas, como o terceiro uniforme do Bayern do segundo semestre deste ano! O pai acha tudo isso muito natural, a mãe acaba se acostumando. A dica é a seguinte: antes de viajar, pesquise as “encomendas” nos sites nacionais da Nike e da Adidas, e também na Netshoes, e anote. Os produtos oficiais costumam ter o mesmo preço em qualquer parte do mundo. As chuteiras ocupam espaço na mala. Se, na volta, você descobrir que poderia ter comprado pelo mesmo valor, parcelado em reais, sem sair de casa, vai faltar parede pra bater com a cabeça… 🙂 Quanto às camisas, a diferença é que, na Europa, você vai encontrar uma variedade inexistente por aqui, especialmente em relação a times menos “badalados”, mas igualmente desejados pelos nossos pequenos fanáticos. Nos Estados Unidos, entretanto, quase não se encontram itens relacionados a futebol (soccer). Se estiver sem a criança na hora, cuidado para não trazer um tênis de futebol americano (football), como minha mãe fez certa vez, que não vai servir para nossa paixão nacional. Em Orlando, no Florida Mall, há uma loja chamada World of Soccer. Foi o único lugar onde encontrei alguma coisa. Mesmo assim, a chuteira específica do Neymar, que constava na cartinha do Papai Noel, ficou presa no trenó: não encontrei de jeito nenhum e tive que inventar uma história mirabolante, que eu conto pra você qualquer hora. Nas lojas da Nike e Adidas dos outlets, você vai garimpar uma coisa ou outra, de repente aquela básica para “bater” na escola, mas não espere comprar ali o objeto de desejo do seu filho. A menos que o lance dele seja basquete…

 

De uniforme do Milan, no Disney's Hollywood Studios
De uniforme do Milan, no Disney’s Hollywood Studios

E você? Tem uma dica super bacana pra compartilhar com a gente? Escreve aqui nos comentários!

Viajar com os filhos é tudo de bom!

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5 programas favoritos do Dudu no Rio de Janeiro

Minha pequena família é nascida e criada no Rio de Janeiro. Nesta semana dedicada a destinos brasileiros, achei que seria uma boa ideia compartilhar com você as preferências do  Dudu aqui mesmo, na nossa cidade, tão propícia para o turismo. Perguntei a ele quais os 5 favoritos, e ele deu ótimas dicas! Tem carioca que diz: “eu moro onde os outros tiram férias”… Seguem, então, opções comprovadamente perfeitas para um fim de semana em família.

 

1- Praia

A opção mais óbvia! A pergunta mais frequentemente formulada pelo carioca é: será que vai dar praia? O blog Tempo Junto já até publicou um post muito legal com brincadeiras na areia, que teve participação do Dudu (ele é super amigo da Carol, filha da blogueira Patrícia Marinho). Se você for com crianças, existem dois “points” certeiros: O Ipabebê e o Baixo Bebê do Leblon. Eu prefiro, de longe o Ipabebê. Fica em frente à Rua Joaquim Nabuco, pertinho do Arpoador. Trata-se de uma associação organizada pela incrível Viviane Oliveira, em que os sócios contribuem para manter a limpeza, a segurança, o bom estado dos brinquedos e até mesmo festas e atividades diversas. O Ipabebê é aberto a todos, você não tem que ser sócio para frequentar! Tem estacionamento de carrinhos e o moço do quiosque coloca a água de coco fresquinha na mamadeira pra você…

 

No Posto 6, o destaque do cenário é o Forte de Copacabana
No Posto 6, o destaque do cenário é o Forte de Copacabana
Primeiros contatos com o mar de Ipanema
Primeiros contatos com o mar de Ipanema
Festa junina no Ipabebê
Festa junina no Ipabebê
Dudu fez amizades no Ipabebê que duram até hoje!
Dudu fez amizades no Ipabebê que duram até hoje!
Sossego em Grumari
Sossego em Grumari
Dudu e Carol na praia do Leblon
Dudu e Carol na praia do Leblon
Entendeu por que as pessoas aplaudem o por do Sol no Arpoador?
Entendeu por que as pessoas aplaudem o por do Sol no Arpoador?

 

2- Jogar bola na Lagoa

A Lagoa Rodrigo de Freitas é um dos lugares mais lindos e bem aproveitados do Rio. Os quiosques ao redor oferecem inúmeras opções gastronômicas, há quadras de esportes, pista de skate, parquinhos infantis, uma enorme ciclovia e o cinema Lagoon, um dos melhores do Rio, que inclui ainda um complexo de restaurantes. Uma das coisas que o Dudu mais gosta de fazer no fim de semana é “aparecer” na quadra de futebol que fica na altura do Corte do Cantagalo, quase em frente ao Parque da Catacumba (também um programão, aliás!). Sempre há meninos jogando bola, é só chegar e participar. Dá pra ficar a manhã inteira nesta curtição. Depois, é tomar uma água de coco no quiosque Palaphita Kitch, para relaxar e apreciar a paisagem.

Os meninos se esbaldam no futebol da Lagoa
Os meninos se esbaldam no futebol da Lagoa
Vêm meninos de todas as idades! E tem sempre um pai pra ajudar a dividir os times...
Vêm meninos de todas as idades! E tem sempre um pai pra ajudar a dividir os times…
Merecido descanso
Merecido descanso

 

3- Maracanã

Não tem jeito, é a paixão nacional. Desde pequeno, Dudu já acompanha o papai na torcida pelo Fogão! Os momentos de maior emoção foram nas três vezes em que ele entrou em campo como mascote. Se tiver a oportunidade de estar no Rio em dia de jogo, não deixe escapar!

Torcendo pro Fogão, com a camisa autografada pelo Seedorf
Torcendo pro Fogão, com a camisa autografada pelo Seedorf
Tarde no Maraca
Tarde no Maraca

4- Theatro Municipal

Dudu foi acostumado com música desde a barriga. Aos 3 anos pediu pra estudar violino. Hoje em dia, é meu grande parceiro de Municipal, lugar que faz parte da minha história desde meus 5 anos. Juntos, já presenciamos concertos de grandes nomes da música, viver isso ao lado dele é uma experiência mais do que especial! O teatro é belíssimo e, por si só, vale a visita. Faz parte do lindo conjunto arquitetônico da Cinelândia, com o Museu de Belas Artes e a Biblioteca Nacional. Pérolas do Rio antigo….

A árvore de Natal do Theatro Municipal: enfeitado para o tradicional Quebra Nozes
A árvore de Natal do Theatro Municipal: enfeitado para o tradicional Quebra Nozes
O belo edifício histórico que é lar da música clássica no Rio
O belo edifício histórico que é lar da música clássica no Rio
Depois do concerto, o troféu: autógrafo e foto com o grande ídolo Joshua Bell
Depois do concerto, o troféu: autógrafo e foto com o grande ídolo Joshua Bell

 

5- Livraria da Travessa

É o perfeito complemento para o futebol na Lagoa! Além da área de leitura para as crianças, existe o delicioso restaurante Bazzar dentro da Travessa. Depois da água de coco no Palaphita, a gente vai passeando pela orla da Lagoa até a esquina da Rua Aníbal de Mendonça. Entramos em Ipanema por ali e  chegamos à Rua Visconde de Pirajá, já do ladinho da livraria mais legal da cidade, para um almoço caprichado e uma leitura sossegada. Nosso programa favorito para manhãs de sábado ou domingo.

 

Dudu se sente em casa na Livraria da Travessa
Dudu se sente em casa na Livraria da Travessa

 

E aí, o que você está esperando pra trazer seus filhotes para a Cidade Maravilhosa? O Dudu garante que eles vão se divertir!

Paraty: festa literária também para as crianças!

Todos os anos, no mês de julho, acontece a Festa Literária Internacional de Paraty, a famosa FLIP. Os debates entre autores brasileiros e estrangeiros atraem uma multidão de gente de todos os cantos para esta pitoresca cidade histórica, que fica no extremo sul do estado do Rio de Janeiro. As pessoas fazem plantão no telefone no dia de abertura das vendas de ingressos, para conseguir um disputado assento na platéia e presenciar conversas entre as cabeças pensantes da atualidade.

A linda Paraty, em clima de Flip
A linda Paraty, em clima de Flip

Paralelamente a este mergulho intelectual adulto, acontece um outro banho de cultura, dedicado aos pequenos e aos que se interessam por eles: a chamada “Flipinha”. Existe toda uma programação voltada para crianças e educadores, que envolve palestras e debates entre autores infantis (ameeei a palestra com Ilan Brenman, um dos maiores nomes da literatura infantil brasileira), shows de música, contação de histórias e toda uma ambientação criada para estimular o gosto pela leitura, além das diversas manifestações culturais que caracterizam o evento.

A praça enfeitada
A praça enfeitada
Danças típicas brasileiras apresentadas no meio da rua
Danças típicas brasileiras apresentadas no meio da rua

 

No pavilhão da Flipinha, há várias mesinhas com livros e material para desenhar e colorir, então os pais podem assistir às palestras enquanto os filhos se divertem.

 

O pavilhão da Flipinha
O pavilhão da Flipinha
Mamãe assistiu tranquila ao debate sobre literatura infantil, Dudu tinha diversão de sobra!
Mamãe assistiu tranquila ao debate sobre literatura infantil, Dudu tinha diversão de sobra!

 

A praça vira um verdadeiro parque temático literário. As árvores ficam carregadas de livros, que podem ser “colhidos” e “saboreados” nas esteiras que ficam à sombra delas. Bonecos gigantes e cenários espalhados pela área representavam obras clássicas, como O mágico de Oz, O Alienista, Viagens de Gulliver e outras.

 

Em Paraty, livro dá em árvore!
Em Paraty, livro dá em árvore!
Contação de histórias à sombra das árvores
Contação de histórias à sombra das árvores
Caminhando com o Leão, na estrada de tijolos amarelos
Caminhando com o Leão, na estrada de tijolos amarelos
O homem de lata também queria ir para Oz
O homem de lata também queria ir para Oz
Pobre Gulliver, o Dudu não conseguiu levantá-lo do chão!
Pobre Gulliver, o Dudu não conseguiu levantá-lo do chão!

 

O saci também veio dar uma alô
O saci também veio dar uma alô
Depois da apresentação dos bonecos mamulengos, as crianças podiam experimentar!
Depois da apresentação dos bonecos mamulengos, as crianças podiam experimentar!

Estive na Flip em 2008. Na época, Dudu tinha 2 anos e meio. Nem tomei conhecimento da programação adulta, eu e Alexandre queríamos mesmo era curtir com ele. Foi uma experiência absolutamente fantástica! Ele aproveitou cada momento, cada atividade. Recomendo fortemente que você comece a se programar para a Festa do ano que vem…

Uma forma linda de estimular a leitura!
Uma forma linda de estimular a leitura!

 

Disney Photopass: o que é, como funciona e por que eu o acho indispensável

Fotógrafos profissionais, uniformizados, com suas câmeras e tripés estrategicamente posicionados, para tirar fotos à vontade da sua família, em frente ao Castelo da Cinderela, recebendo o autógrafo do Mickey, duelando com Darth Vader, despencando aos gritos na montanha russa… A Disney oferece este serviço, que eu considero uma tremenda bola dentro: o Disney Photopass.

Você pega o cartão photopass gratuitamente (você só paga pelo produto final, se quiser adquiri-lo, e à sua escolha) com qualquer um dos fotógrafos espalhados pelos parques. Depois, a cada vez que você avistar um deles, pode pedir para ser fotografado, de todas as maneiras que quiser: sozinho, o casal, a família inteira, só as crianças, etc. Concluída a sessão, o profissional rapidamente carrega as fotos para o seu cartão. Você os encontra em toda a parte, posicionados para captarem os melhores ângulos. E o que é melhor: seu grupo pode sair completo na foto.

 

Photo 0140
Os fotógrafos caracterizados estão por toda parte!
A câmera da Expedition Everest deu um flagra na mãe super-protetora...
A câmera da Expedition Everest deu um flagra na mãe super-protetora…
O pacote completo inclui as fotos tiradas dentro dos brinquedos, como o Buzz Lightyear Space Ranger Spin
O pacote completo inclui as fotos tiradas dentro dos brinquedos, como o Buzz Lightyear Space Ranger Spin

 

Às vezes, ele solicita que você faça uma pose específica. Quando você vai ver a foto depois, foi adicionada uma “surpresinha”! Como eles são muito rápidos, mesmo que haja duas ou três famílias na sua frente, a espera é sempre curtinha. Em geral, não há nenhuma espera.

 

O fotógrafo mostrou para onde deveríamos apontar e fazer cara de surpresa. Depois, apareceu o Stitch na foto!
O fotógrafo mostrou para onde deveríamos apontar e fazer cara de surpresa. Depois, apareceu o Stitch na foto!
Photo 0188
Uma pitada de “pixie dust” em Epcot

 

Fotógrafos estão presentes em todas as locações de encontro com personagens. Eles captam cada instante, desde a expectativa do seu filho antes de se aproximar até o abraço com o ídolo. Isso é fantástico, pois deixa você livre para filmar o momento, ficando as fotos a cargo do profissional. Vejam esta sequência feita no pavilhão da Inglaterra em Epcot:

 

Expectativa antes de se aproximar...
Expectativa antes de se aproximar…

 

O tão esperado abraço!
O tão esperado abraço!

 

Um autógrafo, por favor?
Um autógrafo, por favor?

 

Depois de fotos individuais com cada um, abraços e autógrafos registrados, a turma toda reunida!
Depois de fotos individuais com cada um, abraços e autógrafos registrados, a turma toda reunida!
Uma carinhosa despedida do amigo Tigrão
Uma carinhosa despedida do amigo Tigrão

No Treinamento Jedi, eles isolam uma área em torno do palco, onde o fotógrafo circula com uma cadeira de rodinhas, para não perder nenhum ângulo. Mais uma vez, sua câmera fica liberada para se ocupar somente da filmagem.

Profissional Photopass em ação, no Treinamento Jedi
Profissional Photopass em ação, no Treinamento Jedi

 

A qualquer momento, você pode visualizar suas fotos na loja da Kodak que existe na entrada de cada parque. É lá também que você poderá comprar impressões de fotos à sua escolha ou, o que é mais provável, o CD com todas as suas fotos, sem limite de quantidade. A opção mais vantajosa, na minha opinião, é o Memory Maker, que pode ser adquirido no site e dá um bom desconto para compra antecipada. Inclui o CD com as fotos tiradas nos parques, mais aquelas captadas dentro das montanhas russas e de algumas refeições com personagens, não incluídas no Photopass normal. Custa US$ 149,00, o que não é barato, mas eu considero o item de compras mais importante quando vou à Disney… Deve-se levar em conta que ele significa um registro de alta qualidade das férias da sua família, podendo chegar a centenas de fotografias. Minha prima Fernanda passou a lua-de-mel em Orlando e, graças a este serviço, tem montanhas de fotos da celebração do casal!

Você cadastra seu cartão no site e cria uma conta. Assim, no período de 1 mês após o fim da sua viagem, você poderá mesclar todas as suas fotos, inclusive as tiradas com sua própria câmera (fazendo o upload), para compor os mais diversos produtos. O Photo Book custa US$ 80,00 e é lindo de morrer! Capa de couro, super bem acabado e com um grau de customização difícil de acreditar. O site permite que você escolha cada mínimo detalhe e te oferece uma quantidade enorme de opções. Os calendários são lindos, as canecas de cerâmica são super fofas, os tags para mala também, e tudo de uma qualidade surpreendente.

Quando você compra o Memory Maker pelo site, recebe um código que te permite pegar seu CD em uma loja Kodak em qualquer parque, no final da viagem. Se não der tempo de passar na loja, não perca o vôo por causa disso: ele pode ser enviado pelo correio.

Uma dica: quando receber seu cartão photopass, anote o número. Se você o perder, poderá resgatar suas fotos facilmente, fornecendo o número na loja Kodak ou no site. Vários cartões podem ser mesclados na mesma conta. Ou seja, se você esquecê-lo no hotel, peça outro ao primeiro fotógrafo que encontrar e continue usando normalmente. Quando abrir a conta no site, é só cadastrar ambos, ou mesmo pedir ao funcionário da loja Kodak que os mescle em um único cartão.

As lembranças mais importantes que trazemos de uma viagem, fora as que estão dentro da cabeça e do coração, são as fotografias. Por isso, o CD do Photopass figura sempre como despesa básica no orçamento das minhas visitas à Disney. De qualquer modo, mesmo que você não queira adquirir todo o pacote, pegue o cartão. Nem que seja para comprar só aquela foto do seu filho abraçando o Buzz Lightyear, que você não tirou porque estava enxugando uma lágrima…

Momento mágico devidamente registrado!
Momento mágico devidamente registrado!
Photo 0114
Juntos em nosso parque favorito!

De carro pelo Velho Oeste – Parte 2: Buffalo Bill e ficção científica

No post anterior, seguimos Gustavo e Edith em sua “road trip” que começou em Las Vegas e fez sua primeira parada no Parque Yellowstone. Hoje, vamos acompanhar as andanças do intrépido casal pelo Wyoming. Com a palavra, mais uma vez, Gustavo Monteiro!

 

” Deixamos o Parque Yellowstone pela saída Leste e em menos de 3 horas estávamos na pequenina cidade de Cody,  batizada em homenagem a William Frederick Cody, o Buffalo Bill. Pouco depois da saída do Parque encontra-se a Pahaska Tepee, segundo dizem é no local onde Buffalo Bill tinha a cabana de caça dele.

Pahaska Tepee, onde ficava a cabana de caça de Buffalo Bill
Pahaska Tepee, onde ficava a cabana de caça de Buffalo Bill

 

Lá, em Cody, há um surpreendentemente amplo, belo e ilustrativo museu acerca dos hábitos, costumes, armas, equipamentos, utensílios, tendas indígenas e tudo que se relacione com a vida nas planícies no tempo do chamado Velho Oeste. É o Buffalo Bill Historical Center.

Uma imensa coleção de armas, um precursor do canivete suíço, zorras e peças do vestuário utilizados naquela época.

Organizadíssimo e bem cuidado, cobra entrada de US16,00 por pessoa, bilhete válido por dois dias. Dispõe de lanchonete, restaurante e banheiros. De maio a setembro abre às 8:00 e fecha às 18:00h.

Pensamos em visitá-lo em menos de uma hora, ficamos por 4 horas e saímos com a sensação de não termos visto tudo.

 

Estátua de Buffalo Bill
Estátua de Buffalo Bill
Acampamento indígena, da tribo Arapaho
Acampamento indígena, da tribo Arapaho
 Índia, bebê e zorra
Índia, bebê e zorra
Winchester 73, original em cima, embaixo a réplica usada no filme de mesmo nome
Winchester 73, original em cima, embaixo a réplica usada no filme de mesmo nome

 

Precursor do canivete suíço, fabricação alemã, com 100 lâminas e um revólver 22 com 5 tiros
Precursor do canivete suíço, fabricação alemã, com 100 lâminas e um revólver 22 com 5 tiros

 

Edith e a tenda indígena
Edith e a tenda indígena

 

Cody dispõe de um um aeroporto para vôos domésticos.

Na primeira vez que estivemos lá optamos por devolver o carro em Cody pois seguiríamos de avião para Nova York. Nosso vôo era às 7 da manhã do dia seguinte e achei pouco provável que houvesse alguém da locadora para receber o carro antes das 6 da manhã, optando por devolvê-lo na véspera. Papai do Céu nos protegeu, pois o quiosque da locadora estava fechado no dia seguinte. Assim, descobrimos que a cidade de menos de 10 mil habitantes não dispõe de sistema de táxis. Arranjamos uma carona para o hotel e lá há um esquema de transporte até o aeroporto feito pelos próprios moradores.

Nosso roteiro, que se iniciara em Las Vegas passando pelo Parque Yellowstone, incluía Gillete, Wyoming, a caminho de Rapid City, Dakota do Sul, onde veríamos o Monte Rushmore, de nosso interesse.

Acontece que, com um pequeno desvio da rota, para o norte, chegamos a um impressionante Monumento Nacional chamado Devils Tower. Trata-se de uma montanha muito particular em sua formação geológica e que surge do nada na planície, imponente e misteriosa.

Serviu de locação para o filme “Contatos imediatos do terceiro grau”, de Steven Spielberg, e valeu à pena termos nos desviado por apenas uma hora do nosso rumo. O local é mágico e cercado de interessantes lendas indígenas das várias tribos que habitaram a área.

Vimos pessoas, digamos, inusitadas, a tocar instrumentos de sopro e percussão indígenas, o que envolveu nossa passagem em um ambiente bem singular. No local havia uma família de índios da tribo  arapaho em uma tenda típica.

Uma sugestiva placa na entrada da lanchonete, dá o tom western do local.

 

Para manter a limpeza do local...
Para manter a limpeza do local…

 

Gustavo e a Devils Tower
Gustavo e a Devils Tower
Aqui os extraterrestres fizeram contatos imediatos, no filme de Spielberg
Aqui os extraterrestres fizeram contatos imediatos, no filme de Spielberg

 

No arredores, em torno da Torre, são encontrados, sem qualquer dificuldade, cães-da-pradaria, um roedor de cerca de 40cm de comprimento e que cava buracos e túneis nos campos. São muito graciosos e curiosos, aproximam-se da gente sem muito receio. É proibido alimentá-los mas é difícil resistir a essa tentação pois é um recurso que os faz aproximarem-se a poucos centímetros das câmaras fotográficas. Cuidado, no entanto, pois apesar da simpatia, eles podem morder.

De Rapid City a Devils Tower são apenas duas horas de carro; estradas excelentes.

A entrada custa US$10,00 por veículo e há lanchonete, banheiros e loja de souvenirs.”

 

Cães-da-pradaria
Cães-da-pradaria

 

Como resistir a esta meiguice?
Como resistir a esta meiguice?

 

Agora eu vou contar uma peculiaridade das viagens de Gustavo e Edith. Eles tem um hábito super simpático: antes de partir daqui do Brasil, passam em uma loja de souvenirs para turistas e compram uma porção de bonés. Então, eles os guardam na mala e, sempre que recebem um atendimento excepcionalmente bom, ou fazem amizade com alguém do local, que se mostre especialmente cordial, eles dão um boné de presente. Segundo o Gustavo, não tem satisfação maior do que os sorrisos que recebem em troca. Sempre que narra uma história de excelente atendimento ou relacionamento numa viagem, ele conclui perguntando: “Aí você já sabe, né Renata? E respondemos em uníssono: “Boné!” É uma nova categoria de avaliação de atendimento: o “padrão boné”. 😉

 

Domingo é dia de “Meus 5 favoritos, então só chegaremos ao fim desta jornada na semana que vem, com Dakota do Sul e o célebre Monte Rushmore. Enquanto isso, continue aproveitando todas as outras dicas do Roteiro Renatours!

 

 

 

O divertido troca-troca do Pin Trading na Disney

Eles estão por toda parte. Nas lojinhas, em quiosques, pendurados no pescoço de varredores e executivos, vendedores e recepcionistas, crianças e adultos. Nos mapas dos parques, estão marcadas as estações de “pin trading”, onde os pequenos broches podem ser “negociados”.

Funciona assim: você compra um kit de iniciante (starter set), que vem com alguns pins. Dependendo do modelo, custa em torno de 15 dólares. Em qualquer lugar do Walt Disney Resort (parques, hotéis, Downtown Disney, etc.), quando um membro do staff estiver usando o colar com broches, você pode propor uma troca. Eles são sempre simpáticos e solícitos. A criança escolhe um pin do colar do funcionário e troca por um dela mesma, à sua própria escolha (não é o funcionário que escolhe, é claro!).

Dudu com seu Starter Set, começando a brincadeira
Dudu com seu Starter Set, começando a brincadeira
Colecionar e trocar pins foi uma grande diversão!
Colecionar e trocar pins foi uma grande diversão!

À primeira vista, aquilo me pareceu uma grande bobagem, mas o Dudu se divertiu taaaanto com esse troca-troca! Foi bacana vê-lo interagindo e “se virando”, apesar de não falar inglês.

É claro que você acaba comprando vários pins, porque a idéia é que se torne uma coleção. E tem pins para todos os gostos, temas, brinquedos. Chegou um momento em que foi preciso comprar um estojo para acomodar o acervo. Escolhemos o pequeno, mas tem gente que que realmente se empolga! Dudu adora colecionar coisas e o pin trading foi, de fato, uma das marcas desta ida a Orlando.

No final da viagem, acabamos comprando um estojo para organizar a coleção
No final da viagem, acabamos comprando um estojo para organizar a coleção

 

No estojo, Dudu organizou e expôs todos os seus pins
No estojo, Dudu organizou e expôs todos os seus pins

 

Ele acabou comprando pins também em passeios  fora da Disney, como o Kennedy Space Center e o jogo da NBA
Ele acabou comprando pins também em passeios fora da Disney, como o Kennedy Space Center e o jogo da NBA

 

A gente até trouxe um starter set de presente para nosso amiguinho Bernardo, que iria pra Disney logo depois de nós. Segundo minha amiga Fernanda, a mãe, foi sucesso absoluto!

Uma vantagem adicional? As únicas lembranças que Dudu queria comprar nos parques eram os pins. O bom é  que, por mais que você traga, não ocupa nenhum espaço na mala! 😉

 

Meninos no castelo da Cinderela?

Eu tinha a maior vontade de conhecer o castelo por dentro. Quando fui à Disney aos 13 anos, não estava incluído na excursão. Na primeira vez do Dudu, entrei na onda de que “menino não gosta”. Na segunda vez, em 2010, eu estava fazendo 10 anos de casada (3 meses antes, tudo bem, mas estava valendo…). Resolvi me dar este mimo! Falei pro Dudu que, como era meu aniversário de casamento, eu gostaria que meus dois príncipes – ele e o Alexandre – me levassem para almoçar com a Cinderela. Ele topou numa boa, ainda bem. E aí veio a surpresa: ele adorou!

Dudu fez questão de fotografar o casal
Dudu fez questão de fotografar o casal

Logo na entrada, os meninos ganham uma espada de cavaleiro e uma estrela azul, a “wishing star”, para fazerem seus pedidos. Dudu tem muitas espadas (de pirata, mosqueteiro, jedi…), mas a favorita é, até hoje, a que ele ganhou no Cinderella’s Royal Table.

Os meninos ganham uma espada de cavaleiro e uma "wishing star"
Os meninos ganham uma espada de cavaleiro e uma “wishing star”

 

Adivinha que pedido ele fez à estrela? Pra voltar à Disney todos os anos!
Adivinha que pedido ele fez à estrela? Pra voltar à Disney todos os anos!

Em um dado momento, todos os rapazes têm de fazer seu juramento de cavaleiro. Eles se sentem muito importantes!

Prevendo que ele poderia ficar pouco à vontade com as princesas, sugeri que ele pegasse os autógrafos para suas melhores amigas, que nunca tinham ido à Disney. Quando ele pediu que Ariel assinasse para sua amiga Juliana, ela falou: “Uau! Que boa ideia, pegar autógrafos para as amigas! Juliana vai ficar tão feliz… Você é um ótimo amigo, Eduardo!” Ele ficou todo orgulhoso…

Ariel adorou assinar um autógrafo para a amiga do Dudu!
Ariel adorou assinar um autógrafo para a amiga do Dudu!

Além disso, o restaurante é lindo, a comida é ótima e o ambiente é perfeito.

Então, se você tem filhos de ambos os gêneros, não se preocupe: seu menino também vai curtir o almoço com as princesas, mesmo que não tanto quanto a menina. E se você, assim como eu, é mãe de menino… Permita-se! Leve seus príncipes para experimentar a mesa real e tenha seu dia de princesa!

Hoje faço 14 anos de casada, por isso tive a ideia de escrever sobre este assunto. Estou me perguntando que lindas surpresas me aguardam… 😉

O lindo salão do Cinderella's Royal Table
O lindo salão do Cinderella’s Royal Table