Embarque autorizado para fisioterapeutas

Os preparativos começam a esquentar para os 40 brasileiros que vão para o norte da França em julho e agosto de 2015. O primeiro grupo fará sua reciclagem com o grande biomecanicista Philippe Campignion de 13 a 16 de julho, o segundo de 3 a 6 de agosto. Ontem, eu comprei minhas passagens. Vou com Alexandre e Dudu, de Air France, dia 11 de julho às 19:05 e só volto dia 8 de agosto às 23:25. Quem quiser pegar os mesmos vôos, pra ir com a gente no mesmo avião e trem, seja bem vindo! Estaremos presentes em ambos os cursos, não só porque estamos organizando, mas também porque serei responsável pela tradução para o português. Entre estas duas atividades, me restarão 17 lindos dias de verão para merecidas férias, que depois eu conto como serão… Se você quer mais informações sobre o curso, clique aqui!

No primeiro post que publiquei sobre o assunto das passagens, mostrei uma pesquisa de preços de bilhetes aéreos, com os links para as companhias. É preciso saber que pode haver alguma variação ao longo do tempo. Além disso, o euro andou subindo. Hoje, por exemplo, a Lufthansa já não está tão barata quanto antes. Por outro lado, o preço da Tap está excelente, apesar do vôo de volta ser diurno. É altamente recomendável refazer a pesquisa na hora de comprar. Sempre lembrando que a única que faz vôo direto Rio-Paris-Rio é a Air France.

A escolha da companhia aérea é uma questão de prioridades. Você encontra preços mais baixos nos sites de passagens, porém vai ter que encarar longas esperas em conexões. Talvez você possa se permitir pagar R$ 200,00 a mais por um vôo direto num horário conveniente. Ou talvez esse valor realmente faça diferença no seu orçamento. Ou ainda pode ser que você não dê a mínima para baldeações ou vôos diurnos e prefira, de fato, pagar mais barato. A questão é justamente essa: quão mais caro estou disposta a pagar pelo conforto de um vôo direto?

Como no outro post eu fiz a pesquisa baseada nas datas da primeira turma, desta vez vou privilegiar o pessoal da segunda. Não sei se a maioria vai querer passear antes ou depois do curso, então busquei de 1 a 8 de agosto, somente uma semana. Lembre-se de que a data limite de volta para aproveitar o desconto do evento na Air France é 11 de agosto. Ou seja, se você quer ficar um tempão curtindo a Europa e aproveitar a tarifa reduzida, é melhor programar o lazer antes do dever!  Atenção: mesmo tendo comprado o bilhete no site com a id do evento, é obrigatório apresentar o comprovante de inscrição no curso no balcão do check in.

Ontem, nosso bilhete da Air France com desconto para participantes do evento custou R$ 3.711,29 (11 de julho a 8 de agosto). A tarifa normal, para as mesmas datas, estava R$ 3893,82.

 

Vamos ver como fica a comparação com as demais em agosto?

 

Air France com desconto do evento, vôo direto: R$ 3372,52

Air France com desconto do evento, escala em Amsterdam na volta: R$ 3197,90

Air France sem desconto, vôo direto: R$ 3535,98

Lufthansa, conexão em Frankfurt: R$ 3284,17

Tam, conexão em Guarulhos: R$ 4677,33

Tap, conexão em Lisboa: R$ 2838,73

 

Pois é, a Tap está com um belo preço! Mas no site eles avisam que são poucos lugares por este valor. Pessoalmente, prefiro o vôo direto, ainda mais porque vou com criança. Aliás, um detalhe para quem está levando os filhos: a tarifa reduzida da Air France para o evento não faz o preço diferenciado para crianças. Isto significa que talvez não valha a pena… No meu caso, fizemos assim: o Alexandre comprou com o desconto, eu e Dudu fomos pela tarifa normal. Se você tentar comprar os adultos com o desconto e só as crianças na tarifa normal vai sair uma loucura, pois incidirá a taxa de menor desacompanhado, que é alta. Eu chequei a opção de comprar a passagem do Dudu por telefone, fornecendo o código de reserva dos pais no mesmo vôo, para não constar como desacompanhado. Isso até é possível, só que, neste caso, você paga taxa de emissão do bilhete, o que não ocorre na compra pela internet. Resumo da ópera, se você optar pela Air France: compre um adulto e as crianças na tarifa normal e o outro com o desconto. É a melhor opção, se a sua prioridade for um vôo direto e noturno, na ida e na volta, e se você estiver disposto a pagar esta diferença.

 

A Gare d'Arras, onde o Expresso GDS vai chegar! ;-)
A Gare d’Arras, onde o Expresso GDS vai chegar! 😉

 

Quanto às passagens de TGV (trem de alta velocidade) entre Paris e Arras, só é possível comprar com dois meses de antecedência. Quanto antes, maiores as chances de encontrar promoções. Você provavelmente pagará entre 17 e 25 euros cada “perna”.  É possível pegar o TGV tanto no próprio aeroporto quanto na Gare du Nord, em Paris. Mais perto eu dou notícias precisas sobre horários de trem e o esquema para ir da Gare d’Arras (gare = estação de trens) até os alojamentos e o Centre de Formation Philippe Campignion.

A única dificuldade será manter a turma concentrada no curso depois do almoço, onde normalmente a refeição é regada a certas especialidades da Bélgica e do norte da França…

 

Os alunos europeus bebem cerveja no intervalo do curso e aguentam o tranco. E os brasileiros, vão encarar?
Os alunos europeus bebem cerveja no intervalo do curso e aguentam o tranco. E os brasileiros?

 

Eu estou super animada, e você? 🙂

 

Sergipe: banho de rio, dunas, praia, natureza, sombra e água fresca…

Esta semana, só vamos conversar sobre passeios no Brasil. Uma das melhores surpresas que tive em minha vida viajante foi a breve temporada que passei  em Aracaju. Sergipe é, talvez, o menos explorado dos estados nordestinos. Acredito que este quadro ainda mude, pois há atrativos fantásticos aguardando os turistas. Por outro lado, eu considero uma grande vantagem não encontrar multidões aglomeradas, como em outros destinos mais populares, mesmo tendo ido em pleno verão.

Meu primo Kiko se mudou para Aracaju há cerca de 8 anos. Recentemente, nós finalmente fomos visitar o “dindo” do Dudu. Kiko e Emily nos levaram a um passeio delicioso, que foi o ponto alto da viagem: a descida de barco pelo rio Piauitinga, até chegar ao Mangue Seco. Saindo de Aracaju, de carro, são uns 50 minutos até chegar a Porto do Mato, na direção da Praia do Saco, Município de Estância. Lá, você aluga um barquinho, que custa em torno de R$ 150,00 (total, independente do número de passageiros, com capacidade para 6 pessoas, mais o barqueiro). Ao longo do rio, há diversas paradas em pequenas ilhas fluviais, onde se pode tomar banho e apreciar a natureza quase intocada do local.

 

Descendo o Rio Piauitinga
Descendo o Rio Piauitinga
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Curtindo o padrinho em Sergipe
Nosso barquinha rio abaixo
Nosso barquinho rio abaixo
O melhor banho de rio das nossas vidas!
O melhor banho de rio das nossas vidas!
Ao longo do trajeto, pequenas ilhas, praias gostosas, rio de águas calmas e salgadas...
Ao longo do trajeto, pequenas ilhas, praias gostosas, rio de águas calmas e salgadas…
No caminho, cruzamos com um “ônibus” escolar!

Chegando à localidade de Mangue Seco (a primeira após cruzar a divisa com a Bahia), alugamos um bugre (em torno de R$ 90,00), que nos levou pelas dunas e até a praia. Fizemos uma pausa para o Dudu experimentar o “esqui-bunda” e ficamos encantados com a beleza da costa.

Dudu se esbaldou no "esqui-bunda"
Dudu se esbaldou no “esqui-bunda”
Brincando nas dunas
Brincando nas dunas
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Um dia bem aproveitado com Kiko e Emily!
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Descendo as dunas de bugre
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Bugre ou montanha russa?
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Os coqueiros “Romeu e Julieta” foram cenário da abertura da antiga novela Tieta. Neste dia, fizeram uma perfeita moldura para a foto dos recém-casados!

 

Já na praia do Mangue Seco, foi só curtir uma vidinha mais ou menos… Comer quitutes locais, tomar banho de mar, apreciar a paisagem e descansar na rede, afinal ninguém é de ferro!

 

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Praia de Mangue Seco
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Dudu adorou essa vidinha nordestina…

 

O motorista do bugre deixou a gente na praia e combinou a hora de vir nos buscar, para pegarmos o barco de volta a Porto do Mato. Tanto ele quanto o barqueiro foram ultra pontuais! Em Porto do Mato, tem estacionamento. Embora Mangue Seco já fique na Bahia, a localidade é mais explorada a partir de Aracaju, pois o acesso por ali é mais fácil. O programa dura o dia inteiro e é absolutamente imperdível!

 

 

 

 

 

Museus em Paris que valem a visita – Parte 3

Continuando a série sobre museus em Paris, vamos conversar sobre Picasso, Monet e arte medieval. Mais uma vez, não esqueça de checar o Pariscope, para informações de acesso, dias e horários de funcionamento.

1- Musée Marmottan

A maior parte do acervo do Marmottan é dedicado à obra de Claude Monet. Muita gente deseja conhecer a famosa casa em Giverny, mas a maioria das pessoas nunca ouviu falar deste pequeno museu, dentro de Paris, bem pertinho do Bois de Boulogne. Aliás, “a boa” é combinar as duas visitas juntas, pois estas atrações ficam a uma curta distância a pé uma da outra. A coleção do Marmottan foi doada pelo filho do pintor e inclui um quadro que, por si só, vale a visita: Impressions, soleil levant (em português: Impressões, sol nascente). A denominação do movimento impressionista foi cunhada a partir deste quadro, que pode ser considerado sua pedra fundamental. Ainda neste lindo museu, eu gostei particularmente da coleção de iluminuras medievais, de uma beleza indescritível.

 

2- Musée de Cluny

Um charmoso castelo do século XIII, em uma pracinha aprazível no coração do Quartier Latin, abriga o museu nacional da Idade Média. De acesso fácil, sem fila, interessantíssimo tanto por suas coleções quanto pelo edifício em si, este local adorável merece ser incluído no seu roteiro. Você vai se surpreender com a variedade de peças inestimáveis em tapeçaria, ourivesaria, mobiliário, iluminuras (eu realmente adoro iluminuras medievais…) e outros tesouros.

O pátio do belo edifício que abriga o museu medieval
O pátio do belo edifício que abriga o museu medieval
musee de cluny
Musée de Cluny

 

3- Musée Picasso

Bem, Picasso dispensa apresentações. Localizado no delicioso bairro do Marais, o museu dedicado a este incomparável artista ficou um tempão fechado para reformas, mas reabrirá suas portas no dia 25 de outubro de 2014. Estou louca para revisitá-lo! Além de importantes obras de Picasso, o museu ainda abriga a coleção particular do artista, que inclui quadros de Cesanne, Seurat, Degas e outros gênios. Meu quadro favorito no museu é Violino e Partitura, de 1912. Mas os estudos para as célebres Demoiselles d’Avignon também me emocionaram.

 

Antes da grande reforma, assim era o pátio interno do Museu Picasso, onde havia uma cafeteira. Em poucos dias saberemos se alguma coisa mudou...
Antes da grande reforma, assim era o pátio interno do Museu Picasso, onde havia uma cafeteira. Em poucos dias saberemos se alguma coisa mudou…

 

 

 

Museus em Paris que valem a visita – Parte 2

No post do dia 30 de agosto, comecei a série sobre museus interessantes em Paris, para quem quer algo além do Louvre e do Musée d’Orsay. Hoje, vou falar exclusivamente sobre aquele que pode ser considerado tão imprescindível quanto os dois anteriores: o Centre George Pompidou.

O museu de arte moderna de Paris conta com uma coleção impressionante dos maiores nomes da arte do século XX: Picasso, Kandinsky, Braque, Matisse e tantos outros, que é até difícil enumerar. Sem contar que o prédio, em si, é uma atração à parte. A fachada de canos aparentes e coloridos, a arquitetura absolutamente inusitada e as rampas e escadas externas, que permitem incríveis vistas da cidade, fazem do Pompidou um programa imperdível.

O museu abrigou algumas das exposições temporárias mais impressionantes que presenciei na vida, como a retrospectiva da obra completa de Kandinsky e a incrível mostra sobre as relações entre a Dança e as Artes Plásticas. Vale à pena entrar no site antes de viajar para conferir a programação e, conforme for, comprar ingresso antecipado. As melhores exposições costumam lotar e/ou ter filas enormes.

A livraria oferece muitas opções bacanas para estimular a sensibilidade artística nas crianças. Dudu adorou o livro sobre Kandinsky que eu comprei pra ele, cheio de adesivos para ele compor suas próprias obras, segundo o estilo do artista. Por causa disso, quando eu o levei a uma exposição de arte russa no Centro Cultural Banco do Brasil (aqui no Rio), ele reconheceu o Kandinsky de longe, em meio aos outros quadros.

Há toda uma programação voltada para as crianças, com oficinas de arte e atividades variadas. Minha amiga Anna levou suas meninas de 5 e 7 anos a Paris, e ambas concordaram em eleger o Pompidou o museu mais legal da cidade.

Centro George Pompidou Fonte: site Great Buildings
Centro George Pompidou
Fonte: site Great Buildings

 

5 livros que me levaram para viajar

A literatura tem o poder de nos levar para outros lugares, sejam eles reais ou fictícios. Sou apaixonada por romances históricos, que me “pegam” por todos os lados: ficção envolvente, descoberta de lugares pouco explorados ou desconhecidos para mim, aprendizado sobre a vida em outras épocas e culturas. Alguns autores são mais rigorosos na pesquisa histórica do que outros, alguns são mais controversos, mas é sempre uma delícia viajar nas páginas de um bom livro.

Sou uma leitora voraz desde a infância, então seria impossível listar 5 livros que me deram mais prazer no transporte a outros lugares e tempos. Optei pelos que me vieram à cabeça primeiro, talvez eu repense a escolha a cada vez que me deparar com este post. Mas tudo bem, eu sempre poderei escrever outro sobre este assunto, quando der vontade, não é? 😉

 

Livros que me levam pelo mundo afora...
Livros que me levam pelo mundo afora…

1- Os Pilares de Terra (Ken Follet)

Em dois volumes, um dos meus livros preferidos de toda a vida. Fiquei emocionadíssima em visitar a Catedral de St Denis, ao norte de Paris, só de imaginar a importância dela para o livro – e para a história da arquitetura gótica, é claro. A vida cotidiana na Inglaterra medieval e a jornada do protagonista até a França, em busca do segredo de como construir uma catedral que chegasse até o céu, alinhavam uma narrativa rica, empolgante, envolvente. Ken Follet é, por vezes, associado somente aos livros de espionagem, como O Buraco da Agulha. Mas seus romances históricos são primorosos, amo de paixão! Sua trilogia recente, sobre o século XX, é absolutamente fantástica, estou na expectativa do lançamento do último volume, previsto para daqui a alguns dias.

 

2- Crônicas Saxônicas (Bernard Cornwell)

Uthred de Bebbanburg foi despojado de seu título e seu castelo (que de fato existe, na Nortúmbria, vou visitá-lo no ano que vem, quando for à Escócia). Uthred passa 7 volumes em meio aos ideais e batalhas de Alfredo, o Grande –  que sonha unir os reinos anglos e saxônicos para formar uma única Terra Angla (England) – e às invasões vikings, na tentativa de recuperar o que lhe foi tomado. O último livro foi lançado recentemente, acabei de ler há poucos dias! Bernard Cornwell é um dos principais romancistas históricos ingleses e escreveu também a série Crônicas de Arthur.

 

3- Os Reis Malditos (Maurice Druon)

A obra épica deste autor, conhecido no Brasil pelo infanto-juvenil O Menino do Dedo Verde, conta a história trágica da derrocada da dinastia dos Capetos na França do século XIV, depois que o último templário os amaldiçoou antes de ser executado. A vida da nobreza francesa e inglesa em icônicos castelos e catedrais, a “arte” dos venenos e outras “técnicas” de assassinato, as disputas pelo poder, as intrigas da corte…  Muito da trama envolve Roberto III, o Conde de Artois, e as batalhas contra Flandres, o que é particularmente interessante para mim, pois o Artois é justamente a região fronteiriça com a Bélgica, que frequento regularmente por conta do trabalho (é onde se situa o Centre de Formation Philippe Campignion, ao qual estou vinculada).

 

4- Trilogia (Henryk Sienkiewicz)

Este autor de nome difícil recebeu o Nobel de Literatura em 1905 e é considerado um dos escritores poloneses mais importantes da história. E olha que a Polônia é pródiga em escritores prêmio Nobel, vários já foram agraciados!

Minha curiosidade sobre este país tem a ver com o fato de meus avós paternos terem vindo de lá, mas esta trilogia em 7 volumes (é isso mesmo, a edição brasileira subdividiu os originais rsrsrs) me mostrou que se trata de um lugar incrível, pela história e pela natureza. Trata-se, de fato, de um dos principais destinos para turismo ecológico na Europa. O livro se inicia no apogeu na Polônia, no século XVIII, passando pelas guerras com ucranianos, suecos e russos, até o declínio frente ao Império Otomano. Ao fim de cada volume, as notas históricas separam os fatos da ficção. Aí vem o mais interessante: certas passagens são tão impressionantes que “só podem ser fictícias”. Aí você chega nas notas finais e descobre que aquilo aconteceu de verdade!!!

Prepare-se, no entanto, para a sopa de letrinhas dos nomes dos personagens. O desafio é conseguir pronunciá-los! Quem já leu Dostoievsky sabe do que estou falando: até você lembrar quem é quem leva um tempinho… Mas isso não é nada, perto do fascínio exercido por essa poderosa obra literária.

 

5- Os príncipes da Irlanda (Edward Rutherfurd)

Não aparece na foto porque está emprestado 🙂

Um livro muito interessante sobre as origens da Irlanda, de 430 A.C. até meados de 1533, ou seja, trata da transição do tempo dos celtas, passando pela expansão do cristianismo através de São Patrício, pelas conturbadas relações com a Inglaterra e o país de Gales, tudo isso acompanhando as sucessivas gerações das famílias de certos personagens centrais. Um dado pitoresco: a principal destas famílias vivia, no início da história, às margens da Lagoa Escura, que em celta quer dizer Dubh Linn. Foi aí que floresceu a bela cidade, hoje conhecida por Dublin. Não tinha tanta curiosidade pela Irlanda até ler este livro.

 

Foi difícil escolher, deixei de fora Noah Gordon, Alexandre Dumas, Catherine Clément, Dan Brown e até nosso Érico Veríssimo. Do clássico ao best seller, estrangeiros e brasileiros… Sem contar aqueles que vou ficar lembrando todos os dias, e os que ainda vou ler. De qualquer modo, se você ainda não visitou essa turma aí em cima, aperte os cintos e embarque na viagem deles, vai valer à pena!

 

 

 

Museus em Paris que valem a visita – Parte 1

Se você está indo a Paris pela primeira vez, seu roteiro passará obrigatoriamente pelo Louvre e pelo Musée d’Orsay. Atrações indiscutivelmente incontornáveis, já cantadas em prosa e verso pelos mais diversos veículos e autores, estes dois ícones parisienses foram deliberadamente excluídos desta lista singela. Exatamente por esta razão: dispensam recomendação, já estão previstos, com absoluta certeza. Depois de visitar estes gigantes imprescindíveis, a escolha entre os incontáveis museus e galerias espalhados pela cidade pode trazer dúvida – e até angústia – ao coração de quem gosta de arte e cultura. Eu definitivamente não conheço todos os museus de Paris (será que alguém conhece?!), mas já estive em um número considerável. Alguns eu gostei demais, outros não especialmente. Alguns bem óbvios, outros nem tanto. Alguns pretendo ainda visitar, outros não faço questão. Espero que a minha experiência possa te ajudar nessa “escolha de Sofia”, que é selecionar as igrejas, museus, parques, monumentos e outras atrações que caibam no número de dias programados para as férias às margens do Sena.

 

O Museu do Louvre e sua Pirâmide
O Museu do Louvre e sua Pirâmide

 

Musée d'Orsay
Musée d’Orsay
O Musée d'Orsay visto do Rio Sena
O Musée d’Orsay visto do Rio Sena

 

1- Musée Rodin

Este museu encantador foi o primeiro que visitei em Paris. É quase mágico, passear pelo jardim da casa em que viveu um dos maiores escultores da história, flanando entre obras de arte expostas ao ar livre. Para completar a experiência, não deixe de tomar um café ou um sorvete na cafeteria do jardim, depois visite o interior da casa, onde estão alguns dos mais famosos trabalhos de Auguste Rodin e Camille Claudel. O Musée Rodin fica muito perto do Musée d’Orsay e do Hôtel des Invalides, onde estão o túmulo de Napoleão e o Museu da Guerra. Se você tiver um cronograma apertado, pode ser uma boa ideia fazer os três no mesmo dia.

 

Musée Rodin
Musée Rodin
Pensador e Invalides
O Pensador em seus devaneios, entre as flores do jardim e o belo Dôme des Invalides
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Arte ao ar livre, no Musée Rodin
Dentro da casa onde viveu Rodin, algumas de suas mais belas obras
Dentro da casa onde viveu Rodin, algumas de suas mais belas obras
O beijo mais famoso da história da arte
O beijo mais famoso da história da arte
Uma "selfie" no Musée Rodin
Uma “selfie” no Musée Rodin

2- Musée de l’Orangerie

Quando você chega ao Jardin de Tuileries, vindo da Place de la Concorde, percebe que a entrada do parque que leva ao Louvre é ladeada por dois museus pequenos e simpáticos: à direita, o Musée de l’Orangerie; à esquerda, o Jeu de Paume. No Jeu de Paume você vai encontrar predominantemente exposições temporárias, e a programação pode ser conferida no indefectível Pariscope. Quanto ao Musée de l’Orangerie… Se você gosta de arte, deve realmente tentar incluir esta joia em seu roteiro! O museu tem uma pequena, porém expressiva, coleção de arte impressionista. Mas o ponto alto, de fato, são as duas grandes salas, em que painéis das Ninféias de Monet preenchem inteiramente cada uma das quatro paredes. De acordo com o local onde você se posiciona, em cada sala, os quadros imensos adquirem aspectos diversos, e a própria sala parece mudar.  A luz natural penetra, tornando a experiência diferente segundo o horário da visita. É possível se perder por um longo tempo, em meio a tamanha beleza…

Galerie Nationale du Jeu de Paume. Não tenho nenhuma foto do Musée de l'Orangerie...
Uma perspectiva “torta” da Galerie Nationale du Jeu de Paume. Não tenho nenhuma foto do Musée de l’Orangerie… 😦

 

3- Musée de l’Histoire de la Médecine

Este museu pequeno e impressionante fica dentro da Université Paris Descartes, na Rue de l’École de Médecine. Tem horários de funcionamento restritos e variáveis, então, mais uma vez, é necessário consultar o bom e velho Pariscope. A coleção inclui maletas com instrumentos de barbeiros-cirurgiões medievais, um estojo de medicamentos homeopáticos do século XIX, que pertenceu ao médico de Vincent Van Gogh, desenhos esquemáticos do cérebro humano, feitos por Sigmund Freud, modelos anatômicos do século XVIII, ferramentas cirúrgicas egípcias e outros tesouros. Se tudo isso já soa interessante para qualquer pessoa curiosa, imagine para alguém que trabalha na área da saúde!

Université Paris Descartes, onde funciona o Musée de l'Histoire de la Médecine
Université Paris Descartes, onde funciona o Musée de l’Histoire de la Médecine

No próximo post, vamos conversar sobre mais três museus que moram no meu coração. Esse papo ainda tem muito o que render…

 

Algumas dicas essenciais de Paris

Eu já falei sobre Paris diversas vezes aqui no blog. Citei o Pariscope como minha dica mais importante , dei o caminho das pedras para comprar ingressos para concertos, listei meus lugares favoritos para tomar chá (veja aqui e aqui) e revelei minhas preferências na hora das compras (veja aqui e aqui).

Ainda pretendo escrever muito sobre esta cidade que frequento com grande assiduidade, pelo trabalho e/ou pelo prazer de bater perna por suas ruas adoráveis. Hoje vou dar algumas dicas que considero imprescindíveis!

 

1- Paris Museum Pass: Você pode comprar pelo site ou em qualquer dos monumentos conveniados, é um passe que vale por 2, 4 ou 6 dias consecutivos (respectivamente 42, 56 e 69 euros), e inclui entrada ilimitada em quase todos os monumentos e museus de Paris (não inclui a Torre Eiffel). Além de economizar dinheiro, na maioria deles você fura a fila, essa é a principal vantagem. No Louvre, você vai adorar entrar livre, leve e solto por uma porta e ver a multidão esperando do outro lado… Em Versailles não tem jeito, tem que encarar a fila, mas pelo menos você só pega para entrar, evitando a de comprar ingresso. Uma sugestão: se você não comprar o passe pela internet, compre na Conciergerie, que fica ao lado da Sainte Chapelle, na Ile de la Cité. Lá nunca tem fila, e vale uma rápida visita às celas onde ficaram presos Robespierre, Maria Antonieta e vários heróis da Revolução Francesa. Depois, você pode ir na Sainte Chapelle e na Catedral de Notre Dame, que é quase do lado. O passe é válido para subir nas torres da Catedral. Na rua lateral, onde fica a fila para subir nas torres, tem umas carrocinhas que vendem crepes e galletes. Não perca! Uma delícia! Logo ao lado, na Ile St Louis, tem outra delícia imperdível: sorvetes Bertillon, os melhores de Paris. São vendidos em diversos locais na ilha, se você comprar no balcão, pra sair tomando pela rua, é bem mais barato.

A Vênus de Milo, uma das mais importantes e belas obras do acervo do Louvre
A Vênus de Milo, uma das mais importantes e belas obras do acervo do Louvre
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A subida no Arco do Triunfo está incluída no Paris Museum Pass

2- Hotel Clément: desde que conheci este hotel, nunca mais fiquei em outro. Fica no coração de St Germain de Près, ao lado do metro Mabillon (6, Rue Clément). Simples, porém limpo, silencioso, organizado, com ótimo atendimento e preço abaixo da média. Como a maioria dos hotéis em Paris, o elevador é minúsculo e o quarto poderia ser maior… Mas acho o custo-benefício excepcional! A suíte júnior é ideal para casais com uma criança. Infelizmente, não há quarto quádruplo.

3- Ingresso antecipado para a Torre Eiffel: o site oficial do principal ponto turístico de Paris tem uma versão em português, onde se pode adquirir ingressos antecipados para subir na famosa torre. Como esta possibilidade é relativamente nova, eu confesso que nunca subi, mesmo depois de ter ido umas 20 vezes à Cidade Luz! É que as filas são sempre tão grandes, que eu desanimo… Ano que vem, vou levar o Dudu, então vai rolar com certeza! É recomendável antecedência, pois há um número limitado de ingressos por dia.

O principal ícone parisiense
O principal ícone parisiense

4- Carrossel du Louvre: o centro comercial que fica no subsolo do Museu do Louvre é uma ótima opção para “quebrar” uma longa visita às galerias. Tem o Mariage Frères, minha casa de chá preferida; a incrível loja Nature et Découvertes, com uma diversidade de itens para amantes da natureza (aventureiros ou não); e a Apple Store, entre outras lojas e restaurantes. A propósito: muita gente diz que são necessários vários dias para visitar o Louvre. Bem, a não ser que você esteja fazendo doutorado em história da arte, não precisará de 2 ou 3 dias só neste museu. Um dia ou parte dele é suficiente. Há muita coisa pra ver em Paris, ainda mais se você dispuser de apenas uma semana ou menos!

5- Café da manhã fora do hotel: eu sei que muita gente gosta de tomar café da manhã no hotel, porque já sai “pronto”. A questão é que, em geral, o salão de “petit déjeuneur” fica no subsolo, fechado, em uma cidade que tem como uma de suas principais características, a profusão de cafeterias com as famosas mesinhas na calçada, viradas para o “movimento”. Eu considero a experiência de tomar um expresso acompanhado de um croissant ou uma tartine (baguette tostada com manteiga), sentada em um local como este, item fundamental em qualquer visita a Paris. Você entra no clima e se sente parte do contexto.

6- Maquiagem: a compra da maquiagem é praticamente incontornável, quando se visita Paris. Mesmo que você seja homem, pois terá levado, com certeza, uma listinha de encomendas. Mas se você for mulher, lembre-se de que nas lojas de departamentos, quando você for fazer suas comprinhas no quiosque das principais marcas, a atendente provavelmente vai se oferecer para te fazer uma linda maquiagem na hora. É claro, você vai se sentir bela como uma fada e vai querer comprar tudo. Mas, mesmo que só leve um batom, sairá de lá “toda trabalhada no glamour” rsrsrsrs. Então, aproveite para comprar maquiagem no dia que você já tiver programado um teatro, concerto ou jantar especial, pois a produção já estará prontinha! 😉

Minha amiga ficou ainda mais linda, toda produzida na Shiseido do Le Bon Marché
Minha amiga ficou ainda mais linda, toda produzida na Shiseido do Le Bon Marché

 

Ainda tenho muito a dizer sobre Paris… Restaurantes, museus, lojas, atrações para crianças… Essa é a parte mais divertida em se ter um blog, posso continuar o assunto em outros posts e prolongar nossa conversa sobre meu tema favorito!

Então, um abraço e até o próximo!

Meus 5 destinos mais sonhados

Se eu fosse listar aqui todas as viagens que gostaria de fazer, acho que ficaria semanas só nisso… Escolhi então os 5 destinos que mais alimentam minha imaginação atualmente. Não quero chamar esta relação de “wish list”, prefiro “to do list”, pois todas já estão sendo programadas. Mesmo que eu não saiba ainda quando irão, de fato, acontecer…

1- Escócia e Nortúmbria
Esta já tem data e hora marcada, vai acontecer em julho de 2015. Estou na organização de um curso para que os praticantes de cadeias musculares GDS (método fisioterapêutico cuja formação eu coordeno, no Rio de Janeiro) possam conhecer nossa fonte, o Centro de Formação Philippe Campignion. Serão mais de 40 brasileiros invadindo o norte da França! Terminado o curso, parto com Alexandre e Dudu para esta viagem tão sonhada, que já está sendo planejada nos mínimos detalhes. Progressivamente, vou dando notícias do roteiro aqui no blog. Por ora, já adianto que teremos uma programação Harry Potter, com a visita ao Alnwick Castle, na Nortúmbria, e um passeio no trem a vapor The Jacobite, o autêntico Hogwarts Express. Fora os castelos, os lagos, as Highlands, Edimburgo… Mal posso esperar!!!

O trem a vapor The Jacobite passa pelo viaduto Glenfinnan, cenário dos filmes de Harry Potter Fonte: http://www.westcoastrailways.co.uk
O trem a vapor The Jacobite passa pelo viaduto Glenfinnan, cenário dos filmes de Harry Potter
Fonte: www.westcoastrailways.co.uk

2- Alemanha
Meu roteiro imaginário começa em Berlim, desce de carro pela Rota Romântica e chega em Munique. De lá, sigo para Salzburg e fecho a viagem com o maior festival de música clássica do mundo. Estive neste festival uma vez, sozinha, em 1997. Agora quero levar meus dois rapazes para viver comigo esta grande emoção. Por enquanto, vou aproveitando as dicas da minha amiga Viviane Ribas, que descreve seu passeio pela Alemanha no blog Vivi em Viagens, e da Francine Agnoletto, do blog Viagens que sonhamos

3- Egito

Pirâmides, o deserto, antigas civilizações, um cruzeiro pelo Rio Nilo… Chego a suspirar….

4- Praga

Do leste europeu, só conheço a Áustria. Gostaria de visitar a Polônia (de onde veio minha família paterna), a Hungria, a Croácia e a Eslovênia. Mas, em primeiro lugar, Praga. Cidade linda, bem conservada, onde se respira música. Espero que não demore a surgir a oportunidade!

5- Festivais de música clássica
Lucerna, Verbier, Tanglewood… Como mencionei acima, já estive no Festival de Salzburg. Para quem é amante da música como eu, é uma experiência incomparável. A cidade gira em torno do festival, há uma concentração de energia quase palpável. Eu assistia a dois concertos por dia, um de manhã e outro à noite. Os fantásticos festivais de Lucerna e Verbier me oferecem, ainda, a possibilidade de conhecer a Suíça. O de Tanglewood, onde meus queridos Yo Yo Ma, Lang Lang e Joshua Bell sempre marcam presença, pode ser facilmente combinado com um pulinho em Nova York. Difícil é escolher!

Salzburg, cidade dos sonhos de qualquer amante da música clássica
Salzburg, cidade dos sonhos de qualquer amante da música clássica
Gros Festspielhaus: principal teatro do Festival de Salzburg, onde vi Seiji Osawa reger a Filarmônica de Viena
Gros Festspielhaus: principal teatro do Festival de Salzburg, onde vi Seiji Osawa reger a Filarmônica de Viena

 

Esta semana fiz aniversário. No ano que vem, a esta altura, já terei cumprido a primeira missão desta lista. Espero que seja sempre assim, todo ano… 🙂

França 2015: é hora de pensar nas passagens!

Fiz uma pesquisa de preços da passagem Rio-Paris-Rio, em diversas companhias aéreas, para checar se o desconto que a Air France está oferecendo aos participantes do curso de reciclagem no Centre de Formation Philippe Campignion é, de fato, vantajoso. Mesmo que você não faça parte do grupo que vai partir nessa “peregrinação”, poderá aproveitar para ter uma ideia da diferença de valores entre as principais empresas, caso também esteja planejando ir à Cidade Luz no ano que vem.

Quero deixar claro que não estou recebendo nenhuma comissão da Air France. Meu desconto no bilhete será igual ao dos outros participantes. Existe a possibilidade, de acordo com as vendas vinculadas ao evento, de que eu ganhe uma passagem para outra ocasião, mas isto é bastante improvável, pois seria necessária uma quantidade de bilhetes desproporcional às dimensões do nosso curso. Enfim, firmei a parceria com a Air France para beneficiar a todos nós, juntos, como grupo que somos.

Para quem acha que eu estou meio adiantada no planejamento, vale lembrar que uma passagem com milhas deve ser adquirida com a máxima antecedência, principalmente se não há muita margem para flexibilidade de datas. Conhecer os valores pode ajudar àqueles que estão na dúvida se usam seus programas de milhagem ou deixam para uma melhor oportunidade. Julho e agosto na Europa é alta temporada, são necessários mais pontos do que em outras épocas, então pode valer mais à pena pagar esta passagem e gastar as milhas para uma viagem com acompanhante, em outra ocasião. Além disso, muitas vezes a compra bastante antecipada pode garantir melhores preços. Se você não tem milhas suficientes para o bilhete de ida e volta, saiba que  utilizá-las apenas para o bilhete de ida não é vantajoso, o custo de uma “perna” é quase igual ao de ida e volta. Por todas essas razões, acho importante conhecer, desde já, o panorama geral de valores dos bilhetes.  Isso pode ajudar a escolher, a tempo, a melhor maneira de realizar o sonho de beber na fonte das Cadeias Musculares e Articulares GDS!

Sem levar em consideração o custo, cabe dizer que a Air France tem uma vantagem importante em relação às outras: é a única que faz  vôo direto. Ou seja, se os preços forem equivalentes, a Air France ganha pela comodidade (e pelos lanchinhos deliciosos…).

Utilizei, na pesquisa, as mesmas datas de ida e volta, de 11 de julho a 1 de agosto de 2015 (ambas no sábado), saindo do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. Os resultados foram:

 

Air France (sem o desconto): R$ 3832,70

Air France (com o desconto, vôo direto): R$ 3653,41

Air France (com o desconto, com escala em Amsterdam só na volta): R$ 3527,08

Lufthansa (escala em Frankfurt): R$ 3505,33

Tam (escala em Guarulhos): R$ 4381,12

Iberia / British Airways (escala em Madrid /  Londres): R$ 4320,84

Tap (escala em Lisboa): bizarros R$ 8640,61

 

Ou seja, para quem não é participante (ou acompanhante) do curso de cadeias musculares, a Lufthansa sem dúvida oferece melhor preço. Com o desconto do evento, o valor da Air France se aproxima, mas não empata. A grande vantagem é ser vôo direto. Não esqueça de imprimir o e-mail de confirmação da inscrição no curso, ele pode ser solicitado no aeroporto como justificativa da tarifa promocional. Os acompanhantes também têm direito ao benefício.

Ficou mais fácil decidir? Agora é hora de começar o planejamento concreto! Quem precisar de ajuda, é só pedir aqui nos comentários.

Bons preparativos!

 

A última vez que a galera das cadeias musculares invadiu o Aeroporto Charles de Gaulle foi no Congresso Internacional da APGDS, em 2010. É hora de repetir a dose!
A última vez que a galera das cadeias musculares invadiu o Aeroporto Charles de Gaulle foi no Congresso Internacional da APGDS, em 2010. É hora de repetir a dose!

 

 

De carro pelo Velho Oeste – Parte 3: Monte Rushmore

Estamos chegando ao fim das aventuras de Gustavo e Edith pelo Velho Oeste americano. No post anterior, acompanhamos o intrépido casal desde Cody, a cidade de Buffalo Bill, até a misteriosa Devils Tower. Hoje eles chegarão ao destino final, Dakota do Sul, para visitar o célebre Mount Rushmore. Passo o bastão, mais uma vez, para Gustavo Monteiro:

 

“A apenas 30 minutos de Rapid City, Dakota do Sul, encontra-se o Monte Rushmore, com a efígie de quatro dos mais famosos presidentes americanos esculpidos na rocha viva.

Há uma ótima infraestrutura ao redor, com lanchonetes, bancos para descanso e toaletes em excelentes condições de higiene e limpeza.

Lanche com os presidentes, no Mount Rushmore
Lanche com os presidentes, no Mount Rushmore

Estivemos lá em setembro de 2013, a temperatura estava amena, agradabilíssima.

A entrada é paga e pode-se assistir a uma exibição de índios executando danças nativas. Os que se apresentaram diante de nós eram da tribo sioux, habitantes da região até a chegada dos europeus.

Índios Sioux exibem danças nativas
Índios Sioux exibem danças nativas

 

Paralisada há anos, há uma escultura não acabada, também em rocha viva, do grande chefe Cavalo Doido, que nasceu naquela região, da mesma tribo dos dançarinos, também denominada lakota ou dakota.

A efígie inacabada do Chefe Cavalo Doido, cenário para a dança dos índios Sioux
A efígie inacabada do Chefe Cavalo Doido, cenário para a dança dos índios Sioux

 

Pertinho de Rapid City, em Dakota do Sul, há a réplica de uma pequena capela norueguesa remontada naquela cidade americana pelos seus próprios projetistas. O madeirame foi transportado da Noruega para lá. É uma visita rapidíssima, que nos serviu para fazer uma prece agradecendo poder estar podendo viajar desfrutando de boa saúde e segurança.

A entrada é franca.”

Chapel in the Hills, South Dakota
Chapel in the Hills, South Dakota

 

Com tantas andanças na bagagem, acho que o Gustavo vai se tornar um colaborador regular do Roteiro Renatours. Só tenho a agradecer e esperar novas contribuições.

Um abraço e boas viagens!