Museus em Paris que valem a visita – Parte 2

No post do dia 30 de agosto, comecei a série sobre museus interessantes em Paris, para quem quer algo além do Louvre e do Musée d’Orsay. Hoje, vou falar exclusivamente sobre aquele que pode ser considerado tão imprescindível quanto os dois anteriores: o Centre George Pompidou.

O museu de arte moderna de Paris conta com uma coleção impressionante dos maiores nomes da arte do século XX: Picasso, Kandinsky, Braque, Matisse e tantos outros, que é até difícil enumerar. Sem contar que o prédio, em si, é uma atração à parte. A fachada de canos aparentes e coloridos, a arquitetura absolutamente inusitada e as rampas e escadas externas, que permitem incríveis vistas da cidade, fazem do Pompidou um programa imperdível.

O museu abrigou algumas das exposições temporárias mais impressionantes que presenciei na vida, como a retrospectiva da obra completa de Kandinsky e a incrível mostra sobre as relações entre a Dança e as Artes Plásticas. Vale à pena entrar no site antes de viajar para conferir a programação e, conforme for, comprar ingresso antecipado. As melhores exposições costumam lotar e/ou ter filas enormes.

A livraria oferece muitas opções bacanas para estimular a sensibilidade artística nas crianças. Dudu adorou o livro sobre Kandinsky que eu comprei pra ele, cheio de adesivos para ele compor suas próprias obras, segundo o estilo do artista. Por causa disso, quando eu o levei a uma exposição de arte russa no Centro Cultural Banco do Brasil (aqui no Rio), ele reconheceu o Kandinsky de longe, em meio aos outros quadros.

Há toda uma programação voltada para as crianças, com oficinas de arte e atividades variadas. Minha amiga Anna levou suas meninas de 5 e 7 anos a Paris, e ambas concordaram em eleger o Pompidou o museu mais legal da cidade.

Centro George Pompidou Fonte: site Great Buildings
Centro George Pompidou
Fonte: site Great Buildings

 

Museus em Paris que valem a visita – Parte 1

Se você está indo a Paris pela primeira vez, seu roteiro passará obrigatoriamente pelo Louvre e pelo Musée d’Orsay. Atrações indiscutivelmente incontornáveis, já cantadas em prosa e verso pelos mais diversos veículos e autores, estes dois ícones parisienses foram deliberadamente excluídos desta lista singela. Exatamente por esta razão: dispensam recomendação, já estão previstos, com absoluta certeza. Depois de visitar estes gigantes imprescindíveis, a escolha entre os incontáveis museus e galerias espalhados pela cidade pode trazer dúvida – e até angústia – ao coração de quem gosta de arte e cultura. Eu definitivamente não conheço todos os museus de Paris (será que alguém conhece?!), mas já estive em um número considerável. Alguns eu gostei demais, outros não especialmente. Alguns bem óbvios, outros nem tanto. Alguns pretendo ainda visitar, outros não faço questão. Espero que a minha experiência possa te ajudar nessa “escolha de Sofia”, que é selecionar as igrejas, museus, parques, monumentos e outras atrações que caibam no número de dias programados para as férias às margens do Sena.

 

O Museu do Louvre e sua Pirâmide
O Museu do Louvre e sua Pirâmide

 

Musée d'Orsay
Musée d’Orsay
O Musée d'Orsay visto do Rio Sena
O Musée d’Orsay visto do Rio Sena

 

1- Musée Rodin

Este museu encantador foi o primeiro que visitei em Paris. É quase mágico, passear pelo jardim da casa em que viveu um dos maiores escultores da história, flanando entre obras de arte expostas ao ar livre. Para completar a experiência, não deixe de tomar um café ou um sorvete na cafeteria do jardim, depois visite o interior da casa, onde estão alguns dos mais famosos trabalhos de Auguste Rodin e Camille Claudel. O Musée Rodin fica muito perto do Musée d’Orsay e do Hôtel des Invalides, onde estão o túmulo de Napoleão e o Museu da Guerra. Se você tiver um cronograma apertado, pode ser uma boa ideia fazer os três no mesmo dia.

 

Musée Rodin
Musée Rodin
Pensador e Invalides
O Pensador em seus devaneios, entre as flores do jardim e o belo Dôme des Invalides
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Arte ao ar livre, no Musée Rodin
Dentro da casa onde viveu Rodin, algumas de suas mais belas obras
Dentro da casa onde viveu Rodin, algumas de suas mais belas obras
O beijo mais famoso da história da arte
O beijo mais famoso da história da arte
Uma "selfie" no Musée Rodin
Uma “selfie” no Musée Rodin

2- Musée de l’Orangerie

Quando você chega ao Jardin de Tuileries, vindo da Place de la Concorde, percebe que a entrada do parque que leva ao Louvre é ladeada por dois museus pequenos e simpáticos: à direita, o Musée de l’Orangerie; à esquerda, o Jeu de Paume. No Jeu de Paume você vai encontrar predominantemente exposições temporárias, e a programação pode ser conferida no indefectível Pariscope. Quanto ao Musée de l’Orangerie… Se você gosta de arte, deve realmente tentar incluir esta joia em seu roteiro! O museu tem uma pequena, porém expressiva, coleção de arte impressionista. Mas o ponto alto, de fato, são as duas grandes salas, em que painéis das Ninféias de Monet preenchem inteiramente cada uma das quatro paredes. De acordo com o local onde você se posiciona, em cada sala, os quadros imensos adquirem aspectos diversos, e a própria sala parece mudar.  A luz natural penetra, tornando a experiência diferente segundo o horário da visita. É possível se perder por um longo tempo, em meio a tamanha beleza…

Galerie Nationale du Jeu de Paume. Não tenho nenhuma foto do Musée de l'Orangerie...
Uma perspectiva “torta” da Galerie Nationale du Jeu de Paume. Não tenho nenhuma foto do Musée de l’Orangerie… 😦

 

3- Musée de l’Histoire de la Médecine

Este museu pequeno e impressionante fica dentro da Université Paris Descartes, na Rue de l’École de Médecine. Tem horários de funcionamento restritos e variáveis, então, mais uma vez, é necessário consultar o bom e velho Pariscope. A coleção inclui maletas com instrumentos de barbeiros-cirurgiões medievais, um estojo de medicamentos homeopáticos do século XIX, que pertenceu ao médico de Vincent Van Gogh, desenhos esquemáticos do cérebro humano, feitos por Sigmund Freud, modelos anatômicos do século XVIII, ferramentas cirúrgicas egípcias e outros tesouros. Se tudo isso já soa interessante para qualquer pessoa curiosa, imagine para alguém que trabalha na área da saúde!

Université Paris Descartes, onde funciona o Musée de l'Histoire de la Médecine
Université Paris Descartes, onde funciona o Musée de l’Histoire de la Médecine

No próximo post, vamos conversar sobre mais três museus que moram no meu coração. Esse papo ainda tem muito o que render…

 

Algumas dicas essenciais de Paris

Eu já falei sobre Paris diversas vezes aqui no blog. Citei o Pariscope como minha dica mais importante , dei o caminho das pedras para comprar ingressos para concertos, listei meus lugares favoritos para tomar chá (veja aqui e aqui) e revelei minhas preferências na hora das compras (veja aqui e aqui).

Ainda pretendo escrever muito sobre esta cidade que frequento com grande assiduidade, pelo trabalho e/ou pelo prazer de bater perna por suas ruas adoráveis. Hoje vou dar algumas dicas que considero imprescindíveis!

 

1- Paris Museum Pass: Você pode comprar pelo site ou em qualquer dos monumentos conveniados, é um passe que vale por 2, 4 ou 6 dias consecutivos (respectivamente 42, 56 e 69 euros), e inclui entrada ilimitada em quase todos os monumentos e museus de Paris (não inclui a Torre Eiffel). Além de economizar dinheiro, na maioria deles você fura a fila, essa é a principal vantagem. No Louvre, você vai adorar entrar livre, leve e solto por uma porta e ver a multidão esperando do outro lado… Em Versailles não tem jeito, tem que encarar a fila, mas pelo menos você só pega para entrar, evitando a de comprar ingresso. Uma sugestão: se você não comprar o passe pela internet, compre na Conciergerie, que fica ao lado da Sainte Chapelle, na Ile de la Cité. Lá nunca tem fila, e vale uma rápida visita às celas onde ficaram presos Robespierre, Maria Antonieta e vários heróis da Revolução Francesa. Depois, você pode ir na Sainte Chapelle e na Catedral de Notre Dame, que é quase do lado. O passe é válido para subir nas torres da Catedral. Na rua lateral, onde fica a fila para subir nas torres, tem umas carrocinhas que vendem crepes e galletes. Não perca! Uma delícia! Logo ao lado, na Ile St Louis, tem outra delícia imperdível: sorvetes Bertillon, os melhores de Paris. São vendidos em diversos locais na ilha, se você comprar no balcão, pra sair tomando pela rua, é bem mais barato.

A Vênus de Milo, uma das mais importantes e belas obras do acervo do Louvre
A Vênus de Milo, uma das mais importantes e belas obras do acervo do Louvre
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A subida no Arco do Triunfo está incluída no Paris Museum Pass

2- Hotel Clément: desde que conheci este hotel, nunca mais fiquei em outro. Fica no coração de St Germain de Près, ao lado do metro Mabillon (6, Rue Clément). Simples, porém limpo, silencioso, organizado, com ótimo atendimento e preço abaixo da média. Como a maioria dos hotéis em Paris, o elevador é minúsculo e o quarto poderia ser maior… Mas acho o custo-benefício excepcional! A suíte júnior é ideal para casais com uma criança. Infelizmente, não há quarto quádruplo.

3- Ingresso antecipado para a Torre Eiffel: o site oficial do principal ponto turístico de Paris tem uma versão em português, onde se pode adquirir ingressos antecipados para subir na famosa torre. Como esta possibilidade é relativamente nova, eu confesso que nunca subi, mesmo depois de ter ido umas 20 vezes à Cidade Luz! É que as filas são sempre tão grandes, que eu desanimo… Ano que vem, vou levar o Dudu, então vai rolar com certeza! É recomendável antecedência, pois há um número limitado de ingressos por dia.

O principal ícone parisiense
O principal ícone parisiense

4- Carrossel du Louvre: o centro comercial que fica no subsolo do Museu do Louvre é uma ótima opção para “quebrar” uma longa visita às galerias. Tem o Mariage Frères, minha casa de chá preferida; a incrível loja Nature et Découvertes, com uma diversidade de itens para amantes da natureza (aventureiros ou não); e a Apple Store, entre outras lojas e restaurantes. A propósito: muita gente diz que são necessários vários dias para visitar o Louvre. Bem, a não ser que você esteja fazendo doutorado em história da arte, não precisará de 2 ou 3 dias só neste museu. Um dia ou parte dele é suficiente. Há muita coisa pra ver em Paris, ainda mais se você dispuser de apenas uma semana ou menos!

5- Café da manhã fora do hotel: eu sei que muita gente gosta de tomar café da manhã no hotel, porque já sai “pronto”. A questão é que, em geral, o salão de “petit déjeuneur” fica no subsolo, fechado, em uma cidade que tem como uma de suas principais características, a profusão de cafeterias com as famosas mesinhas na calçada, viradas para o “movimento”. Eu considero a experiência de tomar um expresso acompanhado de um croissant ou uma tartine (baguette tostada com manteiga), sentada em um local como este, item fundamental em qualquer visita a Paris. Você entra no clima e se sente parte do contexto.

6- Maquiagem: a compra da maquiagem é praticamente incontornável, quando se visita Paris. Mesmo que você seja homem, pois terá levado, com certeza, uma listinha de encomendas. Mas se você for mulher, lembre-se de que nas lojas de departamentos, quando você for fazer suas comprinhas no quiosque das principais marcas, a atendente provavelmente vai se oferecer para te fazer uma linda maquiagem na hora. É claro, você vai se sentir bela como uma fada e vai querer comprar tudo. Mas, mesmo que só leve um batom, sairá de lá “toda trabalhada no glamour” rsrsrsrs. Então, aproveite para comprar maquiagem no dia que você já tiver programado um teatro, concerto ou jantar especial, pois a produção já estará prontinha! 😉

Minha amiga ficou ainda mais linda, toda produzida na Shiseido do Le Bon Marché
Minha amiga ficou ainda mais linda, toda produzida na Shiseido do Le Bon Marché

 

Ainda tenho muito a dizer sobre Paris… Restaurantes, museus, lojas, atrações para crianças… Essa é a parte mais divertida em se ter um blog, posso continuar o assunto em outros posts e prolongar nossa conversa sobre meu tema favorito!

Então, um abraço e até o próximo!

Turks & Caicos: os sabores do paraíso

O restaurante do parque aquático é um navio pirata
O restaurante do parque aquático Pirate’s Island tem a forma de um navio

No post do dia 16 de agosto, contei como foram nossas férias inesquecíveis, com nosso amigos Anna e Sérgio, no Beaches Resort Turks and Caicos. Conforme prometido, hoje vou dedicar um texto inteirinho só para a experiência gastronômica proporcionada por este resort all-inclusive, que conta com 19 restaurantes e 12 bares (clique aqui para a lista completa). Não fui a todos, pois há dois exclusivos para adultos, bem como bares noturnos, com música, etc., que não cabiam no nosso programa. Além disso, alguns eram tão maravilhosos, que a gente sempre ficava na dúvida entre repeti-los ou conhecer novidades. Na nova vila Key West há também um restaurante. Segundo Anna e Sérgio, que foram de novo este ano, é muito bom. Entretanto, eles continuam achando que a Italian Village é a melhor.

Um destaque importante é a boa vontade de todo o staff. Um dia, estávamos dando o jantar às crianças e perguntamos se tinha arroz branco, pois no buffet só estávamos vendo arroz à grega, com amêndoas, etc. O maître pediu que aguardássemos só um pouquinho. Quando nos demos conta, ele tinha ido em outro restaurante buscar uma travessa de arroz branco só pros nossos pimpolhos. O mesmo aconteceu quando eu comentei, à mesa do Mario’s, que iria pegar uma pizza pro Dudu no Dino’s, e o garçom disse que não precisava, ele mesmo iria lá buscar pra nós. Logo no início da viagem, percebi a ausência de água de coco nos cardápios. Perguntei na recepção se algum dos restaurantes servia essa bebida, que é a favorita do Dudu. Eles responderam que, infelizmente, não. No dia seguinte, entretanto, quando eu abri o frigobar, havia um galão de uns 2 litros de água de coco natural e fresquinha, especialmente para o meu filhote. Quando eu digo que o atendimento deles é um show…

Os vinhos são um caso à parte. Acho que nós quatro nunca bebemos tanto vinho em nossas vidas! A vinícola californiana Beringer desenvolveu uma linha exclusiva para a rede Sandals (da qual o Beaches faz parte), que consiste em 5 variedades: os tintos Merlot e Cabernet Sauvignon, os brancos Chardonnay e Pinot Grigio, e um espumante. Tudo incluído, é claro! O hotel dispõe de uma carta de vinhos e champagnes nobres, então se você quiser gastar dinheiro e não abre mão da Don Perignon, não tem problema. Pessoalmente, nós ficamos perfeitamente felizes com o Pinot Grigio que degustávamos no almoço, o Cabernet do jantar e um ou outro espumante na piscina… Que vida dura…

Eu não bebo cerveja, mas o Alexandre, a Anna e o Sérgio curtiram muito o pub irlandês Cricketer’s. Para a piscina, eles não viam nada melhor do que uma Guinness ou alguma outra opção da extensa carta de cervejas britânicas. Todas as piscinas têm bar dentro e fora, com grande variedade de drinks. Inclusive a piscina infantil, só que lá os drinks são de suco e sorvete!

Vou falar um pouco sobre os restaurantes que experimentamos. Depois que você também passar uns dias por lá, me conta o que achou! 😉

 

Mario’s

No almoço, eu acho que nunca cheguei a experimentar os pratos quentes. A mesa de saladas era tão espetacular, que eu acabava ficando só nisso. As sobremesas também eram um sonho. Ficávamos na varanda, de frente para as piscinas do Italian Village. À noite, o restaurante ganha ares medievais e uma cozinha mais “substanciosa”. Sempre uma delícia!

Uma noite medieval no Mario's
Uma noite medieval no Mario’s

 

Almoços inesquecíveis no Mario's
Almoços inesquecíveis

Barefoot by the sea

Nosso favorito para o café da manhã. Panquecas de blueberry, salada de melões variados com iogurte e granola, croissants perfeitos… Tudo isso na areia da praia, com o mar logo ali.

No Barefoot by the Sea tem mesa de adulto e de criança
No Barefoot by the Sea tem mesa de adulto e de criança

 

Começando bem o dia
Começando bem o dia

Schooners

Estávamos na dúvida entre o risotto de king crab com manteiga de lagosta, sugerido pelo chef, e o marlin azul aromatizado no capim limão. A atendente sorriu e resolveu o problema: trago uma travessa de risotto para vocês degustarem, depois o marlin azul! Não sei como não voltei rolando desta viagem…

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Um brinde às férias perfeitas!

 

O cardápio tentador do Schooners
O cardápio tentador do Schooners
Frutos do mar à luz da Lua
Frutos do mar à luz da Lua

 

Café de Paris

Café expresso, chá inglês, capuccino, mais uma linda vitrine de tentações preparadas por um chef patissier francês. Parada obrigatória depois do almoço no Mario’s. Nem acredito que não tenho fotos, acho que eu estava muito ocupada tomando chá!

 

Kimono’s

É um restaurante oriental, do tipo que a comida é feita na chapa em frente aos clientes. As crianças ficaram muito impressionadas! É recomendável reservar.

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A arte do chef

 

À mesa do Kimono's
À mesa do Kimono’s

Soy

Um sushi bar maravilhoso, onde parece que o salmão pulou do mar diretamente para o nosso prato. Um de nossos melhores jantares!

 

Enquanto os adultos se esbaldavam no sushi, as crianças dormiam nos carrinhos
Enquanto os adultos se esbaldavam no sushi, as crianças dormiam nos carrinhos

Bobby Dee’s

É o barco pirata do Pirate’s Island, onde há uma máquina de sorvete e uma carrocinha de pipoca self service, liberada para as crianças. Serve sanduíches deliciosos. O ponto alto, para nós, eram os pratos de frutas frescas selecionadas (morangos, amoras, uvas,  blueberries…), que ficavam embalados e disponíveis sobre uma mesa coberta de gelo, elevando a um outro nível a experiência de relaxar na espreguiçadeira à beira da piscina…

Ao lado do Bobby Dee's, o Dudu fez amizade com um menino irlandês
Ao lado do Bobby Dee’s, o Dudu fez amizade com um menino irlandês

 

Esta criatura nunca tomou tanto sorvete na vida!
Esta criatura nunca tomou tanto sorvete na vida!

Dino’s Pizzeria

Pizzas no forno a lenha, ambiente super agradável.

 

Isso é o que eu chamo de uma refeição leve... rsrsrs
Isso é o que eu chamo de uma refeição leve… rsrsrs

Arizona’s

Esse é apenas ok. Normalzinho, sabe? Mas todo mundo tem que ir no primeiro dia, por causa do horário de chegada do vôo, pois é o único que serve almoço até o fim da tarde. Não compromete, mas fica aquém dos demais.

 

Primeira refeição, animação total!
Primeira refeição, animação total!

Giuseppe’s

Um italiano gostoso, porém não chega aos pés do Mario’s. Mas foi bom pra variar.

Almoço no Giuseppe. Ao fundo, o Café de Paris
Almoço no Giuseppe’s. Ao fundo, o Café de Paris.

 

Não me lembro o nome do restaurante ao lado da recepção do Caribbean Village. Tem serviço de buffet, com um parte só para as crianças, onde o balcão é baixinho, para elas poderem escolher. Algumas vezes, demos jantar a elas ali, antes de irmos ao japonês, por exemplo, que elas não curtiam. Foi neste lugar que o maître “descolou” o arroz branco pra nós.

 

O mais pertinho do nosso quarto, perfeito para o jantar do Dudu, da Juju e da Mari
O mais pertinho do nosso quarto, perfeito para o jantar do Dudu, da Juju e da Mari

Até hoje, quando eu e Alexandre encontramos com a Anna e o Sérgio, sempre acabamos fazendo algum comentário sobre a salada de queijo feta do Mario’s, a cheesecake de cappucino do Café de Paris, o café da manhã do Barefoot, o pinot grigio de Caicos… O que mais marcou as crianças foram os tobogans, mas, para os crescidinhos, as lembranças gastronômicas é que ficaram para sempre! Aliás, acho que estou até hoje tentando removê-las da minha cintura… 😉

 

 

 

 

 

Essa Marina, tão pequenina, já foi a Paris, Barcelona, Córsega, Sardenha…

A beleza indescritível da Córsega
A beleza indescritível da Córsega

Minha amiga Priscilla estava pronta pra me pedir umas dicas para a primeira viagem internacional da Marina, quando recebeu o e-mail que enviei somente ao círculo mais íntimo, contando a novidade do blog. Por isso, alguns dos primeiros posts que escrevi (como, por exemplo, este, este aqui e também este), foram dedicados a ela.

Como ela é super mega blaster adorável, enviou ao Roteiro Renatours um relato detalhado da epopéia, com direito a fotos e ao ponto de vista de uma mãe sensível sobre a experiência de viver esta aventura com uma criança bem pequena. Com vocês, Priscilla Menezes!

 

A carioquinha Marina desfila nas areias da Córsega
A carioquinha Marina desfila nas areias da Córsega

 

“A viagem foi excelente!!! Realizar um sonho de infância da minha mãe, ver minha filha se divertindo com tudo e meu maridão cuidando das três com a maior vontade de fazer tudo dar certo foi uma experiência maravilhosa! Claro que conciliar gostos e ritmos diferentes nem sempre é simples, mas de um modo geral tiramos de letra, demos boas risadas, vimos coisas lindas e conhecemos lugares inesquecíveis!

Priscilla, Guilherme, Marina e sua vovó Helena passaram momentos memoráveis juntos!
Priscilla, Guilherme, Marina e sua vovó Helena passaram momentos memoráveis juntos!

Só passamos um perrengue pra chegar em Paris… Fomos da Sardegna pra Córsega programados pra ficar uma noite e voltar. Acabamos ficando 3 dias presos por causa do vento forte que fechou o porto. Com isso perdemos o voo da Sardegna pra Paris e, pra finalizar, quando finalmente conseguimos comprar novas passagens e íamos embarcar, descobrimos que as malas tinham sido despachadas para Milão. Por sorte o avião ainda não tinha decolado e conseguimos resgatar as malas a tempo no maior sufoco! Mas deu certo. E valeu todo o perrengue! Só foi muuuito corrido. 5 dias só, ainda pegamos chuva que não estava nos planos, um feriado na segunda, que fez muita coisa fechar no domingo também (como o Bon Marché que vc tinha recomendado…   😦 ). Mas enfim, aproveitamos (MUITO) o que deu!

O fato de termos ficado em apartamentos alugados por onde passamos foi uma experiência muito positiva. Primeiro pelo preço que foi mais em conta, segundo porque podíamos fazer comidas que a Marina gosta e está familiarizada, então se um dia ela não almoçava muito bem, batia um pratão no jantar. Voltou até mais gordinha. E por último, pelo fato de ensinar a cuidar das coisas que não são nossas. No primeiro dia em Barcelona ela viu a cama e logo quis pular! Eu expliquei uma vez só que ali era uma casa emprestada, que não podíamos pular porque poderia quebrar e que tínhamos que tomar cuidado pra deixar tudo do jeito que recebemos. Não precisei falar duas vezes. Em todos os apartamentos, embora ela tenha se sentido super à vontade, foi super cautelosa, não pegava o que não podia, se preocupava em não sujar ou limpar o que sujava “pra moça não ficar chateada com a gente, né mãe?”. Sem querer foi uma lição e tanto pra ela!

De um modo geral a viagem com ela foi bem tranquila! É claro que foi cansativo, que minha lombar está um caco até agora e vou precisar de você pra me desentortar. Mas tirando isso e um ataque ou outro de mau humor nos momentos de sono ou cansaço, que foram contornáveis, posso dizer que foi mais fácil do que eu imaginei!!!

 

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Essa Marina, tão pequenina, sabe se divertir!

 

Barcelona é uma festa!
Barcelona é uma festa!

 

A alegria da Marina na praça do Louvre
A alegria da Marina na praça do Louvre

Foi lindo de ver como ela se divertia, Re! As suas dicas valeram muito nesse sentido. Embora eu já viesse conversando com ela desde o inicio sobre a viagem, nos últimos dias, no meio da correria de arrumar tudo e não esquecer nada, eu parei para dar atenção a ela. Contei curiosidades dos lugares onde íamos passar, comprei livro, estimulei bastante a imaginação dela, mostrei cenas de lugares por onde passaríamos. E valeu muito, foi fundamental essa preparação mais cuidadosa. Levei na malinha também uns brinquedinhos de casa que ela gosta, cadernos de pintura, joguinhos, livros, tablets com apps novos, e ia tirando aos poucos da cartola. Mas confesso que usei bem menos do que imaginei. As novidades eram tantas e a expectativa tão grande que só isso já era suficiente na maior parte do tempo.

Até nos programas onde eu achei que ela poderia ficar entediada, ela aproveitou. Quando cansava, dormia no carrinho (que não abrimos mão de levar daqui, como vc tbm mencionou no blog), acordava e voltava a curtir. Curtiu tanto as bailarinas de Degas no  D’Orsay que me pediu pra fazer Ballet (eu já tinha perguntado várias vezes antes se ela queria e ela sempre dizia que não). Lutou contra o sono até conseguir ver a Monalisa (embora tenha ficado com uma cara de “ué?” com o tamanico dela, disse que gostou… rs). Ficou muito decepcionada porque a Rainha não estava em casa em Versailles – fomos no feriado e apenas o jardim estava aberto – mas correu muito pelos gramados do jardim dela! Tá abrindo boca de tubarão pra comer desde o dia do aquário de Barcelona, ficou impressionada! Amou a torre “muito enorme!!!” e soltou um “acheeii ele!!!” quando viu o carrossel que ela tinha visto no livro! No arco do triunfo me perguntava cadê o avião que passou no meio dele que ela tbm tinha visto no livrinho! Correu muito no Parque Güel, ficou eufórica no teleférico do Parque Montjuic, principalmente porque ele nos deixou pertinho do castelo – igual ao castelo do vento que a Peppa vai com a família dela! E, claro, nem preciso dizer da alegria dela nas praias maravilhosas da Córsega e da Sardegna! Ficava solta, fazia amizades, se comunicava do jeito dela e até chorava porque não queria ir embora e deixar o “amigo”. Então todos os dias foram muito divertidos pra ela e isso nos deixou tão felizes!

Amiguinho da Marina
Fazendo amizades na Sardenha
tubarao
Para encarar esse bocão de tubarão, só mesmo no colo do papai…

 

Sobrevoando a Torre Eiffel de carrossel
Sobrevoando a Torre Eiffel de carrossel
carrinho
Deixar o carrinho no Brasil? Nem pensar!!!
pri e marina
Foi no castelo de Montjuic que a Marina achou que a Priscilla era a Mamãe Pig!

 

Uma coisa que ajudou muito foi fazer um balanço no fim do dia, antes de dormir, de tudo o que fizemos. Enquanto relembrávamos, eu elogiava o comportamento, pontuava as atitudes positivas dela ao longo do dia, dizia o quanto eu estava feliz de viajar com ela e ela também dizia: “foi muito legal”, “também adorei isso”, “também estou amando nossas férias!”. E dava importância a isso. Quando fazia algo errado, depois me perguntava: Mamãe, você ainda está feliz comigo? (rs). Eu senti que não fomos só nós que nos preocupamos em fazer as coisas fluírem bem pra ela, a recíproca foi muito verdadeira. Foi uma delícia!

E foi a conta certa. Foram 20 dias intensos e no final ela já estava cheia de saudade das coisinhas dela, de casa, da escola, dos amigos e da família. Tanto é que na primeira noite de volta ao Brasil ela disse na cama: Ai, mamãe, que bom que a gente voltou pro Rio de Janeiro! Como quem diz: viajar é bom, mas nada como a nossa casa! rs.

Agora to aqui com aquele gostinho de quero mais, mais e mais! Ai, ai…

Super obrigada pela ajuda, pelas dicas, pelo carinho.

Um beijo enorme,

Pri.”

 

Europa com criança é tudo de bom!!!
Europa com criança é tudo de bom!!!

Eu é que agradeço, Pri, o privilégio de receber uma carta como esta! Que venham muitas outras aventuras viajantes para nossa pequenina Marina!

Meus 5 destinos mais sonhados

Se eu fosse listar aqui todas as viagens que gostaria de fazer, acho que ficaria semanas só nisso… Escolhi então os 5 destinos que mais alimentam minha imaginação atualmente. Não quero chamar esta relação de “wish list”, prefiro “to do list”, pois todas já estão sendo programadas. Mesmo que eu não saiba ainda quando irão, de fato, acontecer…

1- Escócia e Nortúmbria
Esta já tem data e hora marcada, vai acontecer em julho de 2015. Estou na organização de um curso para que os praticantes de cadeias musculares GDS (método fisioterapêutico cuja formação eu coordeno, no Rio de Janeiro) possam conhecer nossa fonte, o Centro de Formação Philippe Campignion. Serão mais de 40 brasileiros invadindo o norte da França! Terminado o curso, parto com Alexandre e Dudu para esta viagem tão sonhada, que já está sendo planejada nos mínimos detalhes. Progressivamente, vou dando notícias do roteiro aqui no blog. Por ora, já adianto que teremos uma programação Harry Potter, com a visita ao Alnwick Castle, na Nortúmbria, e um passeio no trem a vapor The Jacobite, o autêntico Hogwarts Express. Fora os castelos, os lagos, as Highlands, Edimburgo… Mal posso esperar!!!

O trem a vapor The Jacobite passa pelo viaduto Glenfinnan, cenário dos filmes de Harry Potter Fonte: http://www.westcoastrailways.co.uk
O trem a vapor The Jacobite passa pelo viaduto Glenfinnan, cenário dos filmes de Harry Potter
Fonte: www.westcoastrailways.co.uk

2- Alemanha
Meu roteiro imaginário começa em Berlim, desce de carro pela Rota Romântica e chega em Munique. De lá, sigo para Salzburg e fecho a viagem com o maior festival de música clássica do mundo. Estive neste festival uma vez, sozinha, em 1997. Agora quero levar meus dois rapazes para viver comigo esta grande emoção. Por enquanto, vou aproveitando as dicas da minha amiga Viviane Ribas, que descreve seu passeio pela Alemanha no blog Vivi em Viagens, e da Francine Agnoletto, do blog Viagens que sonhamos

3- Egito

Pirâmides, o deserto, antigas civilizações, um cruzeiro pelo Rio Nilo… Chego a suspirar….

4- Praga

Do leste europeu, só conheço a Áustria. Gostaria de visitar a Polônia (de onde veio minha família paterna), a Hungria, a Croácia e a Eslovênia. Mas, em primeiro lugar, Praga. Cidade linda, bem conservada, onde se respira música. Espero que não demore a surgir a oportunidade!

5- Festivais de música clássica
Lucerna, Verbier, Tanglewood… Como mencionei acima, já estive no Festival de Salzburg. Para quem é amante da música como eu, é uma experiência incomparável. A cidade gira em torno do festival, há uma concentração de energia quase palpável. Eu assistia a dois concertos por dia, um de manhã e outro à noite. Os fantásticos festivais de Lucerna e Verbier me oferecem, ainda, a possibilidade de conhecer a Suíça. O de Tanglewood, onde meus queridos Yo Yo Ma, Lang Lang e Joshua Bell sempre marcam presença, pode ser facilmente combinado com um pulinho em Nova York. Difícil é escolher!

Salzburg, cidade dos sonhos de qualquer amante da música clássica
Salzburg, cidade dos sonhos de qualquer amante da música clássica
Gros Festspielhaus: principal teatro do Festival de Salzburg, onde vi Seiji Osawa reger a Filarmônica de Viena
Gros Festspielhaus: principal teatro do Festival de Salzburg, onde vi Seiji Osawa reger a Filarmônica de Viena

 

Esta semana fiz aniversário. No ano que vem, a esta altura, já terei cumprido a primeira missão desta lista. Espero que seja sempre assim, todo ano… 🙂

Turks & Caicos: um paraíso caribenho que os brasileiros começam a descobrir

Há vários anos, o Beaches Turks & Caicos Resort Villages and Spa vem recebendo prêmios, inclusive o Travel +Leisure World’s Best Awards, de melhor hotel do mundo para famílias. Eu tive o privilégio de passar uma semana neste paraíso, em janeiro de 2012, com meus dois rapazes, mais um casal de amigos queridíssimos e suas duas filhotas. Aliás, foi deles a dica deste destino imperdível, um brinde a Sérgio, Anna, Juju e Mari! Eles gostaram tanto que já voltaram duas vezes desde então, uma no Beaches Negril (Jamaica) e outra novamente em Turks & Caicos.

As ilhas Turks and Caicos são um território britânico ultramarino, situado a sudeste da Flórida, próximo à República Dominicana e Haiti. O idioma local é o inglês, mas muitos funcionários do hotel, de acordo com a proveniência, falam espanhol ou francês. O aeroporto de Providenciales, na ilha de Caicos, fica a 1h20min de Miami, onde ficamos por duas noites no final da viagem. O Beaches se responsabiliza pelo translado entre o hotel e o aeroporto.

Os hotéis Beaches fazem parte da famosa rede Sandals, com a diferença de serem mais voltados para famílias, e não para casais em lua-de-mel. O mais legal é que TODOS se divertem e aproveitam da mesma forma. Não somente há atrativos para todas as idades, como as coisas são pensadas de forma a permitir que cada um desfrute de tudo plenamente e sem atropelo.

O hotel é dividido em quatro “villages”, onde estão distribuídas as suítes, desde as mais “normais” – como as nossas – até as mais luxuosas. Cada “village” conta com um sistema de piscinas e restaurantes, mas todos os hóspedes do complexo têm acesso livre a qualquer um deles. Nós, por exemplo, nos hospedamos no Caribbean Village, mas adorávamos frequentar a piscina do Italian Village e almoçar no restaurante Mario’s, também nesta área.

 

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Farra na piscina do Caribbean Village

 

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Conforto, mordomia, sossego à beira da piscina…

 

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Basquete na piscina do Caribbean Village
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Vista do nosso quarto no Caribbean Village

 

Piscinas do Italian Village
Piscinas do Italian Village
Motorizados no Italian Village
Motorizados no Italian Village
Jardins do French Village
Jardins do French Village

 

Mario's, nosso restaurante favorito para o almoço
Mario’s, nosso restaurante favorito para o almoço

 

Por falar em restaurante, o resort é all-inclusive, na plena acepção da palavra. Nos 16 restaurantes, a maioria à la carte, mais 12 bares, você vive uma verdadeira experiência gastronômica (vou escrever um post exclusivamente sobre isso), que inclui vinhos, espumantes, cervejas irlandesas, drinks no bar dentro da piscina, capuccino, chá e café expresso com patisserie francesa e um atendimento super personalizado. Além disso, rigorosamente todas as atividades de lazer estão incluídas, até mesmo o equipamento de mergulho. Vale dizer que este arquipélago de cerca de 40 ilhas abriga dezenas de pontos de scuba diving. É possível também pegar o barco do hotel para ver a natureza marinha de snorkel, junto à barreira de corais que circunda a área.

 

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Toda a estrutura para snorkelling e scuba diving é oferecida pelo resort

 

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Há toda uma variedade de esportes aquáticos

 

Na interseção entre as “villages”, há um centro de compras duty free e aquilo que foi o ponto alto da nossa estadia: a Pirate’s Island. Trata-se de um parque aquático com tobogans, lazy river (um “rio” que você desse deitado numa boia), piscina para aula de surf, brinquedos para os miudinhos, tudo cercado de confortáveis espreguiçadeiras para os pais relaxarem comendo as diversas e deliciosas frutas frescas disponíveis, à vontade, no restaurante anexo. Acompanhadas de uma taça de espumante, por que não? Ou, melhor ainda, sentados dentro da piscina quente, em torno da qual as crianças obrigatoriamente têm de passar para dar a volta e escorregar pela milésima vez no tobogan. Isto é, de dentro deste spa, você tem acesso visual a todo o percurso da brincadeira, então pode ficar lá na água quente, igual a um saquinho de chá, enquanto seu filho se esbalda em segurança.

 

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O tema do parque aquático é uma ilha de piratas
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Os tobogans fizeram a cabeça das nossas crianças
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Dudu e Juju se acabaram na Pirate’s Island
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Fontes de água no navio pirata
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A piscina dos tobogans era segura e divertida
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No restaurante dos piratas, além de sanduíches, sucos, frutas frescas e mil lanches que as crianças amam, uma máquina de sorvete e uma carrocinha de pipoca, self-service e totalmente liberadas
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O relaxante lazy river

 

O resort é povoado pelos personagens da Vila Sésamo, que circulam, tiram fotos com as crianças, fazem shows. Achei que não iam dar muito ibope com nossas crianças brasileiras não muito acostumadas, mas foi sucesso absoluto!

Existe uma área separada para os menores de 2 anos, com piscininha, parquinho e um salão fechado com brinquedos, que conta com babás treinadas. Por um custo adicional, é possível deixar o bebê aos cuidados de uma destas babás, para que os pais conheçam um dos dois restaurantes exclusivos para adultos. Não foi o nosso caso, então nada posso dizer sobre os restaurantes ou as babás…

Evidentemente, há o clubinho, mas nossas crianças ainda não falavam inglês, então não quiseram participar. Sinceramente? Embora parecesse ser bem bacana, havia tanta coisa para fazer que o clubinho não fez a menor falta! Mesmo o inevitável salão de jogos eletrônicos atraiu a atenção do Dudu somente no primeiro dia, durante os únicos 20 minutos de chuva que tivemos na semana toda (alguns dias nublados, mas fomos à praia e a piscina diariamente).

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Eles amaram o Garibaldo!

Se você está levando filhos adolescentes, há atividades planejadas também para eles. Por exemplo, uma danceteria exclusiva para jovens de 11 a 17 anos, onde eles podem fazer curso de DJ. Há também shows, festas, churrascos noturnos na praia. A boa notícia é que, se tudo o que você busca é sossego, estas atividades são planejadas para não interferirem no hotel como um todo, ou seja, você pode desfrutar calmamente de um sushi no restaurante japonês, sem tomar conhecimento do show de talentos que está acontecendo no palco central. Minha única recomendação: se você não é “do agito”, não se hospede na French Village, a mais próxima do palco e da danceteria.

Por toda parte, há barraquinhas com toalhas frescas, e um local para depositar as molhadas. Embora o hotel estivesse com ocupação completa, em nenhum momento foi necessário esperar por uma mesa de restaurante, ou disputar uma espreguiçadeira. Pelo contrário, o tempo todo a sensação era de que havia espaço de sobra. A praia é linda, mas a gente nem ficava lá muito tempo, porque as crianças queriam aproveitar os tobogans. Em geral, o programa era praia depois do café da manhã e ao por do sol, o resto do dia na Ilha dos Piratas. E nos restaurantes, é claro, que até hoje nos fazem suspirar…

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Anna, Mari e Dudu curtindo o mar do Caribe
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Turks and Caicos, lindo demais!

 

A vida em Caicos é tão exaustiva...
A vida em Caicos é tão exaustiva…
Toda a faixa de praia ao longo do resort é privativa
Toda a faixa de praia ao longo do resort é privativa

Poderíamos ter passado a semana inteira sem mexer na carteira, pois o hotel é realmente all-inclusive. Mas vou contar três pequenas extravagâncias que valeram os dólares extras que investimos.

O resort possui uma estrutura muito bacana de esportes. Nas excelentes quadras de tênis, acontecem clínicas para crianças e adultos, em grupo, gratuitamente. Como o Dudu nunca tinha jogado tênis na vida, e é louco por esportes, resolvemos proporcionar a ele essa experiência. Só que, é evidente, a aula particular era paga e custava US$ 40,00. Valeu super à pena, o professor era um dominicano simpático, qualificado e competente, foi muito proveitoso.

 

 

Dudu e Juju estavam com 6 anos, Marianinha com 4. Ou seja, snorkel na barreira de corais talvez fosse meio puxado… Contratamos, então, um passeio de semi-submarino de uma agência local (não era um serviço do hotel), para ver as belezas marinhas de forma mais acessível aos pequenos. Isso vale também para as vovós e vovôs que eventualmente não sejam afeitos a maiores radicalismos…

Nossa turma reunida para o passeio de semi-submarino
Nossa turma reunida para o passeio de semi-submarino
Dudu ficou encantado em ver a arraia livre, no fundo do mar, de pertinho
Dudu ficou encantado em ver a arraia livre, no fundo do mar, de pertinho
Até a tartaruga marinha passou para dar um alô!
Até a tartaruga marinha passou para dar um alô!

 

Finalmente, um presentinho que ofereci a mim mesma: uma sessão de massagem no Red Lane Spa. Como fisioterapeuta, passo o ano inteiro cuidando do corpo dos outros, então resolvi me fazer este mimo e me entregar, por uma hora e meia, ao que eles chamam de Red Lane Signature West Indian Massage, um dos diversos tipos de tratamentos relaxantes e/ou estéticos disponíveis. Foi perfeito!

Se você estiver realmente a fim de gastar dinheiro, há serviços como um mordomo pessoal, com luvas brancas e certificado em Londres, bem como jantares exclusivos a dois, na praia e à luz de velas. Não foi o nosso caso… O resort oferece várias opções para casamento e lua-de-mel, tivemos a oportunidade de presenciar uma linda festa na piscina do Caribbean Village.

No próximo post, vou falar especificamente sobre os comes e bebes, a maior surpresa da viagem. Nunca pensei que pudesse encontrar tanta qualidade em um esquema “mega resort all-inclusive”. E aí? Já está com água na boca para conhecer este lugar de sonho?

 

Fim de tarde em Turks & Caicos
Fim de tarde em Turks & Caicos

 

Disney Photopass: o que é, como funciona e por que eu o acho indispensável

Fotógrafos profissionais, uniformizados, com suas câmeras e tripés estrategicamente posicionados, para tirar fotos à vontade da sua família, em frente ao Castelo da Cinderela, recebendo o autógrafo do Mickey, duelando com Darth Vader, despencando aos gritos na montanha russa… A Disney oferece este serviço, que eu considero uma tremenda bola dentro: o Disney Photopass.

Você pega o cartão photopass gratuitamente (você só paga pelo produto final, se quiser adquiri-lo, e à sua escolha) com qualquer um dos fotógrafos espalhados pelos parques. Depois, a cada vez que você avistar um deles, pode pedir para ser fotografado, de todas as maneiras que quiser: sozinho, o casal, a família inteira, só as crianças, etc. Concluída a sessão, o profissional rapidamente carrega as fotos para o seu cartão. Você os encontra em toda a parte, posicionados para captarem os melhores ângulos. E o que é melhor: seu grupo pode sair completo na foto.

 

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Os fotógrafos caracterizados estão por toda parte!
A câmera da Expedition Everest deu um flagra na mãe super-protetora...
A câmera da Expedition Everest deu um flagra na mãe super-protetora…
O pacote completo inclui as fotos tiradas dentro dos brinquedos, como o Buzz Lightyear Space Ranger Spin
O pacote completo inclui as fotos tiradas dentro dos brinquedos, como o Buzz Lightyear Space Ranger Spin

 

Às vezes, ele solicita que você faça uma pose específica. Quando você vai ver a foto depois, foi adicionada uma “surpresinha”! Como eles são muito rápidos, mesmo que haja duas ou três famílias na sua frente, a espera é sempre curtinha. Em geral, não há nenhuma espera.

 

O fotógrafo mostrou para onde deveríamos apontar e fazer cara de surpresa. Depois, apareceu o Stitch na foto!
O fotógrafo mostrou para onde deveríamos apontar e fazer cara de surpresa. Depois, apareceu o Stitch na foto!
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Uma pitada de “pixie dust” em Epcot

 

Fotógrafos estão presentes em todas as locações de encontro com personagens. Eles captam cada instante, desde a expectativa do seu filho antes de se aproximar até o abraço com o ídolo. Isso é fantástico, pois deixa você livre para filmar o momento, ficando as fotos a cargo do profissional. Vejam esta sequência feita no pavilhão da Inglaterra em Epcot:

 

Expectativa antes de se aproximar...
Expectativa antes de se aproximar…

 

O tão esperado abraço!
O tão esperado abraço!

 

Um autógrafo, por favor?
Um autógrafo, por favor?

 

Depois de fotos individuais com cada um, abraços e autógrafos registrados, a turma toda reunida!
Depois de fotos individuais com cada um, abraços e autógrafos registrados, a turma toda reunida!
Uma carinhosa despedida do amigo Tigrão
Uma carinhosa despedida do amigo Tigrão

No Treinamento Jedi, eles isolam uma área em torno do palco, onde o fotógrafo circula com uma cadeira de rodinhas, para não perder nenhum ângulo. Mais uma vez, sua câmera fica liberada para se ocupar somente da filmagem.

Profissional Photopass em ação, no Treinamento Jedi
Profissional Photopass em ação, no Treinamento Jedi

 

A qualquer momento, você pode visualizar suas fotos na loja da Kodak que existe na entrada de cada parque. É lá também que você poderá comprar impressões de fotos à sua escolha ou, o que é mais provável, o CD com todas as suas fotos, sem limite de quantidade. A opção mais vantajosa, na minha opinião, é o Memory Maker, que pode ser adquirido no site e dá um bom desconto para compra antecipada. Inclui o CD com as fotos tiradas nos parques, mais aquelas captadas dentro das montanhas russas e de algumas refeições com personagens, não incluídas no Photopass normal. Custa US$ 149,00, o que não é barato, mas eu considero o item de compras mais importante quando vou à Disney… Deve-se levar em conta que ele significa um registro de alta qualidade das férias da sua família, podendo chegar a centenas de fotografias. Minha prima Fernanda passou a lua-de-mel em Orlando e, graças a este serviço, tem montanhas de fotos da celebração do casal!

Você cadastra seu cartão no site e cria uma conta. Assim, no período de 1 mês após o fim da sua viagem, você poderá mesclar todas as suas fotos, inclusive as tiradas com sua própria câmera (fazendo o upload), para compor os mais diversos produtos. O Photo Book custa US$ 80,00 e é lindo de morrer! Capa de couro, super bem acabado e com um grau de customização difícil de acreditar. O site permite que você escolha cada mínimo detalhe e te oferece uma quantidade enorme de opções. Os calendários são lindos, as canecas de cerâmica são super fofas, os tags para mala também, e tudo de uma qualidade surpreendente.

Quando você compra o Memory Maker pelo site, recebe um código que te permite pegar seu CD em uma loja Kodak em qualquer parque, no final da viagem. Se não der tempo de passar na loja, não perca o vôo por causa disso: ele pode ser enviado pelo correio.

Uma dica: quando receber seu cartão photopass, anote o número. Se você o perder, poderá resgatar suas fotos facilmente, fornecendo o número na loja Kodak ou no site. Vários cartões podem ser mesclados na mesma conta. Ou seja, se você esquecê-lo no hotel, peça outro ao primeiro fotógrafo que encontrar e continue usando normalmente. Quando abrir a conta no site, é só cadastrar ambos, ou mesmo pedir ao funcionário da loja Kodak que os mescle em um único cartão.

As lembranças mais importantes que trazemos de uma viagem, fora as que estão dentro da cabeça e do coração, são as fotografias. Por isso, o CD do Photopass figura sempre como despesa básica no orçamento das minhas visitas à Disney. De qualquer modo, mesmo que você não queira adquirir todo o pacote, pegue o cartão. Nem que seja para comprar só aquela foto do seu filho abraçando o Buzz Lightyear, que você não tirou porque estava enxugando uma lágrima…

Momento mágico devidamente registrado!
Momento mágico devidamente registrado!
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Juntos em nosso parque favorito!

De carro pelo Velho Oeste – Parte 3: Monte Rushmore

Estamos chegando ao fim das aventuras de Gustavo e Edith pelo Velho Oeste americano. No post anterior, acompanhamos o intrépido casal desde Cody, a cidade de Buffalo Bill, até a misteriosa Devils Tower. Hoje eles chegarão ao destino final, Dakota do Sul, para visitar o célebre Mount Rushmore. Passo o bastão, mais uma vez, para Gustavo Monteiro:

 

“A apenas 30 minutos de Rapid City, Dakota do Sul, encontra-se o Monte Rushmore, com a efígie de quatro dos mais famosos presidentes americanos esculpidos na rocha viva.

Há uma ótima infraestrutura ao redor, com lanchonetes, bancos para descanso e toaletes em excelentes condições de higiene e limpeza.

Lanche com os presidentes, no Mount Rushmore
Lanche com os presidentes, no Mount Rushmore

Estivemos lá em setembro de 2013, a temperatura estava amena, agradabilíssima.

A entrada é paga e pode-se assistir a uma exibição de índios executando danças nativas. Os que se apresentaram diante de nós eram da tribo sioux, habitantes da região até a chegada dos europeus.

Índios Sioux exibem danças nativas
Índios Sioux exibem danças nativas

 

Paralisada há anos, há uma escultura não acabada, também em rocha viva, do grande chefe Cavalo Doido, que nasceu naquela região, da mesma tribo dos dançarinos, também denominada lakota ou dakota.

A efígie inacabada do Chefe Cavalo Doido, cenário para a dança dos índios Sioux
A efígie inacabada do Chefe Cavalo Doido, cenário para a dança dos índios Sioux

 

Pertinho de Rapid City, em Dakota do Sul, há a réplica de uma pequena capela norueguesa remontada naquela cidade americana pelos seus próprios projetistas. O madeirame foi transportado da Noruega para lá. É uma visita rapidíssima, que nos serviu para fazer uma prece agradecendo poder estar podendo viajar desfrutando de boa saúde e segurança.

A entrada é franca.”

Chapel in the Hills, South Dakota
Chapel in the Hills, South Dakota

 

Com tantas andanças na bagagem, acho que o Gustavo vai se tornar um colaborador regular do Roteiro Renatours. Só tenho a agradecer e esperar novas contribuições.

Um abraço e boas viagens!

De carro pelo Velho Oeste – Parte 2: Buffalo Bill e ficção científica

No post anterior, seguimos Gustavo e Edith em sua “road trip” que começou em Las Vegas e fez sua primeira parada no Parque Yellowstone. Hoje, vamos acompanhar as andanças do intrépido casal pelo Wyoming. Com a palavra, mais uma vez, Gustavo Monteiro!

 

” Deixamos o Parque Yellowstone pela saída Leste e em menos de 3 horas estávamos na pequenina cidade de Cody,  batizada em homenagem a William Frederick Cody, o Buffalo Bill. Pouco depois da saída do Parque encontra-se a Pahaska Tepee, segundo dizem é no local onde Buffalo Bill tinha a cabana de caça dele.

Pahaska Tepee, onde ficava a cabana de caça de Buffalo Bill
Pahaska Tepee, onde ficava a cabana de caça de Buffalo Bill

 

Lá, em Cody, há um surpreendentemente amplo, belo e ilustrativo museu acerca dos hábitos, costumes, armas, equipamentos, utensílios, tendas indígenas e tudo que se relacione com a vida nas planícies no tempo do chamado Velho Oeste. É o Buffalo Bill Historical Center.

Uma imensa coleção de armas, um precursor do canivete suíço, zorras e peças do vestuário utilizados naquela época.

Organizadíssimo e bem cuidado, cobra entrada de US16,00 por pessoa, bilhete válido por dois dias. Dispõe de lanchonete, restaurante e banheiros. De maio a setembro abre às 8:00 e fecha às 18:00h.

Pensamos em visitá-lo em menos de uma hora, ficamos por 4 horas e saímos com a sensação de não termos visto tudo.

 

Estátua de Buffalo Bill
Estátua de Buffalo Bill
Acampamento indígena, da tribo Arapaho
Acampamento indígena, da tribo Arapaho
 Índia, bebê e zorra
Índia, bebê e zorra
Winchester 73, original em cima, embaixo a réplica usada no filme de mesmo nome
Winchester 73, original em cima, embaixo a réplica usada no filme de mesmo nome

 

Precursor do canivete suíço, fabricação alemã, com 100 lâminas e um revólver 22 com 5 tiros
Precursor do canivete suíço, fabricação alemã, com 100 lâminas e um revólver 22 com 5 tiros

 

Edith e a tenda indígena
Edith e a tenda indígena

 

Cody dispõe de um um aeroporto para vôos domésticos.

Na primeira vez que estivemos lá optamos por devolver o carro em Cody pois seguiríamos de avião para Nova York. Nosso vôo era às 7 da manhã do dia seguinte e achei pouco provável que houvesse alguém da locadora para receber o carro antes das 6 da manhã, optando por devolvê-lo na véspera. Papai do Céu nos protegeu, pois o quiosque da locadora estava fechado no dia seguinte. Assim, descobrimos que a cidade de menos de 10 mil habitantes não dispõe de sistema de táxis. Arranjamos uma carona para o hotel e lá há um esquema de transporte até o aeroporto feito pelos próprios moradores.

Nosso roteiro, que se iniciara em Las Vegas passando pelo Parque Yellowstone, incluía Gillete, Wyoming, a caminho de Rapid City, Dakota do Sul, onde veríamos o Monte Rushmore, de nosso interesse.

Acontece que, com um pequeno desvio da rota, para o norte, chegamos a um impressionante Monumento Nacional chamado Devils Tower. Trata-se de uma montanha muito particular em sua formação geológica e que surge do nada na planície, imponente e misteriosa.

Serviu de locação para o filme “Contatos imediatos do terceiro grau”, de Steven Spielberg, e valeu à pena termos nos desviado por apenas uma hora do nosso rumo. O local é mágico e cercado de interessantes lendas indígenas das várias tribos que habitaram a área.

Vimos pessoas, digamos, inusitadas, a tocar instrumentos de sopro e percussão indígenas, o que envolveu nossa passagem em um ambiente bem singular. No local havia uma família de índios da tribo  arapaho em uma tenda típica.

Uma sugestiva placa na entrada da lanchonete, dá o tom western do local.

 

Para manter a limpeza do local...
Para manter a limpeza do local…

 

Gustavo e a Devils Tower
Gustavo e a Devils Tower
Aqui os extraterrestres fizeram contatos imediatos, no filme de Spielberg
Aqui os extraterrestres fizeram contatos imediatos, no filme de Spielberg

 

No arredores, em torno da Torre, são encontrados, sem qualquer dificuldade, cães-da-pradaria, um roedor de cerca de 40cm de comprimento e que cava buracos e túneis nos campos. São muito graciosos e curiosos, aproximam-se da gente sem muito receio. É proibido alimentá-los mas é difícil resistir a essa tentação pois é um recurso que os faz aproximarem-se a poucos centímetros das câmaras fotográficas. Cuidado, no entanto, pois apesar da simpatia, eles podem morder.

De Rapid City a Devils Tower são apenas duas horas de carro; estradas excelentes.

A entrada custa US$10,00 por veículo e há lanchonete, banheiros e loja de souvenirs.”

 

Cães-da-pradaria
Cães-da-pradaria

 

Como resistir a esta meiguice?
Como resistir a esta meiguice?

 

Agora eu vou contar uma peculiaridade das viagens de Gustavo e Edith. Eles tem um hábito super simpático: antes de partir daqui do Brasil, passam em uma loja de souvenirs para turistas e compram uma porção de bonés. Então, eles os guardam na mala e, sempre que recebem um atendimento excepcionalmente bom, ou fazem amizade com alguém do local, que se mostre especialmente cordial, eles dão um boné de presente. Segundo o Gustavo, não tem satisfação maior do que os sorrisos que recebem em troca. Sempre que narra uma história de excelente atendimento ou relacionamento numa viagem, ele conclui perguntando: “Aí você já sabe, né Renata? E respondemos em uníssono: “Boné!” É uma nova categoria de avaliação de atendimento: o “padrão boné”. 😉

 

Domingo é dia de “Meus 5 favoritos, então só chegaremos ao fim desta jornada na semana que vem, com Dakota do Sul e o célebre Monte Rushmore. Enquanto isso, continue aproveitando todas as outras dicas do Roteiro Renatours!